A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Bíblia de Estudo do Guerreiro no prelo e lavará a sua alma.

ALMA LAVADA PELA PALAVRA

Bíblia de Estudo do Guerreiro já está no prelo e vai lavar a sua alma.

Vem acompanhada por milhares de notas de rodapé, dicionário personalizado, caixas de texto, estudos em cascata. 

Esta Bíblia trará muito conhecimento e prática da Palavra de Deus para a sua vida.

O seu verdadeiro inimigo será derrotado.

A Bíblia de Estudo do Guerreiro é resultado do esforço em conjunto da Editora Naós e da Editora Agape.

Seu objetivo é preparar você para as Batalhas espirituais que ocorrerão em sua vida.

É preciso se preparar para a Guerra, pois o inimigo acumulou novos e eficientes artefatos bélicos em seu arsenal. 

Do nosso lado o General é Cristo, o maior de todos os guerreiros e ele nos transmitirá a últimas instruções para esta Batalha final.

Creio que temos aqui um apanhado geral de tudo o que precisamos para montar a armadura que devemos usar durante os últimos dias. 

quarta-feira, 20 de março de 2013

VERSÍCULO DO DIA

TEXTO: Pv 15:17: Melhor é a comida de hortaliça, onde há amor, do que o boi cevado, e com ele o ódio. O homem iracundo suscita contendas, mas o longânimo apaziguará a luta.

 
COMENTÁRIO:
O que você coloca no seu prato não é tão importante quanto o que precisou fazer para enchê-lo. Em sua constante procura pelo ganho desonesto, o golpista exala odor repugnante e odioso. Espreita pela oportunidade e procura por uma vitima em cima da qual poderá montar a armação apropriada. Quando o recurso esgota, procura outra fonte para se abastecer.

Sua alma é dominada pela apreensão e ameaçada pelos riscos. Precisa se manter em alerta máximo e preparar uma saída por onde escapar no menor sinal de perigo. A sua contabilidade é abastecida por fórmulas matemáticas que justificam, para ele mesmo, as constantes contas de diminuir e não de somar.

Não se deixe envolver por este tipo de gente, você não merece isto. Geralmente somos atraidos por vantagens reais que nos oferece, mas tudo o que coloca em nossa caixa sai pelo ladrao. O desligamento é dolorido e pode deixar magoas que se transformam em brexas ou barreiras entre nos e Deus.
Ubirajara Crespo

terça-feira, 19 de março de 2013

VERSÍCULO DO DIA

TEXTO: Pv 15:16: Todos os dias do oprimido são maus, mas o coração alegre é um banquete contínuo. Melhor é o pouco com o temor do SENHOR, do que um grande tesouro onde há inquietação.

COMENTÁRIO:
Prato que se enche com temor e respeito ao Senhor, se esvazia de inquietações. Do outro lado o golpista constroi inimizades em cada moita e em todas as esquinas e com isto quebrou todas as pontes e ligações construídas com amigos a quem enganou. Com os seus golpes acumulou dívidas morais e financeiras por onde pisou. Seu saldo é devedor, também nas expectativas e esperanças que criou e frustrou, por isto precisa abrir novas trincheiras e novos relacionamentos, pois seu passado ele destruiu com as suas próprias mãos.


Sua alma se inquieta e faz com que acumule endividamento e inimizades mortais. O golpista sabe que poderá ser a maior vitima de seus próprios golpes. Evita o chao onde já andou, para não esbarrar em alguma mina armada La atrás. Tesouros acumulados com prejuízo alheio provocam a falência da sua humanidade e o constante perigo de afogameNto no rio onde criou um cardume de piranhas famintas por vingança
As opções do golpista diminuem a cada dia e chegara o momento em que não mais existirão. Não terá para onde voltar e nem para onde ir. Ele não sabe disto, pois acha que possui recursos que o tornam capaz de resolver qualquer situação. Esta pessoa esta doente, mas não sabe, pois a sua enfermidade é a falência total de sua capacidade de ver a si mesmo como realmente é. Talvez possua uma visão moral muito pessoal que faz com que se sinta confortavel com sua própria consciência.

Aquele que endurece a sua cerviz será quebrantado de repente, sem que haja cura.

Ubirajara Crespo




segunda-feira, 11 de março de 2013

A igreja entre o gigantismo e a procura de gente

Uma pergunta que se debate para nascer dentro de nossos úteros é a seguinte: O gigantismo da Igreja é o ambiente correto para voltarmos a ser tratados como gente?
 
 
Hoje vemos bancos e hospitais oferecendo um tratamento personalizado, que na verdade tem se mostrado um tratamento preferencial para quem faz depósitos mais polpudos. A Igreja também parece caminhar nesta direção.
 
 É difícil destacar alguém do meio de uma multidão, se ela não possuir características muito especiais que a destaquem dos demais. Dinheiro, fama, dons, capacitações, conhecimento e influencia são alguns destes destaques que, logo, logo, chamam a atenção da liderança. Já houve um tempo em que a espiritualidade era o fator predominante.
 
A verdade é que o acesso aos pastores e apóstolos esta ficando cada vez mais custoso. Talvez o erro seja nosso, pois os procuramos no lugar errado, isto é, na TV, em cima de palcos iluminados, nas capas de revistas e dentro de jatinhos.
 
Se quer marcar um encontro com um pastor de verdade, não o procure dentro ternos de marca, em escritórios luxuosos, nem cercado por seguranças, muito menos dentro de carros blindados, em Boca Raton ou outros condomínios luxuosos made in Brazil (com Z).
 
Eles estão em lugares isolados, curando alguma ferida, nas sarjetas, fazendo um parto, apartando uma briga, morando em palafitas, tentando desatolar o carro de alguém e carregando no colo uma ovelha doente.
 
São chamados de missionários, considerados como obreiros de segunda classe e não ocupam posição comando, mas é gente que sempre tem um tempinho para você.
 
O apóstolo de verdade, é atencioso e conhece suas ovelhas pelo nome (Veja as saudações e despedidas na epístola de Paulo). Apenas não se estabelece definitivamente em uma localidade, mas deixam saudades sempre que partem. Quem fica é o pastor. Ele se afeiçoa a um local para continuar o que o apóstolo começou.
 
Hoje chamamos de apóstolo o líder de um grupo de igrejas que, na sua maioria, nem conhece. A palavra perdeu sua pratica e o significado original, sendo transformada em título honorífico.
 
As instituições religiosas, por sua vez, precisaram cria uma nomenclatura que deixasse clara o tipo de organização hierárquica adotado.
 
O que você quer? Um título ou um ministério fundamentado em seu dom espiritual?
Meu conselho é o seguinte: mesmo que em seu ambiente eclesiástico haja pessoas brigando por um título, não participe desta cena, mas procure modificar o script. Desempenhe o seu ministério, com ou sem título.
 
Se a honestidade de propósitos não consegue se manter em um ambiente, é melhor sair dele, povo meu, pois Deus já saiu.
 
A principal função do pastor é pastorear e não disputar espaços nos púlpito, na mídia ou na cadeira que fica na quina da mesa da diretoria. Ele tem mais o que fazer.
 
Todo pastor pode ser um pregador, mas nem todo pregador consegue ser pastor. Pra que servem os títulos? Eles não transformam ninguém em nada, a não ser em um soberbo. O pastor é um prato assado por dentro. Já sentei a mesa de refeição de alguns locais, que teimam em se chamar de Igreja, onde o pregador é uma bela peça de carne assada só por fora, mas totalmente cru por dentro.
 
Ninguém pastoreia do alto do púlpito. Procure no cemitério, no atoleiro, no boteco, na zona, na boca de fumo, nos aniversários, na kracolandia, debaixo das pontes, no futebol, nas esquinas, nos enterros e nos hospitais. Estes são os mesmos lugares por onde Jesus andou.
 
A misericórdia e não o milagre é a sua maior identificação. Se você acha que é uma ovelha sem pastor, é porque procurou no lugar errado e ainda por cima, ajudou a construir o falso.
 
E luz de candeia não mais luzirá em ti, e voz de esposo e de esposa não mais em ti se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias. Apocalipse 18:23
 
Ubirajara Crespo

domingo, 10 de março de 2013

A exclusao social faz mal para todo mundo

Excluir alguém de uma atividade social ou ignorar essa pessoa por qualquer razão é doloroso não apenas para quem é deixado de fora, mas também para quem pratica essa atitude. É o que apontam os resultados de uma pesquisa da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, publicada no periódico Psychological Science.

Conheça a pesquisa

TÍTULO ORIGINAL: Hurting You Hurts Me Too — The Psychological Costs of Complying With Ostracism

ONDE FOI DIVULGADA: periódico Psychological Science

QUEM FEZ: Nicole Legate, Cody R. DeHaan, Netta Weinstein e Richard M. Ryan

INSTITUIÇÃO: Universidade de Rochester,  EUA

RESULTADO: Voluntários que seguiram instruções de excluir um participante do jogo relataram sentimentos ruins de mesma intensidade do que a pessoa que foi excluída.

De acordo com Richard Ryan, professor de psicologia clínica e social da universidade e coautor do estudo, tanto as ações cotidianas quanto os estudos acadêmicos tendem a focar sua atenção apenas na vítima de uma agressão social. Mas, segundo ele, pessoas que são pressionadas e acabam participando da exclusão de outras também sofrem — de maneira diferente, mas tão intensa quanto a própria vítima.

Passando a bola — Para reproduzir a dinâmica da exclusão social, os pesquisadores utilizaram um jogo online chamado Cyberball, desenvolvido por Kipling Williams, pesquisador da Universidade de Purdue, nos Estados Unidos. No estudo, cada participante jogou bola com outros dois participantes, que eles acreditavam ser pessoas reais, mas, na verdade, eram controlados por computador. Esses “jogadores” eram pré-programados para compartilhar a bola de maneira igualitária ou excluir um dos jogadores depois de inicialmente compartilhar a bola duas vezes.

O estudo foi realizado com 152 estudantes de graduação, divididos em quatro grupos, que correspondem a quatro cenários do jogo. No grupo “exclusivo”, um dos jogadores virtuais foi programado para excluir o outro, e o participante do estudo era instruído a fazer o mesmo. Em outro grupo, os dois jogadores pré-programados excluíam o jogador real, que ficava praticamente o jogo todo observando a bola ser jogada entre os outros dois. O terceiro grupo deveria apenas seguir instruções, que não envolviam a exclusão de algum jogador — exigiam apenas jogar a bola de modo equilibrado entre todos os participantes. O último grupo, considerado “neutro”, podia jogar como quisesse, sem seguir nenhuma instrução.

Resultados — Antes e depois do início dos testes, os participantes completaram questionários que avaliavam seu humor e sentimento de autonomia, por exemplo. Os resultados mostram que ter sido excluído, mesmo por um desconhecido em um jogo online, afetou o humor dos participantes. Para os autores, esse resultado confirma a tese de que cada pessoa tem uma necessidade básica de autonomia, e cumpri-la provoca uma sensação de felicidade e crescimento psicológico.

Os participantes que haviam excluído colegas também tiveram seu humor afetado. De acordo com o estudo, a causa desse desconforto são os sentimentos de vergonha, culpa e redução da autonomia, relacionados ao ato de seguir instruções para excluir outras pessoas socialmente. Além disso, esse tipo de atitude faz com que as pessoas se sintam menos conectadas umas às outras, algo contrário à natureza social do ser humano. Os últimos dois grupos, cujo experimento não incluía a exclusão de jogadores, não relataram o mesmo desconforto dos demais. O grupo que seguia instruções de dividir a bola de forma igualitária relatou uma redução na sensação de liberdade, em comparação com o grupo que podia jogar conforme desejasse.

Seguindo o padrão apresentado em estudos anteriores, apenas um pequeno número de participantes se recusou a excluir outro jogador durante o experimento. Para os autores, investigações futuras podem mostrar as diferenças entre as pessoas que seguem esse tipo de instrução e as que se recusam a cumprir tais tarefas.