A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.
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sábado, 1 de outubro de 2011

Apresentaação do livro ENTRE LOUVORES E AMORES

Prefácio

Na sociedade contemporânea, somos atingidos fortemente pelos meios de comunicação, a televisão nestes últimos cinqüenta anos tornou-se uma espécie de máquina que dita às normas e os costumes vigentes. Deixamos que isto viesse ocorrer, e porque nos colocamos num plano crítico mediano, não percebemos o seu poder de manipulação, que tem levado as massas, impulsionadas pelo senso comum, a andarem numa mesma direção, ou seja, para o abismo da ignorância e da ausência de discernimento entre aquilo que é certo ou errado, bom ou mal. Não pensar virou mania nacional, aquele sentimentalismo nacionalista, ficou somente em nossas lembranças, mas para criarmos os nossos próprios conceitos, sabemos que precisamos de um conhecimento aprofundado, do mundo ao qual pertencemos. Tal como ocorreu na fundação da nossa literatura brasileira, o índio, o escravo negro, o sujeito dos pampas, o nordestino e o caipira, forneceram as cores desta nova pátria que estava surgindo pelas letras dos nossos grandes autores nacionalistas, tais como, José de Alencar, e não devemos nunca deixar de citar, este grande mestre brasileiro, Machado de Assis.

Lendo e revisando “Entre Louvores e Amores” pude observar estas cores e particularidades, e nas pinturas dos personagens, todos os sujeitos que expressam estas peculiaridades do nosso país, que ajudaram a fundamentar a nossa literatura, tais como, os retirantes em busca de nova vida em São Paulo, e a presença dos cariocas que escolheram a cidade como a sua própria casa.

Também já era de se esperar que o autor, Oscar Henrique Cardoso, jornalista com larga experiência como repórter e radialista e mais recentemente, escritor, conseguiria desvendar todas estas faces, evidenciando- as numa trama onde os dilemas humanos não estão distintos, pelo contrário, eles se fundem e de uma maneira muito solidificada, na vida de cada um dos seus personagens.
Também existe uma clara preocupação com os aspectos morais e éticos que pontuam a cultura Judaico-Cristã-cidental, traduzidas a nós nos livros que compõem a Bíblia Sagrada, mais especificamente ilustradas no livro do profeta Samuel. Dentro de uma perspectiva paulistana, o autor transpõe como uma tarefa a ser cumprida, uma realidade vivida pelo próprio povo judeu, que deixou- se escarnecer por causa dos falsos líderes, nepotistas religiosos, os filhos de Eli, um sacerdote judeu velho e cansado, que cumpriam um sacerdócio de oportunismos, que era presenteado de pai para filho. Neste mesmo perfil enquadra-se o falso pastor João, que aclamou- se sacerdote, tutelando outros espertinhos, e principalmente o seu filho Rafael, visando tão somente obter recursos financeiros pela pregação do evangelho da prosperidade.

Neste ponto é que eu faço uma ligação com a introdução deste texto, pois é na mídia impressa, falada e televisada que estes oportunistas propagam todo o seu descaramento. Ora promovendo o mercantilismo da fé, ora vendendo o sentimentalismo através da catarse e o medo pela ilusão da salvação, estes novos filhos de Eli manipulam a realidade do mundo daqueles que os seguem e fazendo-os perderem completamente as suas identidades e a sua capacidade de julgamento, como se eles fossem verdadeiros magos em frente aos holofotes.
Já por outro lado temos um jovem, Samuel, pronto desde o ventre materno, consagrado ao Senhor, por sua mãe Ana, que depois de haver sido muito humilhada pela sua rival, Penina, a outra esposa de seu marido Elcana, levanta-se com fé e autoridade, e com o auxílio de Deus vence sua condição vergonhosa, no contexto judaico da época, por ser uma mulher estéril e já de avançada idade. Samuel era um desbravador, profeta, educador em estado puro, recebeu a tarefa de organizar um estado em desordem, onde a autoridade dos juízes e suas pesadas leis não foram suficientes para unificar o povo, ao contrário, geraram um caos que culminou na necessidade de se instituir uma monarquia, cujo primeiro rei fora Saul, outro que convém lembrar, foi escolhido e depois rejeitado por Deus, para ceder lugar ao grande rei Davi.
Encontrando respaldo no modo paulistano de ser, e num ritmo frenético, uma escrita nervosa se sobressai entre os eventos descritos, elevando esta obra a um bom gosto estético, bem ao nível das melhores criações narrativas. Mesmo escrito em capítulos, remonta aos velhos folhetins novelísticos, onde se podia ler por encomenda, em porções que vinham encartadas nos grandes periódicos, cuja função principal visava ao entretenimento, e principalmente direcionadas ao universo feminino. Neste contexto, por onde quer que eu improvise algum comentário, sempre estarei me referindo, de alguma forma, ao jornalismo, que está muito claramente, mesmo que mascarado de ficção, demonstrado através do caráter denunciativo que se apresenta no interior do texto. Em toda a sua trajetória os personagens se desenvolvem de forma linear, apresentando quando muito, pequenas variações, como nos casos de Sílvia, Rafael e João, por exemplo, mas que mesmo assim, desde o início da trama, já revelavam os traços de como sucederia o seu futuro.
Com isso o autor consegue manter o leitor fiel ao seu texto, possibilitando, até mesmo, que ele possa torcer, para o sucesso do seu personagem preferido.
Também destaco que nesta narrativa, o autor, não se desdobra somente em torno da licença poética, onde muitos autores, sem ter muito do que falar em suas incursões literárias, confortavelmente nela se debruçam, mas ele vai além deste instrumento, talvez em função da sua área de formação. Andar nas vielas em busca de informação, enfiar o pé no barro atrás de uma boa notícia ou cruzar os corredores do Congresso, ou dos Ministérios em busca da aprovação de verba para um projeto social, e do Palácio do Planalto, na tentativa de legitimar a posse de uma comunidade quilombola lá do interior de Goiás, certamente incrementam requintes e profundidade, intensidade e leveza, aos escritos deste talentoso escritor.
Vejo nesta obra um lindo trabalho de criação, em que os personagens, se interpelam, estão interligados fisicamente, e quando lhes damos nomes, nós também lhes damos vidas, e estas caras e singularidades personalizadas, certamente, se eternizarão no imaginário de quem os lerá.
PAULO ROGÉRIO CORRÊA DE VARGAS

Professor de Letras, Literatura. É ministro do Evangelho em Esteio, Rio Grande do Sul

Autor do livro: Oscar Cardoso

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Pr. Silas Malafaia - Entrevista à Revista Época

Pr. Silas Malafaia - AD Vitória em Cristo




ÉPOCA – O senhor é pastor da Assembleia de Deus, mas, diferentemente de outros líderes evangélicos, é muito ouvido por fiéis de outras denominações. Qual é a diferença?

Silas Malafaia – Estou na TV há 29 anos ininterruptos e nunca fiz programas para a Assembleia de Deus. Então, o pessoal me codifica como um pregador. Faço um programa interdenominacional. Sempre trabalhei como uma voz apologética em defesa da fé. Por causa disso, acabei conquistando espaço entre outros segmentos. Hoje, existem quatro pastores em rede nacional: Edir Macedo, da Universal, R.R. Soares, da Internacional da Graça, Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, e eu. Sou o único que sempre fiz programa para todo mundo. Não porque sou bom. É porque não tem espaço, amigo.

ÉPOCA – As igrejas evangélicas ainda têm uma imagem muito estigmatizada entre os não evangélicos. Por que, em sua opinião?


Malafaia – Isso mudou muito, irmão. Hoje, essa história de imagem estigmatizada é cafezinho. Antigamente, nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos na televisão, nos jornais. Era só cacete em cima de pastor. Agora tem jogador de futebol evangélico, artista...

"Antigamente, nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos na 
televisão, nos jornais. Agora tem jogador de futebol evangélico, artista..."

ÉPOCA – O senhor acha que alguns líderes evangélicos ajudaram a criar essa imagem estigmatizada?

Malafaia – É aquela história de perdas e ganhos que todo segmento social sofre. Algumas atitudes fizeram a gente perder, outras fizeram ganhar. Tome o exemplo da Universal e do Edir Macedo. Ele ajudou em algumas coisas e prejudicou em outras. Ele é um cara que fez a igreja evangélica despertar para um evangelismo ousado, igreja aberta o tempo todo. Antes, as igrejas evangélicas abriam duas vezes por semana à noite. O Macedo é que arrebentou com isso, entende? O lado ruim da coisa é o sincretismo.

ÉPOCA – Qual é sua relação com o bispo Edir Macedo?


Malafaia – Bíblia tem um texto que diz assim: “Poderão andar dois juntos se não estiverem de acordo?”. Eu já ajudei o Macedo quando ele foi preso, mas eles são separatistas, só veem o lado deles. Então, não me presto a andar com uma pessoa que só quer andar com mão única para ela. Sou a favor de mão dupla: para lá e para cá, entende? O Macedo está isolado, todo mundo sabe. Eles só são evangélicos para os outros quando estão com dor de barriga, quando o pau está quebrando em cima deles ou então por interesse político. A comunidade evangélica está madura e não se presta mais a isso.

ÉPOCA – Nos bastidores, circulou a notícia de que o senhor estaria apoiando o PSD, o partido que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, quer construir. Procede?


Malafaia – Amigo, não apoio partido nenhum. Apoio pessoas. Meu irmão (o deputado estadual Samuel Malafaia, do PR-RJ) está querendo ir para lá (o PSD), mas isso é problema dele.

ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre Kassab?


Malafaia – Nada a falar contra ele.

ÉPOCA – Mas, no passado, o senhor já se desentendeu com ele...


Malafaia – Eu o critiquei quando ele fechou uma igreja evangélica do apóstolo Valdemiro Santiago. Ser amigo ou respeitar alguém não significa ser capacho ou concordar com tudo o que essa pessoa faça.

ÉPOCA – Na eleição presidencial do ano passado, o senhor apoiou Marina Silva no início. Ainda no primeiro turno, passou a pedir voto para o José Serra. Por que mudou de lado?


Malafaia – Pior do que um ímpio é um cristão que dissimula. A Marina, membro da Assembleia de Deus, sabe que, como uma pessoa de fé, não pode negociar sobre questões de aborto nem de homossexualismo. Ela era contra o aborto, mas por que dizia que faria um plebiscito? Ela quis dar de bacana, jogar para a galera, e eu falei não. Qualquer um podia fazer aquilo, menos ela, por suas convicções de fé.

ÉPOCA – Por que o José Serra?


Malafaia – Acredito que tinha de me posicionar. Naquele momento, o Serra era o mais adequado para isso. Ele mantinha uma posição firme sobre aborto, que foi o grande debate da campanha desde lá atrás. A Dilma dissimulou a história. Ela se posicionou a favor do aborto para a revista Marie Claire, depois mudou o discurso. O único que se coadunava com meus valores e crenças era o Serra.

ÉPOCA – Em sua opinião, o debate de questões religiosas deverá se repetir nas próximas disputas eleitorais?


Malafaia – É lógico. Amigo, hoje em dia governante vai ter de dizer em que princípios acredita. Vai ter de botar a cara, porque a comunidade evangélica está bem esperta, madura. Não vai dar para ficar em cima do muro. Não queremos que nenhum político tenha a ideia de que lutamos por uma República evangélica e que, por isso, ele tem de abraçar nossos princípios e mandar todo o mundo às favas. Não estou dizendo também que o cara, para ter apoio dos evangélicos, tem de odiar os homossexuais. Não é radicalismo imbecil e idiota. Se um governante apoiar leis que privilegiam homossexuais em detrimento da sociedade, vamos cair em cima. Hoje, sou a maior barreira que existe para aprovarem a lei que criminaliza a homofobia. E, se abrir a boca para dizer que apoia o aborto, vai ficar feio também.

ÉPOCA – O que é, em sua opinião, a homossexualidade?


Malafaia – O homossexualismo é comportamental. Uma pessoa é homem ou mulher por determinação genética, e homossexual por preferência apreendida ou imposta. É um comportamento. Ninguém nasce homossexual. Não existe ordem cromossômica homossexual, não existem genes homossexuais. O cromossomo de um homem hétero e de um homem homossexual é a mesma coisa. O resto é falácia, é blá-blá-blá. Só existe macho e fêmea, meu amigo.

ÉPOCA – Por que o comportamento homossexual se desenvolve?


Malafaia – Bíblia diz que, aos homens que não se importaram em ter conhecimento de Deus, Ele os entregou um sentimento perverso para fazerem coisas que não convêm. Do ponto de vista comportamental, é promiscuidade mesmo, meu amigo. O ser humano quer quebrar todos os limites. Quanto mais ele quebra limites, mais insaciável se torna. Ninguém nasce homossexual. É a promiscuidade do ser humano.

ÉPOCA – É possível alguém deixar de ser homossexual?


Malafaia – Nossa igreja está cheia de gente que era homossexual. O cara não nasceu (homossexual). Se não nasceu, amigo... Ninguém nasce homossexual. É uma opção, por uma série de elementos: ou porque foi violentado, ou porque escolheu por modelo de imitação. O ser humano vive por modelo de imitação.

ÉPOCA – E como se dá essa reversão?


Malafaia – Meu filho, essa reversão é o cara voltar a ser macho e a mulher voltar a ser fêmea. Dar forças para o cara vencer isso. Acredito no poder do Evangelho para transformar qualquer pessoa, inclusive homossexuais.

ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre os casos de violência contra homossexuais?

Malafaia – Vou te dar alguns numerozinhos para a gente poder desfazer essa conversinha fiada para boi dormir. Os números é que vão dizer: no ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil, e 260 eram homossexuais. Que índice é esse para dizer que o Brasil é um país homofóbico? Outro número: mais de 300 mulheres foram assassinadas por violência doméstica em 2010, mas ninguém fala nada. Mais de 100 crianças são assassinadas ou violentamente espancadas por dia, e ninguém fala nada. Sabe por quê? É porque por trás das editorias dos jornais, da televisão existe uma bicharada desgramada que dá toda essa ênfase para eles. Não quero que ninguém morra, amigo, mas o índice (de mortes de homossexuais) é insignificante para a violência que acontece no Brasil. Então, esse é um apelo de propaganda para eles (gays) poderem ter benefícios em detrimento do conjunto da coletividade social. Essa daí é velha, e eu não sou otário. Sei pesquisar os números, e a imprensa não dá os números. Tem mais heterossexual que homossexual sendo assassinado. Você sabe o que é homofobia para os homossexuais? Olhar com cara feia para um gay é homofobia. Não concordar com a prática deles é homofobia. Uma coisa é criticar a conduta, outra é discriminar pessoas. Tudo para eles é homofobia. Essa é a malandragem deles, e eu não caio nessa.

"No ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil – e 260 eram homossexuais. É um índice insignificante 
para dizer que o Brasil é um país homofóbico"

ÉPOCA – Os ativistas homossexuais são heterofóbicos?


Malafaia – Acho que eles são uns malandros que ganham verba dos governos federal, estadual e municipal para fazer esse papel. São uns malandros oportunistas faturando em cima da grana que as ONGs deles recebem. Essa é a verdade nua e crua. Não é pouca grana, não. E ninguém fala disso. Os ativistas homossexuais são pagos para esse serviço podre que fazem de chamar todo mundo de homofóbico.

ÉPOCA – O que fazer com o comportamento homossexual?


Malafaia – O comportamento homossexual é um direito que a pessoa tem. O direito de ser é guardado pela Constituição, pelo livre-arbítrio. Não quero que ninguém seja eliminado. Critica-se presidente da República, critica-se pastor, padre, deputado, mas não pode criticar uma prática? Em hipótese alguma. Querer eliminar homossexual é homofobia. Não quero isso. Quero discutir com um homossexual e poder dizer que sou contra a prática dele, assim como os gays podem me dizer que são contra a prática dos evangélicos. Isso é democracia.

ÉPOCA – O que o senhor acha das críticas feitas ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) (político contrário às leis que criminalizam a homofobia)?


Malafaia – Você vai ver o Jair Bolsonaro nas póximas eleições. Ele vai ter três ou quatro vezes mais votos que recebeu na eleição passada. A sociedade brasileira é conservadora, 90% da população é cristã. Desses 90%, os evangélicos e católicos praticantes são 70%. Nós somos maioria absoluta neste país, amigo. Pergunto: qual é o deputado gay que teve uma votação expressiva? Esse Jean Wyllys (deputado federal do PSOL-RJ) entrou na sobra de legenda, com 13 mil votos, pendurado num cara (o deputado Chico Alencar, do PSOL, segundo mais votado do Estado). É o mais famoso dos gays e não tem voto, não tem porcaria nenhuma.

ÉPOCA – Como o senhor reagiria se um de seus filhos ou netos dissesse que é gay?


Malafaia – Vou melhorar tua pergunta, aprofundá-la. Se algum filho meu fosse assassino, se algum neto meu fosse traficante, se algum filho meu fosse um serial killer e tivesse esquartejado 50, continuaria o amando da mesma forma, mas reprovando sua conduta. Meu amor por uma pessoa não significa que apoio o que ela faz. Daria o Evangelho para ele, diria que Jesus transforma, que ele não nasceu assim, que é uma opção dele.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

ENTRETENIMENTO OU TEINAMENTO:


Dons e talentos, por mais espetaculares que sejam, precisam ser garimpados e esculpidos.

Esta é a função da Igreja e não apenas promover ajuntamentos onde e oferecido uma programação de entretenimento espiritual.
 
E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores,

Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo

(Efésios 4:10-12)
 
Produção de programas ou de discípulos?

Para ser uma Igreja, precisamos mais do que 2 ou 3 ou… 1000
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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Falecimento de Juhn Stott. Um de nossos maiores escritores.

John Stott morreu nesta quarta às 03:15, horário de Londres (cerca de 09h15 CST), de acordo com John Stott Ministries Presidente.

Homan disse que a morte Stott veio após complicações relacionadas à idade avançada e que ele tem estava em desconforto as últimas semanas. 

Família e amigos íntimos se reuniram com Stott hoje e com eles ouviram de Handel Messiah. 

Homan disse que John Stott Ministries vem se preparando para sua morte, nos últimos 15 anos. ”Eu acho que ele foi um exemplo impecável para os líderes de ministérios de entregar as coisas para os outros líderes”, disse Homan.

”Ele comunicou amor de muitos para a igreja global e transmitiu a paixão pela fidelidade bíblica e um amor pelo Salvador.” 

COMENTÁRIO: Quando voltaremos a produzir cristão como este? Me preocupo quando começamos a perder as boas referências, principalmente quando os modelos produzidos pela Igreja atual são Waldemiro, Macedo, Hernandes, etc.

Estou ficando nostálgico demais e isto não é nada bom.

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sábado, 18 de junho de 2011

DESIGNER DO QUARTO DE ORAÇÃO

No quarto de oração



Ubirajara Crespo


Leia este livro e transforme sua oração em um vôo sagrado

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A mentira é uma invocação demoníaca

Gênesis 12.10-20: E havia fome naquela terra; e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali, porquanto a fome era grande na terra.
E aconteceu que, chegando ele para entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora, bem sei que és mulher formosa à vista;
E será que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é sua mulher. E matar-me-ão a mim, e a ti te guardarão em vida.
Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma por amor de ti.
E aconteceu que, entrando Abrão no Egito, viram os egípcios a mulher, que era mui formosa.

O Egito foi um laço para o povo judeu. Um relacionamento que, apesar de começar sempre como um provável refúgio, com o tempo mostrava as garras da morte. 

Livramentos incríveis como o ocorrido pelas mãos de Moisés ocorreram com alguma frequência.

Satanás tentou destruir a nação de Israel pelo embrião, armando um laço mortal para prender o seu patriarca maior, sua origem.

Abrão não resistiu à pressão de mentir. Ele pensou: Uma mulher tão bonita como Sara, será um provável objeto de desejo dos egípcios que procurariam eliminar o único obstáculo para a sua conquista; o marido, mas não o fariam com o irmão.

Abrão acabou atirando no próprio pé e gerou uma situação de forte constrangimento, que praticamente transformou um aliado em virtual vingador.


Feriu, porém, o SENHOR a Faraó e a sua casa, com grandes pragas, por causa de Sarai, mulher de Abrão.

A mentira é um ritual que, mesmo feito sem esse propósito, invoca a paternidade do diabo.

A verdade liberta, mas dói e muitos insistem em eliminar a dor, mesmo que com isso sejam eliminados os benefícios que a verdade traz (2Co 4.2).

MESMA MENSAGEM EM VÍDEO

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

POR QUAL MOTIVO DEUS NÃO RESPONDE A MINHA ORAÇÃO?

Haveria coisa alguma difícil ao SENHOR? Ao tempo determinado tornarei a ti por este tempo da vida, e Sara terá um filho. Gênesis 18:14

Não rejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão. Hebreus 10:35

Se a impossibilidade não é um impedimento para Deus, qual será o motivo pelo qual algumas de nossas orações não são respondidas? 

Creio que ocorre algo semelhante a pedir um carro sem ter carteira de motorista ou o pedido de um sapato por quem não tem pé. 

Não estamos preparados para receber alguns apetrechos, sejam eles materiais ou não. 

Em alguns casos falta maturidade, em outros o problema pode ser a motivação errada e para muitos, a realização de um pedido pode se transformar em um laço. Nestes casos, o demônio tem todo o interesse em facilitar a aquisição do bem pretendido. 

Pode ocorrer de, ao alcançar a realização de um sonho, a sua humanidade, humildade misericórdia e simplicidade virarem pó. 
Ganhar o mundo inteiro e perder a alma, não é um bom negócio.

SE ATÉ UM CARRINHO DE MÃO ME TORNA SOBERBO, ENTÃO O QUE ACONTECERIA SE EU RECEBESSE UM BMW?

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O LOBO E O CORDEIRO

Apocalipse 13.11: E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.
E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.

A informação mais importante a ser tirada desse texto não tem a ver com os chifres, mas com a pele preferida do diabo.

O diabo não joga aberto, não assina declaração de guerra, não se veste de soldado nem exibe a bandeira do inimigo. Ninguém se assusta com um cordeiro, mas corre quando se depara com um dragão.

O nosso pior inimigo ora conosco, nos defende em causas menores, nos convida para almoçar e até nos dá presentes. “...a mão do traidor está comigo à mesa” (Lc 22.21). Se Lúcifer se apresentasse transparente, permitindo um exame minucioso do seu DNA, fugiríamos como quem corre de um dragão. Ele só mostra os dentes quando abrimos as defesas e nos tornamos vulneráveis. “É tudo na moita”

Marcos 13.12: E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai ao filho; e levantar-se-ão os filhos contra os pais, e os farão morrer.

Só não confunda precaução com desconfiança, pois esta o transformará em um eremita caminhando no meio de uma multidão de possíveis devoradores. 

Lembre-se, porém que você é uma ovelha esperta no meio de lobos e não um lobo selvagem em meio a pobres e indefesas ovelhas. Seja dócil, mas não bobo, esperto, mas, não malicioso.

RECOMENDO ESTE LIVRO:


Você encontra o livro - Fermento dos Farizeus na Livraria virtual da Editora Naós

WWW.EDITORANAOS.COM.BR

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sábado, 23 de abril de 2011

CARTA SEVERA DE PAULO

2 Coríntios 7:8-9: 
Porquanto, ainda que vos contristei com a minha carta, não me arrependo; embora antes me tivesse arrependido {pois vejo que aquela carta vos contristou, ainda que por pouco tempo}, agora folgo, não porque fostes contristados, mas porque o fostes para o arrependimento; pois segundo Deus fostes contristados, para que por nós não sofrêsseis dano em coisa alguma.
 

Paulo se preocupou com a possibilidade de uma repercussão negativa a uma carta severa que remetera aos coríntios.

Pediu a Tito que fosse até Corinto e verificasse isto.

Naquela carta ele tocou em pontos sensíveis do comportamento daquela igreja.

1.A sua fé ainda infantil.

2.Os seus problemas morais.

3.O seu relacionamento intepressoal.

4.O partidarismo.

5..O modo como se comportavam durante a ceia.

Paulo sabia que, dependendo do modo como lesses a carta, poderiam ter a reação errada e desanimarem.

A notícia foi a melhor possível: Houve quebrantamento, mas do tipo que energiza, acorda pra vida e reestrutura. Não foram encontrados sinais de depressão persistente.

Reação muito encontrada quando a repreensão e feita sob uma motivação impiedosa, como vingança, ressentimento e impulso.

O amor esta sempre disposto a enriquecer, mas a magoa e a vingança querem derrotar.

Ubirajara Crespo


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