Crianças desaparecidas
Durante as investigações, descobriu-se que as meninas e meninos de até dez anos eram raptados e levados para a Argentina, onde em seguida eram torturadas e sacrificadas em rituais ao diabo.
O resto do corpo

De Leo Montenegro, autor do livro - Crimes Satânicos
A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República estima que cerca de 40 mil desaparecimentos são registrados todo ano no Brasil.Acredita-se que pelo menos 30 crianças desaparecem por dia somente em São Paulo.
Hoje, estimativas da Subsecretaria demonstram que entre 10% e 15% dos meninos e meninas desaparecidos jamais serão encontrados.Por que tantas crianças desaparecem e para onde vão?
Por que nada é feito no sentido de despertar a sociedade brasileira na busca por esses desaparecidos?Realmente, existem redes organizadas que raptam essas crianças?Algumas dessas crianças podem ter sido sacrificadas em rituais satânicos?
O Jornal do Brasil noticiou, em 25/02/2002, a investigação de uma quadrilha que raptava crianças no Brasil, principalmente nos Estados do sul e nordeste, e as levava para a Argentina para serem sacrificadas em rituais satânicos.
A polícia identificou pelo menos 30 pessoas que faziam parte do grupo, entre elas Valentina de Andrade, da seita LUS (Lineamento Universal Superior), com atuação no Brasil, Argentina e Uruguai.
O resto do corpo

De Leo Montenegro, autor do livro - Crimes Satânicos
COMENTÁRIO
Como você percebeu, esta notícia parece verdadeira e relata investigações policiais publicadas por um jornal de ampla circulação.
Sei que estou correndo o risco de ser rotulado como tablóide, ao fazer este tipo de revelação, mas creio que como cristão, não posso me calar diante de cenas absurdas como esta.
Se você quiser continuar calado, vá em frente, mas nós continuaremos a clamar. Quem sabe alcançaremos a categoria mais excelente de pedras que clamam.
Os religiosos já estão acostumados a perseguir os seus profetas e a dar ouvidos aos bajuladores. Este mal costume é antigo, ou veterotestamentário.
Quanto aos culpados por este crime, cabe às autoridades investigar e julgar, não a mim.
Ubirajara Crespo




