A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Somos jurados, mas não juízes


Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais. 1 Coríntios 5:11

Este versículo nos coloca na difícil posição de jurados, que apresentam seu veredito, mas deixam a sentença po conta do Juiz.

O golpista faz com que os outros sofram as consequências sua capacidade de camuflar a verdade atrás de uma moralidade determinada pelas circunstâncias. Procura aliviar a sua consciência alegando ser vitima de algum tipo de doença mental que o controla.

Neste mundo fantasioso ele desempenha um papel épico, de cujo script ele mesmo foi o autor. Sua capacidade pode ser turbinada por demônios que o inspiram a compor "grandes revelações", criar ilusões e arrumar o cenário conforme lhe convier. Move pessoas como se fossem objetos ou peças de um tabuleiro de xadrez, mas alega não ser ele, mas alguma entidade diabólica que o controla.

Suas fantasias podem ser alimentadas por uma esquizofrenia religiosa capaz de gerar surtos de messianidade. Este recurso dramático ele sabe como, quando e com quem deve usar, e assim renovar a cara de seu auditório e enche-lo de novos adeptos e mantenedores.

Este sujeito não rasga dinheiro, não bate a cabeça na parede e nem se veste de Napoleão. Ele é absolutamente normal, mas se conseguir nos convencer de sua esquizofrenia, deve ser afastado do convivo social para tratamento.


Ubirajara Crespo


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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Quem mandou construir templos?

Dependendo do modo como fazemos e das motivações que nos movem, este costume tão antigo de construir templos pode se transformar em um grande mal.
Há quem alegue que tudo isto virará pó, um dia, o que é a mais absoluta verdade, pois estará no pacote destruidor de tudo o que é antigo. No Novo Céu e a Nova Terra, não haverá necessidade de templos, dias, celebrações especiais fixas. O Senhor estará presente, visível e acessível a qualquer dia e hora.
Os primeiros cristãos não dispunham deste privilégio, que é um local público onde pudessem se reunir. Eram obrigados a se esconderem em catacumbas e lugares escuros.
Precisamos admitir que esta situação não prejudicasse em nada a sua fé.
Os primeiros Templos foram abertos a partir do ano 300, quando Constantino decretou o cristianismo como a religião oficial do Império Romano, o que se tornou uma grande arapuca da qual saímos somente com a Reforma, que ocorreu muitos séculos depois.
Para a visão do Novo Testamento o Templo é um elemento secundário para alimentar a nossa fé. O mais importante é o que fazemos dentro dele. Deveria ser o nosso menor investimento, mas gera gastos que poderiam ser canalizadas na construção da verdadeira igreja, que é feita de gente e não de tijolo.
As construções milionárias já existem, e enquanto estiverem a nossa disposição, vamos usá-las o mais corretamente possível.



        
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

A mão de Deus aparece no culto da Renascer


Gizuz Ultraman no acampamento de carnaval da Renascer

Mão cenográfica representando a mão de Deus é tocada pelos presentes no acampamento de Carnaval da Igreja Renascer em Cristo.




Acho que já estão exagerando neste esforço para tornar a fé mais compreensível. Geralmente alegam usar estes recursos como um ponto de contato visível que nos remete para o que é invisível.

Parece mais com algum adereço dos carros das Escolas de Samba que desfilaram na passarela do sambódromo durante o carnaval.

O que você acha disto?

OBESIDADE INFANTIL


Peso ao nascer, tabagismo materno e amamentação podem prever risco de sobrepeso em crianças menores do que um ano de idade

Obesidade infantil: Estudo enumera fatores de risco apresentados por bebês menores do que um ano que podem levá-los à obesidade infantil

Obesidade infantil: Estudo enumera fatores de risco apresentados por bebês menores do que um ano que podem levá-los à obesidade infantil (Thinkstock)

Nascer com um maior peso, engordar rapidamente nos primeiros meses de vida e ter uma mãe que fuma são alguns dos principais fatores que predispõem um bebê de até um ano de idade à obesidade infantil. É o que concluíram pesquisadores da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, após analisarem os resultados de 30 estudos sobre obesidade entre crianças. Esse trabalho foi divulgado nesta segunda-feira no periódico Archives of Disease in Childhood, uma publicação do British Medical Journal (BMJ).

    CONHEÇA A PESQUISA

    Título original: Systematic review and meta-analyses of risk factors for childhood overweight identifiable during infancy

    Onde foi divulgada: revista Archives of Disease in Childhood

    Quem fez: Stephen Franklin Weng, Sarah, Redsell, Judy Swift, Min Yang, Cristine lazebrook

    Instituição: Universidade de Nottingham, Inglaterra

    Resultado: Filhos de mães que estavam acima do peso na gravidez são até quatro vezes mais propensos a ter excesso de peso na infância; bebês de mães que fumaram durante a gestação têm 37% mais riscos de ter o problema. Também elevam essas chances um maior peso ao nascer, o ganho de peso rápido e o consumo de alimentos sólidos nos quatro primeiros meses de vida

Essa é a primeira vez em que um estudo faz uma revisão de todos os possíveis fatores de risco para a obesidade infantil, segundo Sarah Redsell, coordenadora da pesquisa. De acordo com os resultados, crianças cujas mães estavam acima do peso durante a gravidez são 37% mais propensas a ter sobrepeso. As com índice de massa corporal de 25 a 30 (calcule aqui o seu IMC) aos três anos de idade têm quatro vezes mais chances de ter sobrepeso aos sete anos; e o dobro do risco de ter o problema entre nove e 14 anos de idade. Além disso, segundo os resultados, filhos de mães que fumam durante a gravidez têm 47% mais chances de ter excesso de peso na infância do que as crianças cujas mães não fumam. 

Risco na balança — A pesquisa ainda observou que, dos sete estudos que olharam para o peso do bebê ao nascer e a incidência da obesidade na infância, seis concluíram que os dois fatores estão fortemente relacionados. O estudo também indicou que os bebês que ganham peso de forma mais rápida no primeiro ano de vida são até quatro vezes mais propensos a apresentarem sobrepeso aos quatro anos de idade.

Crianças que foram amamentadas durante mais tempo, indicaram os autores, apresentaram um risco 15% menor de se tornarem obesas. Mas aquelas que passaram a consumir alimentos sólidos mais precocemente — antes dos quatro meses de vida — são 6,3 vezes mais propensas a ter excesso de peso aos três anos de idade do que aqueles que passaram a ingerir esses alimentos após os cinco meses.

O estudo não encontrou, porém, dados que sustentassem uma associação entre obesidade infantil e idade, nível de escolaridade ou depressão da mãe na gestação. Os pesquisadores acreditam que esses resultados possam ajudar os médicos a decidir qual tipo de intervenção clínica é adequada em bebês que apresentam algum desses fatores de risco.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

VERSÍCULO DO DIA

Ez 13:1-3:  Filho do homem, profetiza contra os profetas de Israel que profetizam, e dize aos que só profetizam de seu coração: Ouvi a palavra do SENHOR; 

Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito e que nada viram!

Os teus profetas, ó Israel, são como raposas nos desertos.
Ezequiel 13:2-4
 
Ezequiel esta falando a profetas que usam o nome de Deus em vão, agindo como se fossem raposas. Esta palavra pode ser aplicada também aos chacais. Estes animais andavam em grupo, se escondiam da luz do dia em cavernas e agiam em meio a escuridão da noite. Seu alimento preferido era carne podre. Esta descrição seria muito parecida com a que faríamos dos falsos profetas. 

 
A carne podre pode ser usada como uma figura de tudo o que foi abandonado pelos verdadeiros profetas, lixo que os mentirosos teimam em reciclar: Traição, sedução, falso zelo, hipocrisia, inveja, magoa, rebelião, intriga e inimizades. Todos estes são dejetos emocionais que ilustram perfeitamente na panela que cozinha estas carnes em adiantado processo de putrefação.

 

Você ainda cozinha este tipo de coisa?

 
Ubirajara Crespo