A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Utilidade e inutilidades para a reedição do Templo em Jerusalém

A reconstrução do Templo em Jerusalém será um golpe de mestre que a besta dará nos religiosos judeus e na Igreja falsa. É haverá falsos pastores e falsos cristãos vibrando com a sua reedificação.

A construção do novo Templo em Jerusalém terá apenas uma utilidade e inúmeras inutilidades.
A sua principal utilidade será para o anticristo, que o usará como um trono onde será adorado como se fosse o próprio Deus.

2Ts 2. 4. "Aquele que se opõe e se exalta acima de tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, a ponto de se assentar no santuário de Deus, apresentando-se como Deus".

Dentre as inúmeras inutilidades se destaca o ritual do sacrifício que voltará a ser realizado ali, como ocorria nos velhos tempos do Antigo Testamento. Onde o anticristo conseguiria inventar algo mais inútil do que isto?
Jesus já fez o sacrifício definitivo.
A construção do Templo fará parte do pacote de itens constante na aliança que o anticristo fará com os judeus durante a primeira metade da tribulação.

Daniel: 9.27. "Esse governante, pois, com sagacidade firmará com muitos um pacto que durará uma semana. Mas na metade da semana ele ordenará o fim do sacrifício e das ofertas de manjares. E, em uma das principais alas do Templo será colocado o sacrilégio terrível, a grande abominação, até a consumação, o fim que já está decretado para alcançar e exterminar o assolador!”

Você é o único Templo de Deus registrado no cartório, onde o tabelião é tabelião é. o próprio Deus.
Ou Não sabeis que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós.... (1Co 3.16).

Ubirajara Crespo

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Quem é o anjo da Igreja?

Apocalipse: 2. 1. “Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: ‘Assim declara Aquele que tem as sete estrelas na mão direita e anda no meio dos sete candelabros de ouro".

Das duas uma:

1. A palavra anjo (aggelos, no grego) pode ser traduzida como mensageiro, não necessariamente um ser Celestial.
Aqueles seres traziam mensagens de Deus para o homem, assim como fazem os pastores e demais expositores da Bíblia. O pastor é apenas uma das pessoas autorizadas a trazerem mensagens de Deus para a Igreja. Durante as reuniões onde os mandamentos mútuos eram exercitados, todos poderiam receber etiquetas com os seguintes dizeres: anjo ou mensageiro do Senhor.
Não podemos nos basear em um único versículo para posicionar o dom de pastorear no topo de nossa pirâmide hierárquica, pois o próprio Cristo nos ensinou que o maior é o que mais serve.

2. Também é possível que o anjo da Igreja de Éfeso fosse um ser portador de extraordinária capacidade de falar a todos os cristãos da cidade, capacitação que se encaixaria melhor em um anjo do que em algum ser humano.

As vias de comunicação da Época não eram tão rápidas quanto hoje, os cristãos se organizavam em inúmeros grupos dispersos e aquela Igreja parecia ser de bom tamanho.

Gosto de ler a Bíblia achando que as palavras são escritas com seu significado normal, e não me sinto motivado a procurar sentidos ocultos por detrás delas. Prefiro me deixar conduzir pelo seu sentido usual e comum.

Pelos motivos acima, este texto precisa da ajuda de passagens que abordem mais claramente o assunto para estabelecermos o seu sentido.

Escritura se interpreta com Escritura.

Ubirajara Crespo

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

O diabo perdeu o canivete

Hb 2.14. "Portanto, visto que os filhos compartilham de carne e sangue, Ele também participou dessa mesma condição humana, para que pela morte destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o Diabo".

O Verbo se fez carne, para que, como um ser humano normal, pudesse passar pela morte, experiência pela qual, como Deus, não poderia ter. Morrer é apenas uma das coisas que Deus não pode fazer, assim como trair, odiar, mentir e ser insensível. O protocolo divino para salvar o culpado sempre foi a morte do inocente em seu lugar.

No Antigo Testamento o cordeiro era oferecido como sacrifício pelos pecados do infrator, que saía livre. Alguém precisava pagar pelos meus pecados e Graças ao amor de Jesus por nós, ele pagou. Foi grande a viagem empreendida por Jesus para ultrapassar a imensurável distância que separa a divindade da humanidade, e fez isto na Cruz, que jamais poderia ser comparada a uma poltrona de primeira classe.

O Cordeiro de Deus morreu em nosso lugar, e com a sua morte, anulou a força que o testemunho do diabo tinha contra nós. O supremo Juiz não leva mais em consideração o que Satanás tem a dizer contra nós durante o processo de nosso julgamento. O Tribunal Supremo já nos declarou como inimputáveis; ou seja, o acusador não pode mais nos processar. Por isto o punhal da morte foi tirado das mãos do diabo.

Cristo tirou das mãos do diabo, o aguilhão com o qual ameaçava nos torrar em um inferno cortante e muito quente. No entanto, Satanás será o primeiro e o principal ingrediente a cozinhar naquele caldeirão.

Ubirajara Crespo

domingo, 8 de dezembro de 2013

Mandela, o último herói

A revista "Isto É" publicou uma foto de Mandela, como o título de "o ultimo herói". Será que eles acabaram mesmo ou mudaram de perfil?

Mandela aparecia com simplicidade e desfrutou de estadias atrás de grades comuns, por ter defendido causas nobres, e não não me pareceu explorar o tema com o objetivo de obter lucro. 

Fechou a fábrica deste tipo de herói?

Parece que as prancheta destas novas fábricas reestilizaram o "tipo" de boneco a ser consumido pelo grande público. Sua aparência foi enriquecida com a artificialidade do botox, dos procedimentos cirúrgicos, roupas de marca, passagens pelo Supremo Tribunal Federal, enfermidades fabricadas, aposentadorias forçadas, aviões, carros de luxo, salários polpudos, dinheiro na cueca, na Bíblia, cadeiras de rodas voando durante suas espetaculares aparições na TV, aparato de segurança, autógrafos, endividamento de suas instituições religiosas, palacetes na Europa ou Boca Raton e asilo político em outros países após sentença de prisão.

Parece incrível, mas o anti herói também consegue exercer um grande fascínio por parte do público. O componente religioso desta fórmula ajuda, ao invés de exorcizar. Conseguem misturar publicidade pessoal com privacidade. Uma das características deste novo boneco é a sua capacidade de associar, com incrível destreza, o acesso do público durante seus espetáculo ao distanciamento da sua vida privada. O público se contenta com, apertos de mão, abraços, sorrisos plásticos e fotos tiradas à distância de sua vida íntima. Não há palavras, mas bumbuns de fora, sungas e cuecões.

Os anti heróis também sobem nos púlpitos e não se contentam com um público ouvinte cujo número alcance menos do que quatro ou cinco dígitos (9.000, 25.000, 50.000).

São maestros que alcançaram o e status de excelência na regência do grande público e desenvolveram incrível capacidade de causar grandes comoções. Para que insistir na simplicidade do Evangelho se podemos lhe acrescentar ornamentos glamorosos? Se o público se empolga mais com a forma do que com o conteúdo, portanto vamos dar a ele aquilo que gostam. Aprendemos isto com os programas de auditório onde vemos pouca roupa, muitas insinuações, muito rebolado, agito, ritmo e letras sem qualquer sentido.

Se você pensa que não há mais o que inventar, espere mais alguns anos. Só acho que está na hora de pisar no breque, mudar de rumo, fazer todos os retornos necessários e valorizar a essência da Fruta do Evangelho, sem valorizar demais as máquinas que dão o polimento da casca, mas as que ajudam a extrair o suco.

Ubirajara Crespo

Estou sob nova direção! 

E você, para onde vai? 

sábado, 7 de dezembro de 2013

A santificação do suborno

Pv 17.23. "O ímpio tem prazer em aceitar às escondidas qualquer suborno, a fim de desviar o rumo da justiça".

Aceitar suborno é um comportamento que revela a natureza intima de quem se comporta como subornável.

Me preocupo também com o caráter de quem alimenta a indústria do suborno, oferecendo envelopes por baixo das mesas. Principalmente, se o dono do envelope for um pastor, uma associação religiosa, uma Igreja ou missão.

Antes dar a sua opinião, verifique se o grupo religioso ao qual está ligado, comete este tipo de infração.

Creio que um cristão de verdade, jamais usaria os dízimos para alimentar a impiedade.

Alguns dizimistas, para se livrarem desta carga na sua consciência, escolhem bem a instituição onde depositarão seus dízimos, outros criam mecanismos mentais que aliviam a sua consciência (minha responsabilidade chega até o cofre das ofertas, daí para a frente não é mais comigo) enquanto outros, baseados na crença de que a Igreja é feita com pessoas e não com estatutos, CNPJ's e contratos sociais, destinam seus dízimos para pessoas envolvidas na Obra de Deus, não para instituições.

Ubirajara Crespo