A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

domingo, 13 de outubro de 2013

Quer se encher do Espírito?

- Espírito Santo, enche-me. 
- Com o maior prazer, meu filho.
Então eu me coloquei em uma posição receptiva, com os braços estendidos, semblante contrito, e esperei.
- o que você está fazendo, filho?
- estou recebendo, Senhor.
- quem te ensinou esta pose?
- lá na Igreja todos fazem assim. Respondo.
- Quem estaciona em frente a bomba de gasolina, desliga o motor, abre o tanque e espera o frentista fazer todo o trabalho é automóvel. Você é gente. Tem cabeça, mãos, pernas, fala, abraça, ri, chora, lê, ama, varre, caminha, vê, sente e se aproxima.
- uai!!!!
- leia a Bíblia, se envolva, exerça misericórdia, abra o seu bolso para o necessitado, aconselhe, pague o mal com o bem, reaja à provocação com mansidão, etc, etc, etc. Esta é a postura certa para me entregar o controle da sua vida.
- Obrigado Senhor, por me ensinar que passividade com  tombo no Espírito, rizada santa e mãos levantadas não fazem sentido sem amor.
Tenho de participar. O resto não passa de religiosidade e foguetório litúrgico.  
Ubirajara Crespo

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Influência exercida pelo exemplo

Bom dia para todos.

Estou feliz com a visita de 3 de meus netos, que ficarão conosco até quarta feira. Já tomei um coquetel de vitaminas pra aguentar o tranco e me preparei física e espiritualmente dando voltas e mais voltas no lago, durante as quais orava. Acrescentei abdominais, flexões flexões e polichinelos. Acho que agora dá pra encarar.

Já ouvi a história onde o Noé beliscou os animais, para que entrassem na arca, assisti desenhos do discovery Kids e até tomei nasceu (parará ti bum).

Não sei mais o que poderá acontecer, mas é sempre uma surpresa.

Sei que eles estão me observando e serão influenciados pelos meus gestos, manias e atitudes. Foi assim que aprenderam a arrotar, fingir que estão assoando o nariz na hora do almoço e a!limpar o salão com o dedo mindinho. Estou transmitindo para eles uma educação digna dos chiqueiros mais elegantes.

Dessa vez pretendo lhes ensinar algo que preste. Talvez uma reação amorosa, um gesto de piedade e alguma história bíblica. Isto pode acontecer durante situações não planejadas, onde reagimos movidos por Impulsos implantados pelo conhecimento da Palavra ou que vieram embutidos na minha carne.

Estão em Stand by, esperando pela situação certa para ligar a reação que foi implantada em nós. O Implante pode ter ocorrido pela convivência que tive com o Senhor durante estes meus 47 anos vivendo com ele, ou por dar vazão a carne contaminada pelo pecado.
Gosto de fazer isto em situações inesperadas, porque as preparadas são artificiais e podem ser ensaiadas. Para a situações A, a reação A1, para a situação B, a reação B1, e assim por diante. Não quero passar a minha vida como se estivesse em um palco.
Que viva a natureza do novo homem.

Ubirajara Crespo

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Meus Super Poderes

Isaías: 43. 2. "Quando passares pelas águas, Eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando caminhares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti".

A invulnerabilidade nos transformaria em super heróis, mas o seu efeito colateral é o riscos de nos tornamos soberbos. Podemos desenvolver uma sensação de superioridade, de Mega ou de pertencer a uma categoria superior.

O poder de passar pelo fogo sem nos queimamos e pela água sem nos molharmos, seria o MUST. 

O milagre mais útil, neste caso, seria o da humildade e não as demonstrações públicas de poder.

Ubirajara Crespo

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A oração insistente

Lucas: 11. 7. "E o que estiver dentro da casa lhe responda: ‘Não me incomodes. A porta já está fechada, e eu e meus filhos já estamos deitados. Não posso me levantar e dar-te o que me pedes’.  8. Eu vos afirmo que, embora ele não se levante para dar-lhe o pão por ser seu amigo, por causa da insistência se levantará e lhe dará tudo o que precisar".

Jesus ensina perseverança na oração.

Esta passagem parece nos ensinar que a oração será atendida mediante disponibilidade nossa insistência, o que daria a entender que em alguns casos podemos fazer com que seja feita a nossa vontade. No entanto me parece que Jesus está comparando a oração que ele nos ensinou com esta que o personagem desta parábola nos ensina. A maioria das parábolas respondem a algum tipo de questionamento sobre ou dúvida por parte dos presentes. São histórias inventadas de improviso, onde os personagens são fictícios e levam o ouvinte a procurar saber com qual deles se parece.

Esta parábola veio precedida pela citação de uma porção do Sermão do Monte, na que Jesus nos ensinava como orar. Este discurso está registrado na íntegra em Mateus 5, mas aqui, estranha e/ou estrategicamente, Jesus deixou de fora a seguinte declaração: "Seja feita a tua vontade".

Concordamos com o salmista quando afirmou que Deus está atento ao nosso clamor (Sl 34:15), mas não entendemos, que ele esteja disposto a responder petições feitas sem calcular possíveis incômodos que uma bomba embrulhada para presente pode trazer.
Hoje a Anastácia pode parecer a melhor esposa que você poderia arrumar, mas mas Deus sabe exatamente como ela será daqui a cinco anos. O mesmo se aplica a escolha da profissão, da residência e dos amigos. Somos constantemente pressionados a escolher o que é mais vantajoso, mas com o tempo, estas decisões exigirão adaptações morais, que hoje, não estamos dispostos a fazer, mas amanhã, quem sabe?!?!?!

Não creio que Deus jamais permitirá que eu faça uma escolha errada. Ele só ceia conosco se abrirmos a porta do nosso lar para ele. A empolgação, o fascínio, a necessidade e a urgência podem precipitar algumas de nossas escolhas, mas não deveríamos deixar de lado, os princípios que norteiam nossas vidas. No caso do personagem da parábola ele optou pela impertinência, insistência, desrespeito pela tentativa de impor as suas próprias escolhas.
Melhor se submeter a vontade de Deus do que tentar torcer o seu braço. Continue a fazer escolhas motivadas por princípios e não por pressões externas. Isto não significa que precisaremos rejeitar tudo o que é gostoso, mas tudo o que faz mal.

Ubirajara Crespo

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Espíritos familiares

Os espíritos familiares são provavelmente demônios que se aninharam em famílias onde encontraram um ambiente propício para se alojarem e executarem ações devastadoras. Não admitem perder sua posição e influência e para conseguirem uma cadeira cativa tentam convencer a todos em seus rituais. Manipulando mentores humanos, também chamados de médiuns, enviam mensagens que influenciam as suas decisões e favorecem o seu domínio sobre a família durante muitas gerações. Sentem-se bem em meio à podridão e baixos instintos da alma e procuram manter e renovar hábitos enraizados no dia a dia da família. Ofensas, traição, procrastinação, traição, doenças, disputas e falências que criam a necessidade de dar golpes, estão entre as suas preferidas.

Ora aconselham uma união, que eles mesmos desfizeram e mais adiante fomentam uma nova separação. Usam situações do cotidiano como iscas atraentes balançantes que estimulam o pedido de ajuda e criam ligações com a pessoa carente. Conhecem hábitos, assuntos e palavras que foram ditas no ambiente familiar e são capazes de cita-las durante uma falsa sessão onde invocam sinais de parentes mortos e são capazes de imitar as suas vozes. Alguns mentores, apesar se aplicam a sua pratica religiosa com sinceridade, alguns são aproveitadores, e outros se aproveitam das informações mais intimas dadas por estes espíritos, para manipular e obter presentes. Há também, aqueles que praticam estas coisas conscientes como servos voluntários do diabo.

Neste aspecto é bom enfatizar que demônios possuem uma moral dirigida pelas circunstâncias e não por princípios. Estão dispostos a prejudicar ou a beneficiar, escolhendo a pratica que os leve mais rapidamente a obter o que desejam
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Ubirajara Crespo