A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

UM BANHO DE AMOR:

2Coríntios 9: "Pois quanto à ministração que se faz a favor dos santos, não necessito escrever-vos; porque bem sei a vossa prontidão, pela qual me glorio de vós perante os macedônios, dizendo que a Acaia está pronta desde o ano passado; e o vosso zelo tem estimulado muitos!

Este tipo de ministração não se faz com palavras. mas com o coração. Funciona melhor assim. 



Falar e fácil, mas colocar a mão no bolso e repartir o que tem na mesa não é pra qualquer um. Tem de ser muito macho e amar demais.

Esta atitude mereceu um rasgado elogio de Paulo. 

Eu gostaria muito de receber um elogio desses. Mas antes preciso fazer por merecer. 

Nada e mais estimulante do que um gesto de amor vindo de quem nem é meu parente. 

Preciso incorporar este costume, principalmente porque já senti os efeitos deste tipo de socorro em minha própria pele.

Minha carne já recebeu este banho de amor.


quarta-feira, 4 de maio de 2011

OBRA DE SUPERFÍCIE



Obras de superfície elegem políticos mas não conferem autenticidade de obreiro. Me refiro a grandes movimentos, Mega igrejas, multidões, curas, exorcismos e exposição na mídia. Jogadas de efeito conferem grande visibilidade, impressionam a galera e dão lucro. Obras de fé não aparecem na vitrine, não hierarquizam e não canonizam.

Desde o início, a intangível fé salvadora sofreu oposição diabólica através da doutrina da salvação pelas obras. Este tipo de doutrina foi o alicerce em cima do qual diversas formas de compensações foram construídas.

Abraão, conhecido como pai da fé e de um povo que buscava a salvação pelas obras, não cria na eficácia do esforço próprio. Ele não embarcou nesta furada.

"Que, pois, diremos ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne?" (Romanos 4.1). A resposta não poderia ser mais óbvia.

O mesmo critério é aplicado ao galardão, que premia e bonifica a quem fez hora extra e extravasou, mas não foi movido por impulsos carnais.

Podemos nos envolver tanto com um personagem imaginário, que ações escusas deste mesmo personagem pareçam justificáveis. Coisa do tipo: "Se é para o Reino, tudo vale".

Por mera conveniência, mas de propósito, o senhor deste falso reino chama a si mesmo de "Jesus", mas diferente do original, governa com leis adaptáveis e aceita compensações. 

Neste sistema toda ação, inclusive a mentira, que é de paternidade duvidosa, se justifica, caso promova uma boa causa. No país das maravilhas cada um tem a sua interpretação particular das Escrituras.

Alguns "executivos religiosos" apresentaram o seu currículo para Jesus: "Em teu nome expulsamos demônios, distribuímos bens entre os pobres, etc, etc, etc" (Mateus 7). A lista de feitos era longa, e segundo eles, faria com que a balança pendesse mais para o seu lado bom do que para o lado mau.

A resposta do Mestre foi curta e grossa: Não vos conheço!

O nome de Cristo, se usado com dramaticidade, parecerá uma documentação espiritual capaz de convencer a quem não possui instrumentos de detecção de última geração. 

MENSAGEM VÍDEO


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