Duelo entre o apêndice e o coração
A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
NÃO DEIXE PAPAI NOEL ROUBAR A CENA
O VERDADEIRO ESPÍRITO DO NATAL
Quando nos aproximamos das festas natalinas, começa a crescer dentro de nós um sentimento estranho ao qual chama-se por aí, de espírito de natal. Na realidade trata-se de um misto de emoções que de uma hora para outra invade nossa alma
É como se estivéssemos fechando para um balanço da vida. Olhamos para dentro e avaliamos perdas e lucros existenciais e de repente uma sensação de nostalgia nos toma e nos entristece, fazendo-nos pensar na diferença entre o que deveria ser e o que é na realidade. Nesta hora vêm à mente os sonhos da juventude, o que conseguimos realizar e o que ainda está por se conseguir. Alguns sentem-se amuados porque a qualidade e a quantidade dos presentes diminue a cada ano que passa e isto não parece nada bom.
Para engrossar ainda mais este caldo, percebemos que as comemorações da passagem de ano estão próximas, que a vida está se encurtando e que ainda resta pouco tempo para chegar onde desejamos ir. Neste momento acrescentamos a esta receita, um ingrediente de frustração e alguns chegam a perceber dentro da alma, uma pitadinha de desespero, medo e pressa.
O espírito de natal, conforme é concebido pelo mundo é na realidade, uma sensação desagradável, talvez por isto muitos o comemorem dentro de garrafas de vinho e champanhe, rodeados por assados, presentes, árvores enfeitadas e coisas do gênero. Uma tentativa de construir, pelo menos por uma noite, um mundo feito de papel crepom, embrulhos coloridos e sonhos. Uma verdadeira fuga realidade.
Como povo de Deus podemos e devemos restaurar o verdadeiro espírito de natal. A família, reunida em torno do nascimento de Jesus, meditando nas realidades espirituais que pela encarnação do Verbo de Deus podem ser experimentadas pelo homem comum.
Este é o verdadeiro Natal. Um tempo de alegria e comemoração durante o qual desencavamos em nosso interior poderes espirituais latentes colocados em nós pelo próprio Deus. Em família podemos redescobrir nossos potenciais, avaliar nosso poder de fogo e direcionar nossos rumos de forma otimista.DINÂMICAS DE GRUPO
Sugiro algumas dinâmicas para a sua noite de natal. São formas descontraídas de dizer o que se pensa a respeito das possibilidades de seus familiares. Estas dinâmicas podem ser feitas na sua noite de natal e até mesmo durante as festas do ano novo. Tentativas de exorcizar o espírito falso do natal e introduzir anjos de Deus em seu lar. Estão no livro Mutualidade a dinâmica da vida.

Natal é tempo de profetizar, isto é, de fazer afirmações positivas a respeito de nossos dias futuros e incentivar uns aos outros a continuar andando rumo a um futuro certo. Profetizar em família, é algo que pessoas que se conheçam bem, podem fazer, mesmo que não tenham grandes discernimentos espirituais. Profetizar é declarar que o outro tem potenciais, é ajudá-lo a acreditar em suas próprias possibilidades e incentivá-lo a ir em frente.
“Porque, como imagina em sua alma, assim ele é” (Pv.23.7).
QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CORAÇÃO.
JULGAMENTO OU DISCERNIMENTO?
1Ts 5.21,22: "...julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal".
Nos últimos dias será mais difícil perceber a diferença entre o bem e o mal. Sem esta percepção será difícil saber se a roda é de escarnecedores ou não e poderemos perder a bem-aventurança prometida.
"Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Salmo 1.1).
A linha entre o bem e o mal se tornará tênue, imperceptível e multiforme, mas preservará a essência.
Como Rei dos Disfarces, o diabo e seus agentes tomarão o formato necessário para conquistar o seu público. Será capaz de desfilar com vestes apostólicas e/ou angelicais.
"... falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz" (2Coríntios 11.13,14).
Será grotesco para quem gosta e sedutor para quem se delicia com o pecado. Parecerá humilde para quem odeia gente metida, bruxo para os esotéricos, pastor para os cristãos e rabino para os judeus. Tudo ao gosto do freguês e adaptável como uma sombra.
Será capaz de realizar truques e metamorfoses espetaculares, só para enganar você. Admite e incentiva conversões, desde que as multidões o promovam.
A Bíblia previne que o inimigo se infiltrará até entre os escolhidos. Sua natureza híbrida dificultará o julgamento e a escolha do bem. "... porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos" (Mateus 24.24).
Nas comunidades dominadas por traficantes, crimes hediondos são minimizados pela distribuição de cestas básicas. Na igreja o enriquecimento ilícito é espiritualizado pela capa da "prosperidade" e justificada com os resultados. Quase um rouba mas faz.
As trevas e a Luz estão cada vez mais parecidas.
O significado da palavra julgar precisa é exercer o discernimento. É certo que somente Deus pode dar o veredicto, mas nos ordena a abrir bem os olhos para reter o que é bom.
O Corpo foi presenteado pelo Espírito Santo com pessoas capazes de exercer o dom do discernimento. Eles encontram na Palavra os critérios para julgar e as reações a serem tomadas.
Perdoe, ampare e suporte quando há arrependimento, mas "não se associe com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador" (1Coríntios 5.11).
A Bíblia autoriza a Igreja a decidir como tratar o ferido, disciplinar o pecador e, em casos extremos, classificar alguém como publicano e pecador (Mateus 18.15-17).
Para reter o que é bom, se faz necessário julgar, mas quem bate o martelo final é Jesus. Somente o Cordeiro que foi morto sará o Leão que decidirá o destino eterno do pecador. Neste trono somente Jesus pode se assentar.
Ubirajara Crespo
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