A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor. Tudo o que vem dele, é permanente. O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.
2Co 12:1: Se é necessário que me glorie, ainda que não convém, passarei às visões e revelações do Senhor.
Paulo estava consciente de que as marcas do apostolado não devem ser mostradas com o objetivo de se gabar, embora houvesse quem agisse deste modo. O seu discurso foi motivado pela acintosa apresentação de credenciais falsas pelos falsos obreiros.
O que estava em jogo não era uma disputa pessoal, mas a tentativa de afastar o verdadeiro apóstolo do seu caminho para criar uma vaga a ser preenchida por quem se candidatava como dominador do Rebanho e não como seu cuidador.
Títulos não deveriam funcionar como se fossem armas de atque, trincheiras defensivas ou campos de forca que ligamos quando assediados, confrontados ou refutados. Foram concedidos a quem conserva a sua guarda aberta e construiu um caminho livre para quem procura conforto, estímulo, cura, alegria, paz e abraçar boas causas. Na realidade não existem títulos dentro de um Corpo, mas funções. Títulos distanciam e criam classes, enquanto os dons, quando vistos como tarefas, agregam.
Dons sao mensagens construídas e atachadas em nossa estrutura interior para expressar o mais puro amor e formular a mais perfeita sincronia. Nosso amado mestre, Jesus nos convida para sermos luz do Mundo, sal da Terra e água da vida. Uma fonte interior a jorrar continua e eternamente, de nos para o mundo.
Categorias sociais sempre existiram, e o
peso da sua presença é algo que carregamos desde que o mundo é gente.
Cada uma possui seus mecanismos, que de alguma forma defendem seus
interesses particulares: sindicatos de classe, representação política,
poderio econômico, palanques e discursos.
Desde
que não comecem a atropelar umas as outras ou usarem meios escusos para a
sua subsistência, nada mal. Cada uma luta com as armas de que dispõe.
O comando do movimento parece não levar em conta alguns destes
princípios universais. Não falo de indivíduos gays, mas dos seus
comandantes, que, como as demais classes, nem sempre colocam em seus
lábios os interesses e a opinião da classe, como um todo.
Dividir para ganhar, parece uma boa tática, mas nos cristãos, não
podemos adota-la. Inúmeras tentativas, já foram registradas pela
historia, de provocar o povo contra a Igreja de Jesus.
Quando me refiro a Igreja de Jesus, não entenda que esta expressão como
sinônima de Denominação. Igreja é organismo, denominação é organização.
Não há nenhuma organização, religiosa ou não, que tenha recebido a
incumbência de representar o Povo de Deus.
Sua
tática preferida é um discurso construído em cima de frases de efeito
que visam convencer o publico de que somos intolerantes.
O discurso fundamentalista de defensores da causa Gay, apresenta sinais
de preconceitos e de fraseologia demagoga. Declaram que a pregação dos
pastores incita a homofobia, chegando a dizer que nossas mãos estão
sujas do sangue dos homossexuais.
Não entendo como
alguém que use de linguagem tão discriminadora, quanto este rapaz, se
ache no direito de cobrar de alguém um comportamento que ele mesmo não
adota. Vamos orar para que o coração desta pessoa não se endureça para a
derrubada dos muros que nos separam.
Muitos dos
ativistas distorcem o discurso do Evangelho por desconhecimento de todo
conteúdo da nossa conduta pastoral, que é acolhedora e pacificadora.
Embora reprovasse o comportamento promíscuo, Jesus convivia, sem pejo,
com os desclassificados pela religiosidade farisaica, e nos devemos
imita-lo, e ficamos contentes quando nos aproximamos deste tipo de
pessoa. Infelizmente há aqueles que deturpam, propositadamente, nossas
declarações, citando frases fora de contexto, objetivando fortalecer
seus preconceitos religiosos. Se conseguirem nos enquadrar em algumas
destas leis, o próximo passo será enquadrar a Bíblia como um livro
homofóbico.
Já que estamos definindo termos n
vamos fazer o mesmo com a Homofobia, que agora, ganhou um novo
significado, passou a ser qualquer tipo de declaração que não aprove o
movimento gay.
A tendência atual é forçar
aceitação da homoafetividade, a ponto de se dispor ao relacionamento
íntimo com eles. Na realidade não existe ELES e NOS. Somos apenas
pessoas que conseguem conviver com vizinhos com opiniões diferentes das
nossas. Precisamos de coragem para reprovar todo comportamento
incoerente com as Escrituras e de muito amor para dar aos seus
praticantes.
Devemos, no entanto, rejeitar
qualquer movimento discriminador, tipo: Ou você é um de nos, ou é
inimigo. Este pensamento incita o uso de mordaças, pressões, ameaças,
uso do poder estatal e levantes sociais.
O que
devemos fazer? Pegar em armas? Usar das mesmas táticas de combate? A
Igreja verdadeira faz isto? Simplesmente amar, pois esta é a única forma
digna do nome de Cristo, que podemos usar. Só quem não é cristão esta
livre para mentir, incitar, ferir, ameaçar e provocar.
Somos livres para amar, apenas isto. E foi para este tipo de liberdade que Cristo nos chamou. Quer mais?
Deixemos as manifestações depreciativas, o sectarismo, a mentalidade
tribal, a atitude classista e/ou separatória, o linguajar discriminador,
o comportamento excludente e discursos que incitam a disputa. Este tipo
de gente não é crista, é inimigo infiltrado.
Diante de toda esta
algazarra em torno de nomes de pastores como Marcos Feliciano e Silas
Malafaia digo apenas o seguinte: Estes dois, mesmo juntos, representam
uma pequena fração do povo evangélico no pais e jamais a toda a nação
evangélica. Não os conheço pessoalmente, por isto não consigo
defende-los, nem ataca-los. Creio, no entanto, que como cidadãos
brasileiros, e não como evangélicos, tem todo direito de dar a sua
opinião.
Veja um exemplo típico de um discurso que parece tão discriminador quanto o discurso homofóbico:
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Itamaraty: Libertação de Missionários Brasileiros presos sem Senegal”
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Fazemos
um apelo para o governo do Senegal que liberte os cidadãos brasileiros
José Dílson da Silva e Zeneide Moreira Novais, presos desde novembro de
2012 por acusações comprovadamente infundadas, após apurações realizadas
pelas autoridades locais. Mesmo inocentes de tais acusações, permanecem
ainda encarcerados, com o habeas corpus negado.
Apelamos também às autoridades públicas do Brasil, à Presidenta Dilma
Rousseff, à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e ao
Itamaraty, que intervenham em favor da liberdade imediata desses dois
compatriotas que estão sofrendo nessa nação irmã por prestarem ajuda
humanitária através de um projeto social que oferece abrigo, alimentação
e ensino para crianças e jovens de rua.
Não podemos admitir que pessoas que empenham suas vidas junto aos desfavorecidos e excluídos sejam vítimas de tamanha injustiça!
José
Dílson trabalha há 21 anos no continente africano (13 anos em Guiné
Bissau e há quase 8 anos no Senegal) como membro e dirigente da ONG ABC
(Aide Internatinale Aux Enfants) e da APMTS (Associação Presbiteriana de
Missões Transculturais no Senegal).
Cristão engajado na causa dos pobres e necessitados da África, Zé Dílson tem participado e realizado às seguintes ações:
Em Gunié Bissau:
•Ajudou a construir uma das maiores escolas de Guiné Bissau (Escola
JOCUM). Desde 1991 milhares de crianças já foram beneficiadas,
atualmente com 700 alunos inscritos.
•Construiu vários centros nutricionais, com o apoio do PAM, ADRA e
outras organizações, distribuindo diariamente alimentação para mais de
300 grávidas e crianças com desnutrição na cidade de Gabu e arredores.
No Senegal:
•Criou a Escola ABC, que apoia e beneficia centenas de famílias através
da educação de seus filhos. Esta escola hoje conta com 200 alunos
inscritos, da pré-escola até o quarto ano. Crianças do ensino elementar
recebem alimentação diariamente, estudando em tempo integral das 8 às 15
horas.
•Contribui na inserção social através do esporte, com quatro escolinhas
de futebol em Dakar e no interior, nas quais participam 120 meninos.
•Fundou o Projeto Obadias, que conta com um orfanato-escola para meninos
em situação de abandono social. O projeto contribui para o
desenvolvimento humano e social de menores que viviam nas ruas do
Senegal, oferecendo abrigo, alimentação e ensino.
No dia 06 de Novembro de 2012, José Dílson e Zeneide (diretora do abrigo
de menores que faz parte do Projeto Obadias) foram detidos na cidade de
Mbour e posteriormente enviados a um presídio na cidade de Thies. Eles
foram presos após a queixa do pai de um dos jovens apoiados pelo
projeto, desconte de ver o filho tornar-se cristão.
José Dilson mora com sua esposa e filhos dentro do Projeto Obadias, numa
zona rural de Dakar, e nunca teve problema de ordem judiciária ou
passagem pela policia. No momento, se encontra com a saúde debilitada,
pois sofre de diabetes, compartilhando a cela com dezenas de outros
presos em condições que fazem agravar o seu estado físico.
Que perigos José Dilson e Zeneide podem oferecer para a sociedade senegalesa que lhes negou a liberdade provisória?
Apelamos para que a justiça do Senegal faça valer os direitos desses
brasileiros que tanto amam seu país e lhes conceda liberdade e anistia
imediatas.
To:
Macky Sall, Presidente do Senegal
El Hadji Abdoul Aziz Ndiaye, Embaixador do Senegal no Brasil
Katia Gilaberte, Embaixadora do Brasil em Dacar
Embaixada do Brasil em Dacar
Antonio Patriota, Ministro das Relações Exteriores do Brasil
Dilma Rousseff, Presidente do Brasil
Por
favor, intervenham pela libertação imediata do José Dílson da Silva e
Zeneide Moreira Novais, presos injustamente desde novembro de 2012 no
Senegal. O governo brasileiro e o Itamaraty já intervieram com muito
mais efetividade em outros casos para pedir a extradição de brasileiros
no exterior. Este caso tem um agravante: eles são inocentes e são
missionários que atuam há mais de 20 anos em…