A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

sexta-feira, 25 de março de 2011

TRIBUNAIS


TRIBUNAL DE CRISTO
 
"Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal" (2Coríntios 5.2).

Este tribunal é para os cristãos, e Paulo entende que ele mesmo terá de comparcer diante dele para receber o prêmio a que teve direito pelo bem ou mal que
 tiver feito.

Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. (João 3.18)

O tribunal de Cristo não é um julgamento condenatório, mas premiador. O nosso corpo transporta valores bons e ruins e aquele que está assentado no Trono, fará um balanço final de como prestamos o serviço de entrega enquanto estivemos na Terra.

E por falar nisto, você tem alguma entrega para fazer hoje? Será boa ou má?

TRONO BRANCO: 

Este tribunal estará esperando por aqueles que negaram a Cristo. Ainda há tempo de se livrar disto. Tome a sua decisão de se entregar a Cristo enquanto ainda habita no corpo.

E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles.
E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.
E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.

E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte.
E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.
Apocalipse 21

segunda-feira, 21 de março de 2011

O GRÃO DE MOSTARDA

Mt 13.31: Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando nele, semeou no seu campo; o qual é, realmente, a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.

Na realidade o grão de mostarda não era a menor de todas as sementes, pois há outras, como a semente da salsa, que são indubitavelmente menores. Era usada na balança, como a menor medida de peso, possível. Havia a possibilidade de negociar ouro, por exemplo, no peso de um grão de mostarda (Leia mais em Jo 21.8). a Mostarda era menor grão permitido como medida de peso.

Algumas espécies da região cresciam a ponto de se transformarem em árvores, o que é considerado, por alguns, como uma anomalia, uma mutação. Seguindo esta linha de raciocínio, teríamos uma hortaliça se transformando em árvore, e usada para ilustrar uma séria mudança de natureza e propósito.

Esta interpretação ganha peso, se considerarmos que ao mencionar as aves do céu, a Bíblia geralmente descreve aves de rapina. A Igreja, que antes tinha peso de hortaliça, ganhou corpo e passou por uma metamorfose que a transformou em uma instituição que procura ter peso político através de alianças questionáveis. Nesta árvore pousaram aves que transformaram almas em moeda de troca.

Algumas destas novas espécies encontraram ambiente favorável a sua preservação e utilizam o fortalecimento de seu galho como trunfo e barganha política. Usam a sua oratória e o seu canto para manipular, enriquecer e se promover. O que deveria ser capacitação para o serviço a favor dos santos, se transformou em arma de sedução. Onde deveria se abrigar o colibri pousou o urubu. O crescimento não é ruim, mas no momento, não estamos preparados para ele.

Talvez esta geração ainda veja crescimento transformado em avivamento. Não se sabe se ocorrerá uma mutação retroativa ou uma queimada geral da terra para o plantio de algo novo. Eu apostaria na segunda opção, pois a reforma do que está condenado é um empreendimento que nunca deu certo (Veja Ap 18). O Dia de Cristo está chegando, e não dá para perder tempo fazendo pintura nova em parede velha. Talvez a nossa geração possa voar para os ramos da hortaliça original, e fazer um pouso seguro para a sua alma (Mais informação em 1Co 5.6).

Ubirajara Crespo






sexta-feira, 18 de março de 2011

ULTRAPASSANDO OS LIMITES:

Então disseram os homens de Bete-Semes: Quem poderia subsistir perante este santo SENHOR Deus? E a quem subirá de nós? 1 Samuel 6:20

Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu te não lavar, não tens parte comigo. João 13:8

Os habitantes de Bete-Semes foram além do que lhes era permitido ao abrir a arca olhar para o seu interior, algo que somente um grupo seleto poderia fazer.  

Este grupo era composto por guardiões da mesma lei da qual Jesus não acrescentou nem tirou nem i nem til.

As consequências foram pesadas e difíceis de suportar. Estabelecer doutrinas, atitudes e comportamentos litúrgicos não previstos nas Escrituras é ultrapassagem de limites. 

Prática que prolifera em muitos ambientes eclesiásticos.

A Igreja é a guardiã da Sã Doutrina e da pureza de propósitos. Cuida para que a Palavra seja interpretada e obedecida corretamente.

Se ela não cumprir com a sua missão, se tornará um sal insípido, perderá seu propósito original e será desprezada pelo Noivo.

De muitas maneiras a falsa noiva gerou e continua gerando abominações doutrinárias e segundas intenções.

No passado as grandes heresias eram rejeitadas, mas hoje são toleradas.

Se a mesma epidemia (hemorróida) lançada sobre os homens de Bete Semes pegar na Noiva, o entupimento poderá ser total, gerando apodrecimento interior de todas as estruturas eclesiásticas.

ATENÇÃO: O Dia da Noiva será um dia de cura. Prepare-se!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Disque Perseguição Religiosa

Um número telefônico para perseguir os que se opõem ao homossexualismo

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cru

O Brasil não tem uma lei que tipifique como crime a oposição ao homossexualismo. O PLC 122/2006, que pretende isso, foi desarquivado graças a um requerimento da Senadora Marta Suplicy (PT/SP) [1], eleita com o apoio de Gabriel Chalita [2], membro da Canção Nova.

Porém, mesmo antes de o PLC 122/2006 ser aprovado, o governo Dilma já criou um “serviço” de perseguição àqueles que desaprovam o vício contra a natureza. No dia 29 de fevereiro de 2011, a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, anunciou que o Disque 100, número gratuito que recebe 24 horas por dia, ligações em defesa dos direitos humanos em todo o país, passaria a receber denúncias de “ações homofóbicas” [3]. São palavras da ministra: “Vamos criar uma rede de contatos em parceria com estados e municípios, com o objetivo de obter dados mais reais de casos de homofobia no país e garantir que os culpados sejam investigados e punidos”.

Note-se que, mesmo sem previsão legal, a ministra já quer dar punição aos que não encaram com naturalidade as condutas antinaturais. Quem denuncia não precisa preocupar-se, pois é garantido o “sigilo da fonte”. Portanto, no final do segundo mês da posse de Dilma, seu governo já instalou a perseguição religiosa baseada em ligações telefônicas gratuitas e anônimas. Os que professam a fé cristã devem estar preparados para um policiamento semelhante à KGB soviética e à Gestapo nazista. Alguns exemplos ajudarão a esclarecer a gravidade do quadro.

1. A Santa Missa está sendo celebrada. Durante a homilia, o sacerdote faz alusão ao primeiro capítulo da carta de São Paulo aos Romanos, que condena fortemente o homossexualismo, tanto feminino quanto masculino (Rm 1,26-28). Cita as palavras do Apóstolo segundo o qual o entregar-se a “relações contra a natureza” (Rm 1, 26) foi o castigo daqueles que “trocaram a verdade de Deus pela mentira” (Rm 1,25). Nesse momento alguém passa pela frente da igreja e se sente incomodado com a pregação. Dirige-se a um telefone público e denuncia o celebrante “homofóbico”.
2. Uma mãe de família, preocupada com a integridade moral das crianças, resolve não admitir uma lésbica para trabalhar como babá de seus filhos. A candidata ao emprego, vendo-se frustrada, pega seu telefone celular e denuncia aquela senhora por essa “ação homofóbica”.
3. O dono de um estabelecimento comercial pede que se retirem dois homens que estão praticando atos obscenos. Eles saem, mas procuram imediatamente um telefone para denunciar o comerciante que não tolera a “diversidade sexual”.
4. O reitor de um seminário descobre, espantado, que um dos seminaristas é homossexual. Ele havia tentado seduzir um dos colegas, mas este levara o caso à reitoria. Diante do reitor, o homossexual confessa sua conduta. Com caridade, mas também com firmeza, o reitor decide afastar esse estudante do seminário. O Bispo diocesano apoia essa decisão. Inconformado, o ex-seminarista disca para o governo denunciando como “homofóbicos” o reitor, o bispo e o colega que não se deixou seduzir.

Por ora, sem uma lei “anti-homofobia”, é difícil imaginar o que o governo poderá fazer contra os cidadãos denunciados. Pois, segundo preceito constitucional, “não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal” (art. 5º, XXXIX, CF). Parece que o “Disque Homofobia” foi criado em previsão (e em preparação) à aprovação do PLC 122/2006. Tudo está preparado para a instalação do terror depois que a lei for aprovada.

Os militantes pró-homossexualismo, para ganhar adeptos a sua causa, tentam mostrar estatísticas (verdadeiras ou falsas) de homicídios ou lesões corporais praticados contra pessoas homossexuais. Dizem que é indispensável criar uma lei para coibir essa “onda de violência”.

Lamentavelmente, nem todos os cristãos sabem se posicionar com firmeza diante desse argumento. Alguns dizem que tal lei é necessária, mas não admitem que as penas propostas sejam tão severas. Outros dizem que a lei é desnecessária, uma vez que a legislação penal já pune os crimes contra a vida, a integridade física e a honra dos cidadãos. Quase ninguém atinge o núcleo da questão para dizer que a proposta de lei não é apenas “desnecessária”, mas totalmente absurda. Imaginemos a história seguinte.

Brasil sem ebriofobia?

O governo brasileiro se mostrou preocupado com o alto número de bêbados vítimas de homicídio, lesão corporal ou injúria. Considerando esse quadro como fruto de um “preconceito” contra os ébrios, o presidente lançou o programa “Brasil sem ebriofobia”. O objetivo foi convencer a população a respeitar a opção “beberal” de cada um, sem privilegiar o comportamento abstêmio em relação ao comportamento alcoólatra. Para isso, foram promovidas passeatas de “orgulho ébrio”, nas quais os bêbados, portando garrafas de aguardente, eram calorosamente acolhidos pelos governantes. Nas escolas, as crianças passaram a aprender que ser ébrio ou ser abstêmio eram duas orientações “beberais” legítimas. Ninguém deveria considerar o alcoolismo como um vício ou como uma doença. Nem a sobriedade podia ser considerada uma virtude. No Congresso Nacional foi aprovada uma lei “antiebriofobia”, que considerou crime qualquer manifestação contrária aos alcoólatras. A lei passou a punir com penas especiais os homicídios, lesões corporais e injúrias quando a vítima fosse um ébrio. E assim, os bêbados ficaram livres de um “preconceito” que pesava sobre eles desde muitos séculos.

Analisando a história

O caso narrado acima é evidentemente absurdo. Se o ébrio tem direitos, os tem apenas na qualidade de pessoa, mas não na qualidade de ébrio. A embriaguez não acrescenta – nem pode acrescentar – direitos ao cidadão normal. O absurdo da fictícia lei “antiebriofobia” era querer dar direitos a um vício. Se um bêbado é morto, o homicida deve ser punido, conforme a legislação penal. Mas é absurdo que o autor do crime receba uma pena extra pelo fato de a vítima ser alcoólatra. O mesmo se diga das lesões corporais e injúrias praticadas contra um ébrio.
O que a embriaguez e o homossexualismo têm em comum? Vejamos esta passagem da primeira carta de São Paulo aos coríntios: “Então não sabeis que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não vos iludais! Nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os injuriosos herdarão o Reino de Deus” (1Cor 6,9-10). A Palavra de Deus elenca, portanto, entre os que não terão parte no Reino de Deus tanto os ébrios (“bêbados”) como os homossexuais (“efeminados” e “sodomitas”).
Se um homossexual é assassinado, o homicida deve ser punido. Mas é um absurdo que a lei imponha uma pena especial pelo fato de a vítima ser homossexual. O mesmo se diga de alguém que espanca um homossexual. Não tem cabimento que o autor responda por um crime mais grave do que a lesão corporal prevista no Código Penal.
O núcleo do PLC 122/2006 é que ele, pela primeira vez na história legislativa brasileira, pretende dar direitos ao vício. Em nosso país isso é inédito, embora já existam coisas semelhantes em leis estrangeiras, com efeitos desastrosos.

O amor aos pecadores

Os pecadores têm um lugar especial no Cristianismo. Jesus disse textualmente: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. [...] Com efeito, eu não vim chamar justos, mas pecadores” (Mt 9,12-13). Ele, que acolheu a mulher adúltera que estava para ser apedrejada (Jo 8,2-11) e o ladrão que fora crucificado ao seu lado (Lc 23,39-43), não rejeitaria um homossexual penitente. Certamente, Ele o perdoaria dizendo: “Vai, e de agora em diante, não peques mais” (Jo 8,11).
O auxílio que Jesus veio trazer aos pecadores é libertá-los do pecado. Afinal, disse Ele, “quem comete pecado é escravo” (Jo 8,34).
O PLC 122/2006 pretende, não libertar os homossexuais, mas consolidar sua escravidão. Longe de estimular uma verdadeira mudança de conduta (“conversão”), o projeto pretende glorificar o vício contra a natureza. Numa total inversão de valores, ele pretende que sejam punidos como criminosos aqueles que censuram o comportamento antinatural.

sábado, 12 de março de 2011

A NATUREZA AGONIZANTE NOS LEVA À UM PONTO SEM VOLTA


  • PONTO SEM VOLTA: 
    Receio que Deus esteja mandando um recado para o mundo através de um povo que interfere de forma cruel na ecologia do planeta. Há pouco tempo publicamos filmes mostrando massacres cruéis e irracionais feitos contra golfinhos e baleias, e os japoneses surfavam na crista desta onda.

    Não sou cientista nem juiz, mas me parece óbvio que a vida marinha sofre um grande desiquilíbrio neste momento. 



    Toda sujeira jogada no mar, a extinção de várias espécies marítimas, os vazamentos de petróleo são trazidas pelo homem, maior predador do planeta. Nada disto era parte do plano original do Criador de todas as coisas.


    Ou paramos de brincar de deuses, ou esta megalomania nos destruirá. 


    O plano da serpente, de fazer com que cada um pense que poderá ser como Deus, está dando certo (Gênesis 3).

    Veja esta reportagem: 12/03/2011 06h49 - Do G1, com agências internacionais





    A sede pela grandeza é um vício que jamais será saciado, pois cada nova conquista nos faz pensar que podemos ir mais adiante. Toda conquista conseguida mediante este tipo de motivação, nos enterra em abismos cada vez mais profundos.

    Estamos muito perto do ponto sem volta, mas você sabe que chegou a hora de pular fora deste barco e remar contra esta maré.
    Filinhos, não amem o mundo nem as coisas que nele há, caso contrário, perderá a sua humanidade e a sua eternidade (Apóstolo João).
  • É a própria natureza agredida quem está reagindo contra seus agressores. Desastres ecológicos, como o do Japão, podem ser os precursores daquilo que a Bíblia chama de Início das dores, ou a grande tribulação.



    A natureza aguarda ansiosamente a libertação final dos Filhos de Deus.

    A interferência nos processos naturais de preservação ambiental embutidos na natureza provoca uma reação automática. Estes sinais, segundo Jesus, precedem à grande tribulação.
    E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu (Lucas 21:11) 

    Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares (Mateus 24:7).

    Ainda não estamos presenciando a ira final de Jeová. Quando isto ocorrer, não estaremos mais debaixo deste sol, estaremos acima dele, pois já teremos sido arrebatados, preservados deste momento.



    Ubirajara Crespo

    Leia sobre isto no meu livro Operação resgate.