A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Como o culpado pode ser declarado inocente ?

Romanos 1.17 Porque no evangelho é revelada, de fé em fé, a justiça de Deus, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.

O Evangelho revela a justiça de Deus a todos os que, pela fé, foram considerados justos. Posição que, segundo o mesmo Evangelho, é transmitida por decreto e não pelos nossos méritos.

É pela graça que somos salvos, mediante a fé, e isto não vem de nós, vem de Deus (Efésios 2.8). Nem a fé, que temos é mérito nosso, pois é gerada pelo Espírito Santo. Fé, uma vez implantada, produz energia suficiente para nos transformar em árvores frutíferas.

A fé não é um motor híbrido, impulsionado por vários combustíveis e ligada a diversas fontes de energia.
Paulo sabia que fé sem obras é morta, isto é, não existe. Trata-se de uma árvore sem essência, sem conteúdo: mera casca! Falta para esta fé litúrgica a sua fonte geradora e mantenedora: Jesus! Por isto ela é incapaz de salvar.

Se eu pudesse produzir fé e obras capazes de me salvar, eu seria o meu próprio salvador e a morte de Jesus teria sido o grande erro. Se a variedade, a intensidade e a insistente prática de rituais pudesse me salvar, a morte de Jesus em meu lugar seria totalmente desnecessária. Bastaria praticar e crer na força geradora que existe nos rituais e pronto.

A salvação é iniciativa de Deus e não nossa. Parte dele e não de nós. É uma medalha de hora, mas não ao mérito, mas ao amor gratuito de Deus.

Romanos 1.18 Pois do céu é revelada a ira de Deus contra toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça.

A justiça de Deus é imputada e não conquistada, quando admitimos a culpa. Em acirrada oposição contra este plano de salvação, estão os que tentam justificar as suas injustiças com atenuantes do tipo: – Eu estava muito nervoso naquela hora. – Fui pressionado pelas circunstâncias. – Fui provocado até o meu limite. – A minha mentira evitou que grandes problemas ocorressem. – Não sou de ferro.

É aquela velha história: – Explica, mas não justifica! O crime foi cometido, seja qual for a situação que me pressionava naquele momento. A prova está ali: O cadáver, a intriga, a vingança, a incompetência moral, a inveja, o ressentimento, a gravidez, a ambição...

Lembre-se de que não existe um meio de ocultar provas, quando o juiz é o próprio Deus. Nada está encoberto para Ele, sejam estas evidências de caráter objetivo ou subjetivo, visível ou invisível, material ou imaterial.

Minhas explicações só servem para atenuar o meu sentimento de culpa e me justificar perante mim e meus iguais, mas não diante de um Deus que vive no Reino dos absolutos e não dos relativos. A justiça de Deus se manifesta contra todo e qualquer ato de injustiça.

O mais incrível em tudo isto é que o mesmo juiz que, baseado na lei, tem o direito e a autoridade para condenar, oferece libertação àqueles que, ao invés de alegar atenuantes, confessam. Bem diferente de um tribunal humano, onde a confissão simplifica o trabalho de um juiz, oferecendo-lhe argumento suficiente para condenar.

A sua sentença foi proferida no momento em que, admitindo o seu pecado, você recorreu a Jesus, o seu advogado de justiça, que intercedesse junto ao supremo juiz.

No tribunal celestial ocorre mais ou menos este tipo de conversa: 

– Pai! Ele admitiu a culpa, mas eu me ofereci para ser condenado em seu lugar. Segundo nós combinamos, a sua confissão o habilita a absolvição total. 

Diante disto o Supremo juiz responde: – O que está combinado está combinado. Pode bater o martelo e declará-lo inocente. Neste momento o inferno estremece mais uma vez, como acontece sempre que este veredito é proferido.

Ubirajara Crespo

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

OPERAÇÃO NAÓS 2011 RESISTÊNCIA ZERO


OPERAÇÃO 2011 RESISTÊNCIA ZERO

Na passagem do ano, não deixe de dedicá-lo a Jesus.

Ore comigo

Senhor Jesus, tu és o dono da minha vida, do meu tempo, do meu espaço, das circunstâncias e de quem está comigo nesta jornada.

Reitero meus votos de dedicação total a quem não me deu meia vida, meia morte e meio amor.

Neste ano a minha resistência à tua influência será ZERO.

Amém

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O LADRÃO DOS SONHOS

CUIDADO COM O LADRÃO DO ANO BOM




Ele armou algumas ciladas e não permitiu que você fosse bem sucedido em algumas áreas. O objetivo é fazer com que tenha receio de tentar de novo e diminuir, temporariamente, a sua tenacidade e perseverança.


Pena que você caiu, mas foi só por alguns dias.


PENSE NISTO:


1.Deus permitiu que o inimigo colocasse um empecilho porque você não estava preparado para lidar com aquela vitória. 
Tem gente que tem o olho maior do que a barriga. Mel demais lambuza quem tem vergonha de usar babador.

Comer mel demais não é bom; assim, a busca da própria glória não é glória (Provérbios 25:27)

2.Se você tivesse feito esta conquista, se acomodaria e perderia algo maior, mais adiante.

Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais (Jeremias 29:11)

3.Não era o dia nem a hora da bênção. Será que foi precipitação?

Porventura não são direitos os meus caminhos, ó casa de Israel? E não são tortuosos os vossos caminhos? (Ezequiel 18:29)

4.Primeiro cresça, depois apareça. Quem aparece antes de crescer, cai na malha fina da soberba.

Porque pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um (Romanos 12.3).

Depois não reclame se houver algum tipo de desconto no galardão. 


Só existe um modo de acumular novos pontos e aumentar o seu ganho:

O galardão da humildade e o temor do SENHOR são riquezas, honra e vida (Provérbios 22:4)

Uma das estratégias mais usadas pelo inimigo é convencê-lo a apontar para alvos que ele sabe que você jamais atingirá. Seu objetivo é fazer com que fique frustrado consigo mesmo. 


Uma pessoa frustrada fica do jeito que o diabo gosta. 


Faça pontaria em alvos mensuráveis e compatíveis com as suas possibilidades. 


Feliz 2011


Ubirajara Crespo

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Niburo ou Nova Jerusalém?

Ap 21.2: "Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo". 

A nova Jerusalém virá do céu com tudo o que ela representa. Há quem entenda que a sua viagem rumo à Terra, já começou. Seu objetivo é resgatar definitivamente o propósito original da antiga Jerusalém. Vem para ser uma cidade digna de abrigar o trono do Rei dos reis e Senhor dos senhores.

O monte da Casa do Senhor será, finalmente, estabelecido no cume dos montes e naqueles dias os povos dirão: "Vinde, e subamos ao monte do SENHOR e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e a palavra do SENHOR, de Jerusalém" (Isaías 2.1-3). 

O cenário montado para esta superprodução será exportado do Céu. Jesus mesmo puxará a intransponível e transparente cortina que separará protagonistas de assistentes e salvos de perdidos. Ele virá com os seus santos, em glória e lançará curiosos alicerces de uma cidade quadrangular e flutuante, o Templo da Paz. Uma obra de engenharia capaz de deixar o Nyemaier de queixo caído.

E aquele assentado no seu trono dirá: "Eis que faço novas todas as coisas" (Ap 21.4).

Não precisaremos nos preocupar com cortes de energia por causa débito com a fornecedora de energia, pois "O Cordeiro é a sua lâmpada" (Ap 21.23).

Tamanha luminosidade fará com que todas as nações andem na luz da sua presença. As trevas não encontrarão uma caverna institucional para se esconder. Tudo o que ainda está oculto será revelado.  

Corre na Internet que astrônomos constataram a aproximação de um estranho planeta e calculam sua chegada para 2012. Ele procede de uma área encoberta no mapa cósmico do Google. Aproximando o foco, perceberam formas parecidas com edificações douradas.

Precisamos admitir a possibilidade de que pessoas vêem o que estão procurando descobrir.

Os mais apressados afirmam se tratar da nova Jerusalém e os ufologistas falam de contato imediato de todos os graus. O assunto, porém, merece um estudo mais aprofundado.

Pairam no ar, prenúncios sinistros para 2012, mas o dia e a hora é de competência exclusiva do Pai. Pode ocorrer a qualquer momento, a partir de agora. Não adie sua decisão nem um minuto mais. Estes vaticínios podem ser uma tentativa do inimigo de empurrar sua entrega a Cristo, para mais adiante, quando será tarde demais.   

Estou publicando aqui um vídeo que deve ser visto apenas como uma curiosidade e não como defesa de teses estapafúrdias. 


Os palpites são muitos, mas o mais aceito diz que a aproximação do planeta Niburo, em 2012, provocará os desastres anunciados em Apocalipse. Outro grupo acha que trará a Nova Jerusalém,  ouro diz que trará as duas coisas, e ainda há os que afirmam que há dois planetas diferentes: Um para Nova Jerusalém e outro para as pragas.


Antes de fazermos declarações apressadas, devemos esperar e pagar para ver como terminará este ato final.


Ubirajara Crespo



Ubirajara Crespo

sábado, 25 de dezembro de 2010

Comos saber a vontade de Deus?

PLANEJAR E DEIXAR NAS MÃOS DE DEUS:

Visitar uma Igreja e implantar nela frutos espirituais é, sem dúvida, um propósito digno de um enviado de Deus. Por alguma razão, porém, Paulo, o apóstolo, fora impedido, talvez temporariamente, de cumprir esta missão. Quem foi que fez isto? Deus, o diabo, ou as suas próprias escolhas?

Paulo parece mais interessado em plantar do que em saborear os frutos do quintal daquela Igreja. "Porque muito desejo ver-vos, a fim de repartir convosco algum dom espiritual, para que sejais confirmados" (Rm 1.11).

Depreende-se daqui, que nem sempre a pureza de propósitos é uma indicação segura de que algo deve ser feito ou de que chegou o dia e a hora de fazer. Nada havia nesta tarefa que provocasse a desaprovação divina, pelo menos aparentemente.

Há controvérsias aqui, e elas perdurarão até descobrirmos a fonte e o motivo desta imobilidade apostólica.

Este me parece mais um daqueles casos sem elucidação. Acredito, porém, que apesar de tanta vontade de acertar, não estamos impedidos de conjeturar. Vamos apenas tomar o cuidado de evitar tatear no escuro. Para tanto é preciso invocar uma declaração anterior de Paulo. Ele garantiu que em suas orações expressava sempre o desejo de ir à Roma, mas o faria apenas "pela vontade de Deus (Rm 1.10)".

Estou convicto de que devo conversar com Deus sobre os meus sonhos e expectativas, reconhecendo, porém, que nem sempre sei quais são os seus propósitos. Não faça o que Ele não mandou, nem deixe de fazer o que Ele ordenou.

Como agir nestes casos? Reconhecer que posso estar errado pode ser o ponto de partida, mas preciso de um ponto de chegada. Tão somente devo permanecer atento para alguma indicação diferente.

Não insista em fazer o que Deus não mandou. Antes de iniciar a viagem, não se esqueça de que a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Isto não significa que, de vez em quando, Ele não a empurre por nossa goela abaixo, como fez com Jonas.

Dependendo das circunstâncias, barreiras ou facilidades podem significar tanto aprovação quanto reprovação. Barreiras são impecílios removíveis, ou uma espécie de prova pela qual devemos passar. Também podem ser avisos de que não devemos continuar nesta direção.

Em todas as circunstâncias, nada como conhecer a Palavra e andar em perfeita comunhão com Deus para descascar qualquer abacaxi. Andar em comunhão é afinar a sintonia, cantar em uníssono com os anjos, e não esquecer de levar um diapasão para medir se o tom está correto. Comportamento típico de quem dança no ritmo do céu. Ele toca lá e nós dançamos aqui.

É assim que se constrói um feliz ano novo apostólico.

Está em formação um novo ano

Aproveite bem as oportunidades que ele lhe dará.

Ubirajara Crespo