A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A oração insistente

Lucas: 11. 7. "E o que estiver dentro da casa lhe responda: ‘Não me incomodes. A porta já está fechada, e eu e meus filhos já estamos deitados. Não posso me levantar e dar-te o que me pedes’.  8. Eu vos afirmo que, embora ele não se levante para dar-lhe o pão por ser seu amigo, por causa da insistência se levantará e lhe dará tudo o que precisar".

Jesus ensina perseverança na oração.

Esta passagem parece nos ensinar que a oração será atendida mediante disponibilidade nossa insistência, o que daria a entender que em alguns casos podemos fazer com que seja feita a nossa vontade. No entanto me parece que Jesus está comparando a oração que ele nos ensinou com esta que o personagem desta parábola nos ensina. A maioria das parábolas respondem a algum tipo de questionamento sobre ou dúvida por parte dos presentes. São histórias inventadas de improviso, onde os personagens são fictícios e levam o ouvinte a procurar saber com qual deles se parece.

Esta parábola veio precedida pela citação de uma porção do Sermão do Monte, na que Jesus nos ensinava como orar. Este discurso está registrado na íntegra em Mateus 5, mas aqui, estranha e/ou estrategicamente, Jesus deixou de fora a seguinte declaração: "Seja feita a tua vontade".

Concordamos com o salmista quando afirmou que Deus está atento ao nosso clamor (Sl 34:15), mas não entendemos, que ele esteja disposto a responder petições feitas sem calcular possíveis incômodos que uma bomba embrulhada para presente pode trazer.
Hoje a Anastácia pode parecer a melhor esposa que você poderia arrumar, mas mas Deus sabe exatamente como ela será daqui a cinco anos. O mesmo se aplica a escolha da profissão, da residência e dos amigos. Somos constantemente pressionados a escolher o que é mais vantajoso, mas com o tempo, estas decisões exigirão adaptações morais, que hoje, não estamos dispostos a fazer, mas amanhã, quem sabe?!?!?!

Não creio que Deus jamais permitirá que eu faça uma escolha errada. Ele só ceia conosco se abrirmos a porta do nosso lar para ele. A empolgação, o fascínio, a necessidade e a urgência podem precipitar algumas de nossas escolhas, mas não deveríamos deixar de lado, os princípios que norteiam nossas vidas. No caso do personagem da parábola ele optou pela impertinência, insistência, desrespeito pela tentativa de impor as suas próprias escolhas.
Melhor se submeter a vontade de Deus do que tentar torcer o seu braço. Continue a fazer escolhas motivadas por princípios e não por pressões externas. Isto não significa que precisaremos rejeitar tudo o que é gostoso, mas tudo o que faz mal.

Ubirajara Crespo

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Espíritos familiares

Os espíritos familiares são provavelmente demônios que se aninharam em famílias onde encontraram um ambiente propício para se alojarem e executarem ações devastadoras. Não admitem perder sua posição e influência e para conseguirem uma cadeira cativa tentam convencer a todos em seus rituais. Manipulando mentores humanos, também chamados de médiuns, enviam mensagens que influenciam as suas decisões e favorecem o seu domínio sobre a família durante muitas gerações. Sentem-se bem em meio à podridão e baixos instintos da alma e procuram manter e renovar hábitos enraizados no dia a dia da família. Ofensas, traição, procrastinação, traição, doenças, disputas e falências que criam a necessidade de dar golpes, estão entre as suas preferidas.

Ora aconselham uma união, que eles mesmos desfizeram e mais adiante fomentam uma nova separação. Usam situações do cotidiano como iscas atraentes balançantes que estimulam o pedido de ajuda e criam ligações com a pessoa carente. Conhecem hábitos, assuntos e palavras que foram ditas no ambiente familiar e são capazes de cita-las durante uma falsa sessão onde invocam sinais de parentes mortos e são capazes de imitar as suas vozes. Alguns mentores, apesar se aplicam a sua pratica religiosa com sinceridade, alguns são aproveitadores, e outros se aproveitam das informações mais intimas dadas por estes espíritos, para manipular e obter presentes. Há também, aqueles que praticam estas coisas conscientes como servos voluntários do diabo.

Neste aspecto é bom enfatizar que demônios possuem uma moral dirigida pelas circunstâncias e não por princípios. Estão dispostos a prejudicar ou a beneficiar, escolhendo a pratica que os leve mais rapidamente a obter o que desejam
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Ubirajara Crespo

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

NÚ, MAS DE MÃO NO BOLSO!

Quem entra assim na Igreja é o amante, que remarcou o dia da ceremÔnia do casamento. Ele tem pressa e não sabe que se precipitou. Acabou encenando uma excelente ilustração do reinado do Anticristo. 

Para fazer isto, raptou o verdadeiro noivo, pediu resgate e esbanja por conta. Só pode estar doente e de tal modo que ultrapassou o ponto sem volta. Pobre, nu e necessitado, mas não sabe. Com extravagâncias tenta esconder de si mesmo o seu verdadeiro estado de alma. 
 
Esta Igreja raptou o noivo, sustenta e adora o amante COM O DINHEIRO DO RESGATE. 
 
O noivo só mostrará a sua Glória no dia do casamento. 
 
Isto me faz lembrar do dia em que Moisés ficou muito tempo no monte e o povo construiu um bezerro de ouro para se divertir com ele.

Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; Apocalipse 3:17

Esta é apenas uma amostra do lugar para onde a grandiosidade eclesiástica pode nos levar.

É nesta área que ocorrem as mais sangrentas batalhas espituais e não nos lugares celestiais, atrás das bananeiras, monumentos e locais geográficos. O inimigo tenta desviar a nossa atenção para fora do olho do furacão, quando ele está entre nós. O pior de tudo isto é que alguns de seus protagonistas mais comprometidos com a mentia criaram seus ministérios particulares de Batalha Espiritual.

Chegamos ao clímax da falta de discernimento.

Ubirajara Crespo