A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

domingo, 29 de maio de 2011

Beatriz Abagge é considerada culpada em julgamento do caso Evandro

Defesa recorrerá da sentença para que a condenada cumpra a pena em regime aberto

Luciana Cristo, iG Paraná | 28/05/2011 17:56
O veredicto começou a ser lido pelo juiz Daniel Avelar logo após as 17 horas deste sábado, depois de mais de 31 horas de julgamento, em Curitiba, Paraná. Ela foi condenada por homicídio triplamente qualificado, agravado pelo crime ter sido praticado contra menor de 14 anos. A condenação de Beatriz encerra um dos capítulos mais conflituosos e extensos da história do Poder Judiciário paranaense, que já dura 19 anos.Beatriz Cordeiro Abagge, de 47 anos, foi condenada a 21 anos e quatro meses de prisão pelo assassinato do menino Evandro Ramos Caetano, que desapareceu da cidade de Guaratuba (litoral do Paraná), em 1992, então com seis anos de idade. Por 4 votos a 3, os jurados consideraram Beatriz culpada pela participação de um ritual de magia negra feito com partes do corpo do garoto.

Veja a cronologia do caso e a versão da defesa e dos acusados
Sala em que ocorreu o julgamento de Beatriz Cordeiro Abagge
Foto: Luciana Cristo, iG Paraná
Sala em que ocorreu o julgamento de Beatriz Cordeiro Abagge
Como Beatriz já cumpriu um sexto da pena (mais de três anos presa e outros quase três anos em prisão domiciliar), ela vai passar o restante da pena em regime semi-aberto. A defesa prometeu recorrer para que ela possa responder em regime aberto. O recurso será apresentado nos próximos dias no Tribunal de Justiça do Paraná.


Mais que uma decisão, o juiz Avelar afirmou durante a leitura do veredicto que este último julgamento do caso é importante para acabar com a agonia que pairava sobre o caso - e sobre a família do menino - há tanto tempo. Disse ainda que espera que casos mais recentes não demorem tanto para dar uma resposta aos envolvidos e à sociedade, pela dor que causa às famílias.


Este foi o segundo julgamento do caso pelo qual Beatriz passou. O primeiro ocorreu em 1998, quando ela - junto com a mãe, Celina Abagge - foi absolvida pela dúvida que pairava sobre a identidade do cadáver encontrado em um matagal de Guaratuba. Outras três pessoas foram condenadas e mais duas absolvidas pelo crime. Celina não precisou passar por esse novo julgamento por ter mais de 70 anos e, por isso, o crime já ter prescrito para ela.
Sentados na primeira fileira do plenário, Maria e Ademir Caetano, pais do menino Evandro, acompanharam todo o segundo e último dia de júri, emocionando-se em diversos momentos. Após proferida a sentença, Maria Caetano disse que sempre esperou por justiça. "O nome do meu filho agora fica em paz. Hoje ela (justiça) foi feita, mas o que aconteceu a gente nunca vai esquecer." Maria ainda ressaltou que nunca teve dúvidas de que o corpo encontrado era de seu filho. "O pai viu o corpo no IML e que pai não reconhece o próprio filho?", respondeu. "Continua a ser difícil, filho a gente não esquece, sente falta, sente saudade. É muito doído", completou.

Antes da sentença ser lida, Celina Abagge chegou a desmaiar. Ao final, Beatriz fez questão de sair pela porta da frente do Tribunal do Júri e de falar com a imprensa. "Eu não aceito, porque eu sou inocente.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A mentira é uma invocação demoníaca

Gênesis 12.10-20: E havia fome naquela terra; e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali, porquanto a fome era grande na terra.
E aconteceu que, chegando ele para entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora, bem sei que és mulher formosa à vista;
E será que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é sua mulher. E matar-me-ão a mim, e a ti te guardarão em vida.
Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma por amor de ti.
E aconteceu que, entrando Abrão no Egito, viram os egípcios a mulher, que era mui formosa.

O Egito foi um laço para o povo judeu. Um relacionamento que, apesar de começar sempre como um provável refúgio, com o tempo mostrava as garras da morte. 

Livramentos incríveis como o ocorrido pelas mãos de Moisés ocorreram com alguma frequência.

Satanás tentou destruir a nação de Israel pelo embrião, armando um laço mortal para prender o seu patriarca maior, sua origem.

Abrão não resistiu à pressão de mentir. Ele pensou: Uma mulher tão bonita como Sara, será um provável objeto de desejo dos egípcios que procurariam eliminar o único obstáculo para a sua conquista; o marido, mas não o fariam com o irmão.

Abrão acabou atirando no próprio pé e gerou uma situação de forte constrangimento, que praticamente transformou um aliado em virtual vingador.


Feriu, porém, o SENHOR a Faraó e a sua casa, com grandes pragas, por causa de Sarai, mulher de Abrão.

A mentira é um ritual que, mesmo feito sem esse propósito, invoca a paternidade do diabo.

A verdade liberta, mas dói e muitos insistem em eliminar a dor, mesmo que com isso sejam eliminados os benefícios que a verdade traz (2Co 4.2).

MESMA MENSAGEM EM VÍDEO

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terça-feira, 24 de maio de 2011

DIA DOS NAMORADOS


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Até onde Podemos Ir?
Dizem que casamento é como carro: dependendo da quantidade de combustível colocada no tanque, ele terá uma autonomia maior ou menor. Jesus disse à mulher samaritana que ela poderia alcançar um estado de espírito tal que todas suas sedes seriam saciadas e iria mais longe do que tinha chegado até aquele instante em seus casamentos.
As expectativas geradas no espírito são saciadas; mas as expectativas geradas na carne nem sempre são supridas. Jesus é a fonte geradora tanto dos sonhos quanto de seu suprimento.
O que mantém um casamento aceso? Qual é o combustível que dá a ele força para atingir altas quilometragens? Momentos de alegria, o sexo, o dinheiro, as viagens, os filhos, móveis novos e jantares a dois, funcionam como aditivos. O amor deve ser alimentado; caso contrário, morrerá de inanição.
Elementos como a mesmice, a frieza, a indiferença e o silêncio podem provocar sujeira no carburador. Tudo isso pode produzir corrosão e fazer o combustível escoar.
Não é só de compromisso que vive um casamento, muito embora este seja, talvez, um de seus componentes mais importantes. Nessa receita, há ingredientes que somos forçados a engolir: momentos de calor, frieza, fartura, pobreza, alegria, tristeza, entendimento e desentendimento.
A disposição de ambos para fazer os ajustes necessários, entretanto nos faz passar incólumes por todos esses sabores. Costumo dizer a Lídia que ficaremos juntos não apenas até que a morte nos separe, mas também até que o arrebatamento nos aproxime ainda mais definitivamente.

Ubirajara Crespo