A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

A mentira é uma invocação demoníaca

Gênesis 12.10-20: E havia fome naquela terra; e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali, porquanto a fome era grande na terra.
E aconteceu que, chegando ele para entrar no Egito, disse a Sarai, sua mulher: Ora, bem sei que és mulher formosa à vista;
E será que, quando os egípcios te virem, dirão: Esta é sua mulher. E matar-me-ão a mim, e a ti te guardarão em vida.
Dize, peço-te, que és minha irmã, para que me vá bem por tua causa, e que viva a minha alma por amor de ti.
E aconteceu que, entrando Abrão no Egito, viram os egípcios a mulher, que era mui formosa.

O Egito foi um laço para o povo judeu. Um relacionamento que, apesar de começar sempre como um provável refúgio, com o tempo mostrava as garras da morte. 

Livramentos incríveis como o ocorrido pelas mãos de Moisés ocorreram com alguma frequência.

Satanás tentou destruir a nação de Israel pelo embrião, armando um laço mortal para prender o seu patriarca maior, sua origem.

Abrão não resistiu à pressão de mentir. Ele pensou: Uma mulher tão bonita como Sara, será um provável objeto de desejo dos egípcios que procurariam eliminar o único obstáculo para a sua conquista; o marido, mas não o fariam com o irmão.

Abrão acabou atirando no próprio pé e gerou uma situação de forte constrangimento, que praticamente transformou um aliado em virtual vingador.


Feriu, porém, o SENHOR a Faraó e a sua casa, com grandes pragas, por causa de Sarai, mulher de Abrão.

A mentira é um ritual que, mesmo feito sem esse propósito, invoca a paternidade do diabo.

A verdade liberta, mas dói e muitos insistem em eliminar a dor, mesmo que com isso sejam eliminados os benefícios que a verdade traz (2Co 4.2).

MESMA MENSAGEM EM VÍDEO

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terça-feira, 24 de maio de 2011

DIA DOS NAMORADOS


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Até onde Podemos Ir?
Dizem que casamento é como carro: dependendo da quantidade de combustível colocada no tanque, ele terá uma autonomia maior ou menor. Jesus disse à mulher samaritana que ela poderia alcançar um estado de espírito tal que todas suas sedes seriam saciadas e iria mais longe do que tinha chegado até aquele instante em seus casamentos.
As expectativas geradas no espírito são saciadas; mas as expectativas geradas na carne nem sempre são supridas. Jesus é a fonte geradora tanto dos sonhos quanto de seu suprimento.
O que mantém um casamento aceso? Qual é o combustível que dá a ele força para atingir altas quilometragens? Momentos de alegria, o sexo, o dinheiro, as viagens, os filhos, móveis novos e jantares a dois, funcionam como aditivos. O amor deve ser alimentado; caso contrário, morrerá de inanição.
Elementos como a mesmice, a frieza, a indiferença e o silêncio podem provocar sujeira no carburador. Tudo isso pode produzir corrosão e fazer o combustível escoar.
Não é só de compromisso que vive um casamento, muito embora este seja, talvez, um de seus componentes mais importantes. Nessa receita, há ingredientes que somos forçados a engolir: momentos de calor, frieza, fartura, pobreza, alegria, tristeza, entendimento e desentendimento.
A disposição de ambos para fazer os ajustes necessários, entretanto nos faz passar incólumes por todos esses sabores. Costumo dizer a Lídia que ficaremos juntos não apenas até que a morte nos separe, mas também até que o arrebatamento nos aproxime ainda mais definitivamente.

Ubirajara Crespo

domingo, 22 de maio de 2011

Revista evangélica demite pastor que defende união de homossexuais

Simpatia com o humanismo também foi citada na reunião dos os diretores da revista

Pastor Ricardo Gondim é demitido da Revista evangélica Ultimato por suas declarações sobre união entre homossexuais.

Ricardo Gondim informou em seu blog que os diretores da Revista Ultimato se reuniram com ele nesta semana para avisá-lo que sua participação como colaborador da revista seria descontinuada.

O líder da Igreja Betesda escreveu para a publicação por quase 20 anos e, de acordo com ele, essa decisão foi tomada por causa de suas declarações polêmicas dadas à Revista Caros Amigos apoiando a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

“Respeito o corpo editorial da Ultimato por não se sentir confortável com a minha posição sobre os direitos civis dos homossexuais. Todavia, reafirmo minhas palavras: em um estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis”, escreveu.

Além dessa declaração outras manifestações do pastor trouxeram certo desconforto para a redação da revista, diante da tragédia causada por um terremoto do Japão, Gondim postou mensagens no Twitter dizendo que Deus não teria o controle do mundo. Sobre esse aspecto o pastor escreveu: “Jamais escondi minha fé no Deus que é amor e nos corolários que faço: amor e controle se contradizem.”

Há tempos que Gondim se mostra mais a favor do humanismo do que do estilo “calvinista” que predomina as igrejas evangélicas do Brasil e esse foi outro ponto apresentado por uma das editoras da revista.

Para cópia deste conteúdo, é obrigatória a publicação integral do texto e a divulgação do link www.amigodecristo.com