A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

FINALMENTE O TEMPLO FOI CONSTRUÍDO

Figura do Templo 
de Jesuralém
Olha desde a tua santa habitação, desde o céu, e abençoa o teu povo, a Israel, e a terra que nos deste, como juraste a nossos pais, terra que mana leite e mel. Deuteronômio 26:15
Auxiliou a Israel seu servo, Recordando-se da sua misericórdia; Lucas 1:54


A fé de Israel estava localizada em um ponto específico da geografia do planeta (a Terra Prometida), mas também em um ponto específico do interior de cada um (o coração).

Para falar com Deus era preciso direcionar suas orações para os lados do Templo (Jerusalém), mas também era necessário ter fé. Dois aspéctos da fé: O visíviel e o invisível.

Jesus ampliou o conceito ao dizer que para falar com Deus devemos fazê-lo em espírito e em verdade. Não precisamos mais de templos nem de locais específicos para manter comunhão com Deus.

O Templo Cristão é um ajuntamento de pessoas e não de pedras, cimento e ferro.

Juntos, somos o Templo do Espírito Santo. Somos a matéria prima para a construção de uma nova Igreja, e quanto mais ligados uns aos outros estivermos, mais forte será esta construção.

Construir um local, sem construir a unidade de Corpo, é desperdício de tempo e dinheiro.

  • O lado visível da fé, hoje, são os nossos atos, são as nossas manifestações de amor, de alegria, de misericórdia que brilham diante dos homens.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

CULTO IRRACIONAL

"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo" (Romanos 12.1,2).

       
Proteja o seu cérebro

1. O culto é racional quando sabemos o que estamos fazendo ali e conservamos uma dose satisfatória de raciocínio.



2. Isto significa que devemos reservar espaço para o inconformismo (não vos conformeis). 

Nossa capacidade de julgamento deve ser preservada ao ponto de saber o que aceitar ou rejeitar.

Lubrifique seus neurônios
Nos últimos dias veremos a proliferação de manipuladores de público e indutores de delírios emocionais capazes de promover viagens incríveis.

Neste estado o púbico acredita que o animador daquele auditório religioso as ama profundamente, mesmo que não mantenham qualquer tipo de contato com ele.

Pessoas manipuladas por quem conhece técnicas de manipulação e linguagem neurolinguísticas, acreditam na pureza de intenções do controlador, mesmo que ele esteja enriquecendo com aquilo.

Não vê o distanciamento, mesmo que o sujeito esteja rodeado de seguranças.

Não percebe a soberba escondida por detrás de sorrisos plásticos.

Discernimento de espíritos, 
dom imprescindível. 

www.editoranaos.com.br
A técnica consiste em embotar a capacidade de análise utilizando-se de overdoses de emoções, surtos e choques religiosos, promessas de vitórias incríveis em batalhas e enfermidades vistas somente pelo manipulador. Sua voz é a manifestação da voz de Deus, e tememos duvidar de suas palavras e intenções, como se temêssemos o próprio Deus.

ESTE TIPO DE TÉCNICA PARALIZA O RACIOCÍNIO DE ATÉ MESMO DE QUEM POSSUI UM ELEVADO QUOCIENTE DE INTELIGÊNCIA.

O anticristo saberá como usar esta técnica e encontrará Igrejas preparadas para ele.

Ubirajara Crespo

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO

Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra essas coisas não há lei” (Gl 5.22, 23, grifos do autor).

A Bíblia identifica a Igreja como “... o precioso fruto da terra” (Tg 5.7), a concepção milagrosa de Jesus Cristo como: “... bendito [é] o fruto do teu ventre!” (Lc 1.42). A produção do verdadeiro cristão também recebe o símbolo de frutificação: “Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto...” (Jo 15.5). E a maneira mais segura de desmascarar um falso profeta é ensinada por Jesus Cristo nos seguintes termos: “Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7.20). Para Adão e Eva, havia um fruto proibido (Gn 3.3) e uma vez por ano o povo de Israel deveria comemorar a festa dos primeiros frutos (Lv 23.10).

Como vimos, a figura do fruto se presta para ilustrar muitas coisas, inclusive a maneira cristã de vivermos neste mundo (fruto do Espírito), e nesse caso a palavra fruto tem conotação de atitude, comportamento ou de um estilo de vida, que destaca as próprias características da natureza de Deus. Está em vista aqui os atributos comunicáveis do Senhor Jesus, que podem e devem fazer parte do nosso caráter, mas isso se nos submetermos ao comando do Espírito de Deus. 

O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO É FIDELIDADE

Paulo finaliza o versículo 22 com mais um aspecto do fruto do Espírito Santo, a saber: “... fidelidade...” (Gl 5.22). A palavra fidelidade significa exatamente o seguinte: “Qualidade de fiel, de permanecer firme em suas obrigações, crenças e convicções; observância estrita de promessas, deveres, obrigações, costumes etc.” (Dicionário Sacconi). O termo fidelidade é sinônimo de lealdade, constância, probidade e digno de confiança.

No original grego, a palavra fidelidade é pistis que também é traduzida por fé (Hb 11.1), mas de acordo com o contexto, pistis está mais associado à fidelidade, lealdade. O vocábulo denota uma espécie de confiabilidade que demonstramos com qualquer compromisso assumido. Quem realmente nasceu de novo sabe que precisa ser honesto, sincero, e fiel a Deus e aos seus semelhantes.

O termo grego pistis, traduzido em muitas outras passagens da Bíblia como fé, e aqui mais apropriadamente traduzido como fidelidade, nos faz entender que fé e fidelidade são como irmãs gêmeas idênticas. Visto que toda pessoa realmente de fé é fiel, e todo cristão fiel tem fé. Por exemplo, somente uma pessoa de fé cumpre o seu dever de devolver os dízimos e ofertas com fidelidade (Ml 3.10), mas sem esquecer-se de obedecer aos preceitos mais importantes da vontade de Deus (Mt 23.23; Mq 6.8). Isso significa dizer, que a verdadeira fé se mostra por meio de uma fidelidade completa. 

Confessamos e cantamos em nossas celebrações que Deus é fiel, de fato, o que fazemos é somente declarar uma verdade contida nas Escrituras e atestada por todos nós no dia-a-dia (Dt 32.4). Mas a questão mais crucial e que não se cala é: Somos fiéis? Cumprimos nossos deveres e compromissos com o nosso próximo, igreja e sociedade de uma maneira geral? O Espírito de Deus quer nos ajudar nesse ponto, desenvolvendo mais esse aspecto do Seu fruto.

Precisamos possuir caráter fidedigno, confiável. Integridade é um ponto indispensável para o cristão, sobretudo quando este for um líder (1Tm 3.2). Não somos perfeitos, mas precisamos ser fiéis. Pessoas fiéis também erram (Sl 37.23, 24). Deus rejeitou Saul como rei porque ele sempre justificava os seus erros (1Sm 15.14-23); Davi, ao contrário, sempre que convencido de pecado, assumia seus erros com humildade e arrependimento (2Sm 12.7-13). Por isso ele era um “homem segundo o coração de Deus” (At 13.22). 

O contrário exato de fiel é infiel. Na origem latina do termo (fides) fiel é “aquele em que se pode fiar, firmar”. Para comprar ou alugar um imóvel, por exemplo, exige-se um “fiador”, alguém que confirma, avaliza, abona a sua fidelidade. Se não cumprirmos as nossas obrigações, terminamos por trair a confiança que nos foi creditada e somos infiéis. Infidelidade faz parte do caráter do diabo (Jo 8.44), mas quem nasceu de novo precisa ser fiel, confiável, pois a “semente divina” está nele e não pode mais ser infiel (1Jo 3.8, 9).

Deus precisa de pessoas fiéis, confiáveis, íntegras (não perfeitas) para usar em Sua obra (1Co 1.26-30). Há um tipo de líder que a Bíblia chama de “adúltero”, pois, à semelhança dos cônjuges – que precisam ser leais ao voto de fidelidade que fizeram um ao outro ao se casarem – há muitos servos de Deus que vivem “traindo-o” (Tg 4.4; Lc 12.42-48). 

Será que estamos correspondendo às expectativas que Deus tem colocado em nós? O que fazemos com o ministério que Ele nos confiou? Se permitirmos ser dominados pelo Espírito Santo, a fidelidade não será uma utopia em nossas vidas e ministério, mas um estado constante!

Walter Bastos