A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.
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sexta-feira, 23 de março de 2018

Escolha sua gaiola preferida

Não sou pentecostal nem tradicional, calvinista ou arminiano, pois estas posições não existem na Biblia. Sou bíblicista. Não entro em nenhuma gaiola teológica e não me permito ser sufocado por qualquer tipo de limitação teológica. Se entrar em uma gaiola Calvinista, serei obrigado a crer em tudo que os calvinistas creem. O mesmo serve para a gaiola arminiana.

A Bíblia ensina a segurança da salvação, mas em casos extremos como a apostasia ela fala de perda da salvação. Só em casos extremos.

A Bíblia fala sobre predestinação e livre arbítrio. No entanto, em nenhum lugar a Bíblia diz, que alguém foi predestinado para o inferno. Faraó foi predestinado para resistir   a Moisés e construir uma cena na qual ele se tornou o vilão que provocou uma reação de Deus, mas não existe em toda a Bíblia qualquer insinuação de que ele foi para o inferno. No entanto a Bíblia diz que o inferno é real.

A predestinação na Bíblia é sempre positiva e aplicada apenas a algumas pessoas. Creio que cabem nela pessoas como Paulo, João, Mateus, Moisés, Elias, etc. O restante da humanidade está livre para escolher entre aceitar ou rejeitar Jesus.

Se eu entrar em uma gaiola teológica só poderei deixar entrar nela aquilo que Calvino ou Arminio disseram. Nenhuma dessas escolas está totalmente certa ou errada. O único sistema doutrinário inerrante é a Bíblia. Se eu me prender em uma gaiola pentecostal, precisarei crer que existem dois tipos de crentes na minha Igreja os batizados com o Espírito Santo e os não batizados (tipo A e tipo B), mas se me deixar aprisionar em uma gaiola tradicional, terei de acreditar, que os dons cessaram, que não posso demonstrar qualquer tipo de euforia litúrgica em público, etc.

Se existe um rótulo que eu permito carimbarem em minha testa é o de cristão. Este mesmo rótulo pode ser aplicado a qualquer pessoa que esteja dentro ou fora das gaiolas teológicas oferecidas pelo mercado.

Títulos, rótulos, gaiolas, escolas e qualquer outro sistema doutrinário limitador e excludente, eu rejeito veementemente.

Incluo todos aqueles que Deus incluiu e não me acho no direito de dizer quem está dentro ou fora.

Separo o mundo em apenas dois tipos de pessoas: aqueles a quem Deus aceitou e aqueles que o rejeitaram.

Não sou universalista, viu, pois este é apenas mais um rótulo.

Ah! quanto ao que dizem de mim, os que estão em gaiolas, não me importo com isso, eu os amo, assim como Jesus os amou.

Os tradicionais dizem que sou do fogo enquanto os pentecostais afirmam que solto uma fumacinha de vez em quando.
Rsrsrs. Eu apenas acho isso engracadinho.

Clique no Link e assista o vídeo.

https://youtu.be/WvONmwOfDx0

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Igrejas lotadas

Igrejas lotadas do que?

Ou Lotadas por quem?

Ubirajara Crespo



Por esta e outras, continuo afirmando, que multidão tem banco, mas não tem nome. Enquanto as cadeiras estiverem cheias, tudo vai bem, não importa quem sente nelas.

Mega igreja não passa de instituição e jamais se transformará em Corpo. Corpo eh multidirecional e por isso interage, multidão pro age unidirecionalmente. Todos olham para o púlpito, jamais para o lado. Sabe o nome do pregador, mas não sabe o nome do anônimo  ao seu lado. Ele é apenas uma fração componente da massa.

Algumas atividades interativas são feitas por desencargo de consciência, mas não misturam a massa. A centrífuga homogeiniza os componentes da receita, estimulando a comunhão. Ações construtivas são realizadas por grupos isolados, igrejas dentro de igrejas. Não há corpo, mas apenas um agrupamento de pessoas, uma massa descolorida, cujo nome é o nome da instituição.

Uma das marcas de uma instituição e a direção dada ao seu investimento. Coisas ou pessoas? Investe-se mais em mesas densos, ar condicionado e poltronas do que nas necessidades daqueles, que se assentam nestas poltronas.

De que Igreja você é?

Sou da Igreja tal.

Resposta errada!! Você deveria dizer, que frequenta eventos religiosos realizados na igreja tal, mas ela não é de ninguém, nem de Jesus, pois só existemum modo de saber se um grupo dempessoas pertence a Jesus: "nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros" (Jo 13.35). 

Segundo a Bíblia, no Céu, receberei uma pedrinha com um nome pelo qual serei destacado de todos os demais, o Supremo Pastor me chamar por este nome, nada pode ser mais pessoal do que isso. Não serei apenas uma pedra, mas terei uma pedra com o meu nome gravado nela (Ap 2.17).

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Quem acaba e quem Fica?

O que é a fé corporativa, amplamente praticada hoje em dia.

A Igreja não é uma instituição, mas... se quiser ter a sua existência reconhecida pelas leis nacionais, deve se comportar como se o fosse. Apresentar um estatuto, montar uma diretoria, se fazer representar na sociedade como uma entidade instituída, etc.

Na realidade, isto não passa de uma exigência legal. Se as leis do país passarem a exigir comportamentos e posturas, incompatíveis com a nossa lei maior (Bíblia), não devemos ter nenhuma dúvida de começar a agir na ilegalidade. Afinal, fé, amor, esperança, adoração e misericórdia não podem ser institucionalizadas, nem precisam ser registradas em cartório. Denominações, sim, precisam passar por este processo, mas a fé é pessoal, livre de prisões, muros de contenção e abismos ideológicos.

Falando aos Coríntios, Paulo disse, que com ninguém mais, teria uma ligação, que não fosse de motivação, propósito é cunho espiritual (2Co 5.16).

 "Por isso daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne; e, ainda que tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos desse modo". 

No momento atual, e principalmente a médio e curto prazo, não vejo qualquer necessidade da existência de denominações, principalmente em países onde os cartórios já não blindar mais a existência deste tipo de entidade. 

Não tenho com você, que é meu irmão em Cristo, uma ligação institucional, ao contrário, quero ficar longe de quem procura estabelecer vinculos corporativos. Neste sentido já obedeci a recomendação de Cristo, Que diz: "Sai dela povo meu".

O seu amor ausente, me faz muita falta, mas a instituição não me acrescenta nada. Registramos até mesmo a nossa existência pessoal (RM, CIC), mas o que cremos continuará vivendo, mesmo depois da nossa morte física, pois não precisa passar por estes registros para existir.

Governos, cartórios, congressos, bancadas evangélicas, senado, FBI, CSI, Polícia federal e o Supremo têm um tempo de validade curto, mas o amor...... Esse jamais acabará.

Ubirajara Crespo