A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Liberando as catracas

O cristianismo se apresentou ao mundo como um movimento capaz de requentar e ferver o sentido original do judaísmo. Começou bem, mas depois de adquirir seu patrimônio e se estabelecer conceitual e estabelecer influência geográfica, se transformou em um monumento sagrado, guardado a qualquer preço.

A preocupação com o folclore litúrgico superou a procura pelo comprometimento total com a Palavra. A prática ritualística equivaliam a atual carteira de membro. Perigo típico de toda fé formatada e institucionalizada.

Romanos 2.25: "Porque a circuncisão tem valor se praticares a lei; se és, porém, transgressor da lei, a tua circuncisão já se tornou incircuncisão".

A circuncisão, instituída para ser apenas um símbolo ou logotipo, foi transformada em essência. A religiosidade moderna é uma reedição desta tendência e tem gosto de café requentado. Valores como misericórdia, comunhão, fidelidade e amor não são cultivados em estatutos, mas nos corações.

O investimento no amor e na fé não acompanha os valores empregados nos metros quadrados das nossas construções.

Quanto vale um metro de longanimidade, dois de esperança e três de domínio próprio?

Tenho a impressão de que as primícias dos dízimos e ofertas estão enterradas a 7 palmos nos caríssimos alicerces dos monumentos eclesiásticos. Quando o movimento arrefece, o objeto de nossa dedicação é a estrutura. Isto dá a impressão de que algo está sendo feito. O monumento passou a ser um talismã, um bibelô. Lustramos a lataria e esquecemos de trocar o motor.

Se investirmos prioritariamente no reino de Deus, as demais coisas serão acrescentadas. Declaração que não parece combinar com as acirradas disputas por construir templos cada vez mais fabulosos. É muita obra de superfície.

Você já viu isto? Irmãos! precisamos levantar RS 10.000,00 para construir a paz em uma de nossas famílias. No outro domingo faremos uma campanha para preservar a santidade. Creio que isto combina mais com a natureza da nossa fé, mas eu também não vi.

Se, pois, a incircuncisão observa os preceitos da lei, não será ela, porventura, considerada circuncisão? (Romanos 2.26).

Não estou me rebelando contra as grandes organizações, mas contra a tendência de se transformarem em guardiões de vaidades, pompas, articulações políticas e financeiras. Deveríamos ser os guardiões da verdade, do amor, da esperança, da pureza e da fé compromissada.

Esta noiva sairá bem na foto ao lado de Jesus na sua vinda. Nós vamos subir, mas as estruturas ficarão com a mãe das meretrizes. Esta sabe, como ninguém, usá-las em seu próprio benefício.

Tem gente imaginando que a porta do céu é uma bilheteria, e que relatórios de feitos estruturais liberarão as catracas.

Ubirajara Crespo

domingo, 16 de janeiro de 2011

O DIA DA CAÇA TERMINOU, E A VEZ DO CAÇADOR SER CAÇADO

TRAGÉDIA QUE TRANSFORMOU SEU CAUSADOR EM VÍTIMA.

Deus criou a natureza conforme regras de preservação pré estabelecidas por Ele mesmo. Quando ao diabo, seu papel é alimentar nosso instinto destruidor.

Do lado dos humanos há quem se utilize da desgraça alheia para angariar doações que serão usadas para o seu próprio benefício.

Atitude que aumenta ainda mais a pressão sobre o gatilho da arma destruidora apontada contra nós.

Acredito que o cálice da ira de Deus está quase transbordando, não tem espaço para muitas gotas mais.

Nossas autoridades estão tentando passar adiante a responsabilidade da tragédia. Quem se deu mal e não conseguiu advogado de defesa foi a chuva. Só resta saber quem julgará esta meliente. Será o Supremo Tribunal que a condenará?

A próxima decisão será designar um cárcere e um carcereiro para este inflator.

Tenho a impressão de que todo dinheiro esbanjado com a corrupção poderia ter sido investido em preservação do ambiente e em prevenção. Este, no entanto, se tornou o plano de homicídio mais eficiente que já se viu. Os culpados nem serão citados.

Como representantes de Cristo, nosso dever é manifestar uma graça capaz de destruir as obras do diabo.

Este não é o momento de procurar culpados, mas solouções. Já chorei muito diante da televisão e dos noticários, mas o meu choro não ajudou ninguém.

Estamos estudando um modo de minimizar o sofrimento deste povo. Para que serve uma igreja que corre para seus templos para orar, mas se mantém à margem dos acontecimentos?
 

VEJA ESTA APRESENTAÇÃO E PASSE ADIANTE




ORIENTAÇÃO PARA DONATIVOS

RIO DE JANEIRO AID, 2000 TRAGEDY ALMOST 2000 DEAD BY STORMS. URGENT CARE OF SURVIVORS!

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

MODELOS RELIGIOSOS ENGARRAFADOS

ONDE ESTÁ O "SACA RÔLHAS"

Grupos religiosos se formaram e montaram esquemas fechados. Cada um deles tem um formato onde o crescimento é avaliado de acordo com a sua adaptação a este formato. Isto inclui a forma de louvar, de pregar, de cumprimentar, de falar e de vestir. Quanto mais parecidos com o esquema, mais você cresceu.


A única porta de saída para crescer e voar está fechada. O leão de chácara é o líder centralizador. Você cresce dentro do esquema religioso pré moldado montado por um caudilho. Ele é a rolha desta garrafa jamais ultrapassada.


Não importa o título que lhe dão. Pastor, missionário, bispo, apóstolo, patriarca. Nosso problema não é com o título, mas com o modelo imposto.


Esta pessoa nos impede até de olhar para Jesus, pois ele é colocado como um intermediário entre nós e Cristo, um degrau a ser alcançado antes de chegarmos a Jesus.



Há um só mediador entre Deus e o homem, Jesus Cristo. O líder deveria se manter na posição de facilitador, de porta sempre aberta para o crescimento, um trampolim e não uma rolha.

No Gênesis está escrito que cada um deve se reproduzir segundo a sua espécie. 

Por qual motivo os grupos apostólicos e outros modelos centralizadores podem ter vários pastores, mas somente um bispo, ou apóstolo ou vários apóstolos e um só patriarca?

Por que alguns grupos religiosos têm um pastor, vários presbíteros e diáconos? 

Será medo de ser ultrapassado? 

Acho que a coisa funciona mais o menos deste modo: - Se alguém chegar no meu nível eu preciso inventar um cargo maior e ser o primeiro a ocupá-lo.

A própria construção do salão de cultos é feita de forma a centralizar a atenção de todo mundo em uma única pessoa. Ele fala e os outros ouvem.

Sair deste ponto e chegar ao modelo atual de apostolado foi só uma questão de tempo. Gostaria de nem sequer ver o que ainda vem pela frente.

A apostolicidade moderna é apenas um dos títulos usados para reforçar a nossa sede de poder.
Em alguns ambientes o título de pastor já serve. Só muda o público alvo. O pastor domina uma igreja, o presidente dos jovens, uma parte dela e o pai domina uma família. O apóstolo tem seu domínio ampliado por que a sua sede é maior e a sua eficiência também.

O problema não está no título, mas no tamanho da sede pelo poder. No fundo, no fundo, é tudo farinha do mesmo saco.

Jesus abriu passagem ao dizer: Quem crer em mim fará as mesmas obras e ainda maiores.

Ele não dá fechadas e não teme ser ultrapassado. Sua posição está garantida pelo Pai.

Ubirajara Crespo

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

BESTEIROL RELIGIOSO EM LINHA DE PRODUÇÃO



Até onde podemos penetrar na misteriosa luz que revela a pessoa de Deus? Nesta busca podemos aplicar uma regra criada por Ele mesmo: "Pelos frutos ou obras o conhecereis" Tudo "o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre nós, porque Deus manifestou" este conhecimento" (Romanos 1.19).


Onde está o limite entre o finito e o infinito? Como ultrapassar a fronteira que separa os dois mundos?


Pois saiba que tudo o que cabe no espaço disponível em nossa cabeça está escrito na natureza. Esta revelação não é tão específica quanto a revelação escrita, mas é um começo, um ponto de contato, uma passagem para o etéreo.


"Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas" (Romanos 1.20). Isto torna toda a produtividade herética uma extrapolação indesculpável.


Heresia é fruto do pecado e não da busca sincera. Não passa de uma tentativa da criação de construir um deus alternativo, que seja segundo a sua própria imagem e semelhança. Ao desenhar este tipo de deus, fazemos uma vã tentativa de cozinhá-lo dentro de uma panela arquitetada por nós mesmos.


E assim montamos uma linha de produção de deuses contaminados pelas nossas distorções visuais do divino e por nossas próprias imperfeições. Mudamos a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível. Construímos imagens de deuses semelhantes a aves, quadrúpedes e répteis e colocamos (Romanos 1.23).


Com tantos deuses criados à nossa imagem e semelhança, só poderia dar no que deu e chegar onde chegamos!


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                           O TRANSE DA BUFUNFA                                    

 


Samuel Ferreira entra em transe com uma bolada aos seus pés



domingo, 9 de janeiro de 2011

GENUÍNA CARTEIRADA CRISTÃ



UM NOVO MANDAMENTO

Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.

Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.

Jesus termina estas últimas instruções confeccionando a nossa carteira de identidade. O amor é a sua matéria prima, não apenas aparente, nem mesmo uma imitação, pirataria ou material alternativo. 

É real.


Pode ser imitado, como ocorre com os perfumes e grifes. Pode ser uma maquiagem usada para esconder a nossa verdadeira cara, mas jamais será igualado.


Não é uma isca para fisgar os distraídos com o intuito de tirar deles alguma coisa. 


Paulo revelou em 1 Coríntios 13, que muitos são capazes de distribuir seus bens entre os pobres movidos por uma causa espúria e deturpadora, mas não por amor às pessoas.

A abnegação pode ser construída com material de procedência duvidosa.


O verdadeiro amor é resultado da habitação do Espírito Santo em nós. É um impulso irresistível, tão necessário para a sobrevivência da fé quanto é o ar que respiramos.

Se voltarmos ao primeiro amor, isto é, ao amor exalado por Jesus, experimentaremos o mesmo tipo de fé que é capaz de nos levar a fazer as mesmas obras que Jesus fez, e quem sabe, ainda maiores.