A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Nossa Religiosidade Decadente

DECADENTE GRAÇAS A DEUS

Muito tem sido falado a respeito da invasão satanista na igreja. Conversa vai, conversa vem, um grupo insiste em procurar sinais de que esta invasão é uma realidade. Instituições eclesiásticas de grande peso, se movem muito lentamente, principalmente quando se trata de assuntos voltados para a questão da batalha Espiritual. As pedras, neste sentido, têm se movido com mais eficiência, cumprindo uma ameaça do Senhor de substituir a religiosidade institucional por pedras.

Enquanto efetuávamos nossas profundas análises semânticas sobre o tema da invasão luciferiana, seus agentes se aproveitaram de nossa lentidão e, comendo pelas beiradas, se instalaram de vez. Faltou coragem e sobrou soberba. Coragem para separar o trigo do joio, uma operação arriscada, sem dúvida, mas necessária, desde que a façamos com precisão cirúrgica e estejamos dispostos a correr riscos. É assim que os médicos salvam vidas, agindo, e não pensando. Em uma avaliação rápida da nossa capacidade de reação, saímos perdendo por causa do temor dos riscos e da cura.

A fáuna demoníaca que se instalou nos ramos da mostardeira é incrivelmente variada e impôs costumes bizarros. Começando pelas bugingangas ungidas, passamos pela toalha suada, pelas declarações de prosperidade, pelo enriquecimento ilícito, caminhamos através da lavagem de dinheiro, deparamos com a gravidez indesejada causada pelo clero, recebemos unções penianas e vaginais, encontramos com o demônio da cocada preta, o da espiga de milho, participamos dos rodopios, e da unção da lagraticha, que nos aperta contra paredes. Como se não bastace, achamos demônios escondidos por detrás das bananeiras e aberrações nunca dantes imaginadas.

Somente a nossa soberba eclesiástica poderia nos fazer imaginar que somos invulneráveis a estas tentativas de infiltração. O triunfalismo parece ser a nossa tendência natural. A Igreja já foi sua vítima no passado, quando Constantino se aproveitou dela e infiltrou um sincretismo religioso que quase a destruiu. Depois disto vários tsunames e ventos de doutrinas têm encontrado guarita nos galhos desta mostardeira, que abandonou sua essência original, a de hortaliça e se transformou em uma grande árvore.

Sonhos de grandeza, muitas vezes estimulados por demônios se infiltram através de nossa soberba, nos fazendo delirar com visões de púlpitos dourados e de multidões arrebatadas. Sonhos que caminham na contramão dos projetos simples, mas eficientes gerados na mente da Pedra Fundamental. A grandiosidade nos coloca fora de controle e nos distancia da realidade do povo. Em um auditório não vemos rostos, só vemos números. Nesta simplicidade que a Igreja de Éfeso ganhou a Ásia e na sua soberba a perdeu.

Este tipo de religiosidade está decadente, Graças a Deus. Será que devemos nos esforçar para mentermos vivo um paciente tão moribundo, que ficaria melhor enterrado? Construir o novo usando material antigo? Jogar a nossa história na lata do lixo? Incendiar placas? Declarar Guerra Santa?

Para quê tudo isto. Hoje nem sabemos mais quem somos. Temos algo a apender com nossos erros, mas precisamos tomar providências. É preciso iniciar uma discussão corajosa em torno do assunto, antes que seja tarde demais.


SOB NOVA DIREÇÃO

Quando escrevi o Livro Sob Nova Direção, achei que havia chegado a hora de ajuntar os cacos e construir novamente o Corpo de Cristo. Ninguem quer reconhecer que cochilou diante de um poder mental e espiritual capaz de fazer a mentira parecer verdade e a verdade aparentar mentira. Foi assim que Lúcifer conquistou espaco e influencia em nosso meio.

O sinistro agrega em seu arsenal o instrumento bélico mais perigoso já inventado pela industria de guerra, a invisibilidade. Ele é capaz de abrir fendas existenciais pelas quais penetra nas nossas engrenagens administrativas, mentais, físicas e espirituais. A sociedade cristã, desavisada e soberba, como sempre, desdenhou da sua presenca e poder.

Sua tática de guerra e sutil. A camuflagem sempre foi e será uma eficiente. É vantajoso atacar sem que a sua presenca seja percebida. Quem se esconde em arbustos sombrios vê os que trafegam pelos corredores, estuda os seus hábitos e então pode surpreendê-los com um ataque capaz de minar resistências. Nem sempre quem esta na luz percebe o inimigo escondido em meio as trevas e pode confundi-lo com um aliado.

E assim que o nosso inimigo atua. Hoje vamos denunciá-lo, entendê-lo e procurar táticas de guerra contra ele. Vamos derrota-lo e não tolerá-lo

Finalmente o Corpo será Purificado


Maiores informacoes na Editora Naos - www.editoranaos.com.br

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Sucot, a festa dos tabernáculos entre judeus messiãnicos.

A Festa dos Tabernáculos, a festa em que os judeus comemoravam o ato do Eterno tabernacular entre os humanos.


A festa da Encarnação. o Verbo se fez carne e habitou entre nós.

Comunidades messiânicas compostas por judeus convertidos ao messias comemoram esta data com muita alegria.

Leia o livro publicado pela Editora Naós - O Filho de Elohim


terça-feira, 20 de outubro de 2009

CASTRAÇÃO


OS NOVOS EUNUCOS

Curiosamente os eunucos não se extinguiram com o passar dos séculos. Nos dias atuais há cerca de 50 mil eunucos que vivem na Índia, os hijras (expressão para dizer “nem homem, nem mulher”). Vestem-se como mulheres e usam nomes de mulheres. Pela tradição hindu são vistos como símbolo de sorte aos recém-nascidos e aos recém-casados. Muitos ganham a vida aparecendo nos casamentos, sendo pagos por isso. Se amaldiçoarem os noivos ou os recém-nascidos, trarão má sorte aos amaldiçoados.

Após muitos anos de perseguição e de discriminação, os hijras hoje se organizam em sindicatos e alguns deles conseguiram ser prefeitos de algumas cidades. Em 2004 um tribunal indiano decidiu que os eunucos são tecnicamente homens. No meio dos hijras juntaram-se nos dias atuais vários transexuais e hermafroditas rejeitados pelos pais.

“A imagem que fazemos dos eunucos muçulmanos é a daqueles escravos negros prostrados nas portas dos haréns, mas no Império Otomano, eles eram desde zeladores de mesquitas até administradores e professores”, diz o historiador David Ayalon, autor de Eunuchs, Caliphs and Sultans. Segundo ele, os escravos vindos da Europa oriental, da Ásia e, principalmente, da África eram castrados em território não islâmico, crendo que isso mantinha a terra muçulmana pura. Para efetuar o trabalho, alguns centros especializados em castração foram criados nas fronteiras do território otomano. Na realidade não passavam de locais improvisados, onde os próprios comerciantes de escravos, ou às vezes seus captores, faziam a cirurgia, que podia até variar de método, mas era sempre dolorosa e potencialmente mortal. Em alguns lugares, o procedimento consistia em abrir o escroto com uma lâmina e apenas retirar os testículos. Noutros, tudo era retirado (leia quadro na pág. 52). Poucos dias depois, os escravos eram entregues a seus novos donos: os sultões.

Os Castrati

O castrato é um cantor masculino com extensão vocal que corresponde em pleno à voz feminina, seja de soprano, mezzo-soprano e contralto. Para atingir esta extensão era preciso que o jovem fosse submetido a uma operação de corte dos canais provenientes dos testículos. Os castrados surgem no século XVI, quando a igreja sente a necessidade de vozes agudas em seus coros, e como a participação de mulheres era vetada pelas leis da Igreja Católica, tornou-se comum o uso de jovens castrados nesses coros. Sisto V aprovou em bula papal de 1589 o recrutamento de castrati (plural de castrato) para o coro da Igreja de São Pedro, em Roma. Antes, o Duque de Ferrara, por volta da década de 1550, tinha castrati no coro de sua capela.

As castrações eram feitas em rapazes pobres, órfãos ou abandonados, sem a proteção familiar. Às vezes, a própria família impossibilitada de cuidar do filho, entregava-o à castração. No século XVI o castrato passou a ser visto com prestígio e símbolo de ascensão social.

Os castrati tornaram-se integrantes das óperas no seu auge, nos séculos XVII e XVIII. O papel principal dessas óperas era em grande parte, escrito para o castrato, que adquiria grande importância intelectual nos meios europeus. As óperas de Handel são feitas para os castrati. A interpretação barroca dessas óperas é toda feita por castrati.

O mais famoso castrato foi o napolitano Carlo Broschi (1705-1782), conhecido como Farinelli. Foi castrado aos sete anos de idade, cantou a partir dos anos 1720 em óperas de Nicolau Porpora, e da maioria dos compositores de sua época. No auge de sua forma vocal, cantou em Londres, aplaudido pela sua agilidade, pureza tímbrica e bela sonoridade, sendo capaz de sustentar uma nota por mais de um minuto sem respirar. Farinelli morreu rico e a gozar de grande prestígio.

Gaetano Cafarelli (1710-1783), castrato mezzo-soprano, assim como Farinelli, foi aluno de Porpora e compositor para o qual Handel escreveu a famosa ária "Ombra mai fù" de Xerxes (o "Largo"). Sua voz era encantadora, inferior apenas à de Farinelli, sua arrogância o tornou impopular.

Por mais de trezentos anos a igreja usa castrati em seus coros, e a música erudita em suas óperas. Essa prática foi definitivamente proibida em 1870 na Itália, único país que a fazia nesse tempo. Em 1902 o papa Leão XIII proibiu definitivamente o uso de castrati nos coros das igrejas. O último castrato foi Alessandro Moreschi (1858-1922), que fez parte do coro da Capela Sistina entre 1902 e 1904. Gravou dez discos, e é o único registro que se tem da voz de um castrato, hoje totalmente extinta.

“Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos, por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o.” (Mateus 19 : 12)

Compilação de diversas fontes, inclusive da Bíblia.

COMENTÁRIO.

É possível viver sem casar, sendo eunuco por amor ao reino de Deus, mas que nem todos tem condições para tal. Eunuco, para quem não sabe, é um ser que não tem apetite sexual por ter sido castrado.
O celibato, portanto, tem justificativa bíblica, mas não se refere especificamente a membros de uma determinada ordem religiosa. Neemias, importante personagem bíblico, provavelmente era um Eunuco.
Antes, porém, de adotar esta portura, é preciso ter absoluta convicção do que está sendo feito.
Ninguém, é salvo por causa do celibato, mas por crer em Cristo e ebedecê-lo totalmente.
Ubirajara Crespo

domingo, 18 de outubro de 2009

Objetivos para Ministério Infantil

Estamos errando o alvo?


As estatísticas relacionadas à experiência e à vida espiritual das crianças são por demais alarmantes. Considerando a tendência de sua condição espiritual aos 13 anos de idade ser uma previsão de seu perfil espiritual na idade adulta, parece claro que uma vida espiritual sadia e profunda exige cuidados espirituais estratégicos e calculados durante a infância e a adolescência.

Considere os fatos. As pessoas são muito mais propensas a aceitar a Cristo como seu Salvador na juventude. Em geral, a absorção de informações e princípios bíblicos atinge seu ponto máximo durante a pré-adolescência. É no início da vida que o indivíduo aprende a valorizar o fato de participar na igreja.

Os hábitos relacionados à prática da fé desenvolvem-se em tenra idade e, curiosamente, poucos mudam ao longo do tempo. Apesar de, em linhas gerais, gastarmos 68 vezes mais dinheiro cuidando de um criminoso preso, que ministrando às crianças espiritualmente famintas; e despendermos muito mais dinheiro na construção e manutenção de igrejas, que criando campeões entre nossos filhos, não acredito que o problema principal seja a administração financeira. Acima de tudo, trata-se de compreender a enorme importância de se desenvolver bases espirituais sólidas nos primeiros anos de vida, reforçando essas bases conforme a criança amadurece.

Com o fácil acesso à internet, milhões de pessoas passaram a investir em ações, títulos e outros papéis financeiros. A expectativa do investidor amador é ficar rico ao conseguir um grande retorno de investimento. Se pudéssemos ver o mundo através dos olhos de Deus, de imediato reconheceríamos que o único retorno de investimento que tem importância são vidas transformadas, que amam a Ele mais profundamente e obedecem-Lhe com maior perfeição. Ao refletir sobre como investir todos os seus recursos pessoais – tempo, dinheiro, experiência, capacidades, talentos, qualificações e assim por diante – tenha em mente que não há investimento melhor que educar nossos juventude para termos um retorno eterno.

A pesquisa reforça repetidamente uma simples verdade, porém profunda: se você deseja deixar o legado de sua influência sobre o mundo, deve investir nas vidas das pessoas.

E se quiser superestimar esse investimento, invista nas pessoas enquanto ainda são crianças. A pesquisa apenas consolida lições que podemos observar ao longo da história e em nossas experiências pessoais. Em outras palavras, se você passar a tratar com as crianças hoje, ensinando-as princípios e bases bíblicas, desde o início, de forma eficaz, verá os frutos de seus esforços florescendo por décadas. Quanto mais diligentes formos nesses esforços, maior será nossa colheita. De outro lado, quanto mais descuidados formos na criação de nossos filhos como campeões, menos saudável será tanto para a Igreja quanto para a sociedade do futuro.

A escolha é sua.

George Barna, Autor do Livro transformando crianças em campeões.

Publicado pela Editora Naós

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Quando a família vacila um estranho se infiltra.


Estranhos na Sala

A família é sem dúvida alguma, um dos fatores mais importantes na formação do caráter de um indivíduo. Predisposições de comportamentos são geradas na infância, no relacionamento com os pais. Imagens, palavras e toques penetram gradativamente no caráter em formação e vão influenciando seu comportamento. É assim que se criam tendências e hábitos. Somos vulneráveis a tudo o que se fala, se ouve e se vê.

A lista de vozes influentes que invadem a casa, pode ser muito aumentada. São parentes, amigos chegados, avós, observadores, cenas furtivas, etc. Sabemos que os meios de comunicação podem exercer profunda influencia na formação das pessoas, e é lá, na intimidade da família que eles chegam. Jornais, revistas, rádio e televisão.

Lembro-me que já quis ser rico como o Tio Patinhas, forte como o Super Homem, criativo como o Batman e inventor como o Professor Pardal. Flash Gordon já me fez sonhar com viagens espaciais e outros heróis quase me fizeram ser guarda rodoviário, caçador de elefantes, agente secreto, piloto de avião, cantor de bolero, capitão de submarino e tantas outras coisas mais.
A alimentação da mente

Creio que muitas destas influências são boas e podem até ser desejáveis, mas temos de formar algumas defesas ao nosso redor. Quanto menos alimentarmos nossas tendências malignas, melhor. É hora de começar uma retroalimentação positiva em nossas mentes. Você já parou para pensar em quantas cenas de adultério, sexo implícito e explícito, violência, sedução, roubo, mentira, traição e endemoniamento acontecem dentro de sua sala ? Já contou quantas pessoas você já viu morrer, confortavelmente sentado no seu sofá ? É gente degolada, esfaqueada, metralhada, mordida, unhada, etc.
Tudo isto, para quem gosta de alimentar a carne, é um bom prato. Da próxima vez que você sentar-se com sua família, leia Colossenses 3.5. "Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza que é a idolatria". Nem sempre o que assistimos na TV, ouvimos no rádio ou lemos nas revistas colabora com esta palavra. Nem tudo o que os meios de comunicação colocam em nossa casa é mau. Cremos sim que é um espaço que como cristãos, devemos conquistar, tanto do lado de lá como do lado de cá do vídeo. Do lado de cá, há botões e controles remotos com os quais podemos mudar o programa sem nos levantarmos da poltrona. Do lado de lá, precisamos de cristãos comprometidos com o Senhor influenciando nas programações.
NOTA: Leia o Livro Não faça de seu filho uma arma, a vítima será você.

Tudo é puro

Todas as coisas quando bem usadas, podem ser tremendamente úteis para a formação de vidas. "Todas as coisas são puras para os puros; todavia, para os impuros e descrentes, nada é puro. Porque tanto a mente quanto a consciência deles estão corrompidas". (Tito 1.15).

Coisas como comida, sexo, bebida, jornais, revistas, televisão, rádio, etc., não são impuras em si mesmas. O problema está no modo como as usamos, pois a impureza está em nossos corações. O puro come, o impuro comete glutonaria; o puro faz sexo, o impuro adultera; o puro bebe, o impuro fica bêbado; o puro vê TV, o impuro alimenta sua lascívia.

Não estou querendo ser chato ou careta, pois acredito que nem tudo o que os meios de comunicação veiculam deve ser jogado fora. O que precisamos fazer conosco mesmos e com nossos filhos, não é limpar o exterior do copo, mas sim o interior (MT. 23.25). Não adianta tomar atitudes extremistas do tipo quebrar a televisão, usar a marreta em cima do aparelho de som ou jogar o vídeo cassete pela janela. Isto é puro legalismo e religiosidade oca. É do coração que procedem as saídas da vida (Pv.4.23).

Ubirajara Crespo