A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

terça-feira, 7 de junho de 2011

O bem e o mal

Gênesis 3.22-24: Então disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente,
O SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado.
E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.

O ser humano não somente passou a ter o conhecimento do bem e do mal, como também se tornou habitat do bem... e do mal! Ou seja... Todo homem é bom e mau ao mesmo tempo. Desde que “comeram” da árvore, todas as gerações posteriores daqueles que tinham sido criados à imagem e semelhança de Deus passaram a carregar, no fundo do ser... uma essência maligna. 

Todo ser humano é capaz de matar, todo ser humano é capaz de destruir, todo ser humano é capaz de roubar... desde que as condições sejam favoráveis para isso. Não foi muito difícil para Satanás e todos os demônios que o acompanhavam perceber a fragilidade do homem afastado de Deus. 

Todo ser humano “comeu”, “absorveu” uma essência do Diabo ao comer do fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal. Antes eram detentores apenas do bem em seus corações e em sua essência, agora a coisa tinha mudado de figura. 

Deus foi obrigado a expulsar o homem do Jardim, antes que, contaminado, comesse da Árvore da Vida e vivesse eternamente naquela situação inglória!  [veja mais em Romanos 5.12] 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A FOGUEIRA DAS MALDIÇÕES HEREDITÁRIAS

Josué 6.26: E naquele tempo Josué os esconjurou, dizendo: Maldito diante do SENHOR seja o homem que se levantar e reedificar esta cidade de Jericó; sobre seu primogênito a fundará, e sobre o seu filho mais novo lhe porá as portas.
Assim era o SENHOR com Josué; e corria a sua fama por toda a terra.

Caminhemos um pouco nesse corredor obscurecido sobre as “Maldições Hereditárias”, vemos aqui o primogênito e o mais novo prejudicados pelo que fizeram seus pais. A casa do sacerdote Eli sofreu consequências para sempre por causa do pecado de seus filhos (1Sm 3.12-14).  Isso parece uma maldição, mas veio de Deus, não do diabo.

Samuel fora criado por Eli, e como ele, foi um sacerdote, comprometido com Deus e levava sua vida espiritual a sério, mas repetiu os mesmos erros de relacionamento com os filhos. Samuel não herdou o sangue de Eli, mas herdou o seu comportamento. Há, portanto, uma indicação de que as consequências dos problemas familiares têm mais a ver com a repetição de erros aprendidos por convivência, do que com os laços sanguíneos.

“Tendo Samuel envelhecido, constituiu seus filhos por juízes sobre Israel. O primogênito chamava-se Joel, e o segundo, Abias; e foram juízes em Berseba. Porém seus filhos não andaram pelos caminhos dele; antes, se inclinaram à avareza, e aceitaram subornos, e perverteram o direito (1Sm 8.1,2; grifos do autor).

Antes de prosseguirmos, vou fazer uma afirmação: Não encontramos no Antigo Testamento indícios de que estamos autorizados a jogar sobre nossos antecedentes a responsabilidade do nosso pecado. O pecado do meu pai é só dele e o meu é só meu, mesmo que seja do mesmo gênero, número e grau (Ez 18.19,20).

Admito a possibilidade de que algum de meus antepassados tenha introduzido a prática de um pecado que acabou se transformando em um estigma familiar. Também é possível que as consequências desse pecado afetaram minha família por várias gerações. É igualmente provável eu ter escolhido levar adiante a prática desse pecado.

Queremos o pecado, mas exorcizamos as suas consequências. Diante disso, pergunto: Devemos quebrar maldições hereditárias ou pecados hereditários? O salário do pecado é a morte.


Normalmente, as pessoas se preocupam mais com os sintomas do pecado do que com o pecado propriamente dito. Não é muito frequente receber pessoas que pedem para tirar delas a ira, a amargura ou a inveja. Geralmente, a conversa é mais ou menos a seguinte: “Ore para que eu possa permanecer no emprego por mais do que três meses”. “Ore para que não volte a engravidar, já estou cansada dessa história de mãe solteira.” Se algo assim está acontecendo com você, é porque algum detalhe em seu comportamento atrai males.

Assim que comecei a lidar com pessoas endemoninhadas, a minha reação frente a algum tipo de manifestação era mais ou menos esta: “Sai espírito de desemprego!!!!” Com o tempo, percebi que essas manifestações eram apenas a ponta do iceberg. Os verdadeiros motivos permaneciam submersos.

É necessário mergulhar em águas frias se quiser ter uma visão total do problema. Nem todo mundo está disposto a mergulhar nessa “gelada” e tratar o problema com profundidade. É mais fácil partir pro grito, fazer cena e se despedir dizendo: “Vai em paz”.

Geralmente, as pessoas relatam sintomas ou consequências de seus erros, que causam incômodos, não relatam as causas, mas são elas que devemos procurar e não o demônio que está pendurado nesse gancho [veja mais em 2Samuel 12.10].  

Ubirajara Crespo

Marcha da Família reúne 50 mil religiosos em Brasília

Marcha da Família reúne 50 mil religiosos em Brasília

Notícia

Representantes de igrejas e parlamentares evangélicos e católicos protestaram nesta quarta-feira em Brasília contra a legalização da união civil gay e para pedir mudanças no projeto de lei complementar que prevê a criminalização da homofobia e para .

A chamado Marcha da Família convocou nesta quarta uma passeata que uniu católicos e evangélicos para se manifestar a favor do projeto legislativo que suspende a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de reconhecer a união civil de pessoas do mesmo sexo.

Os organizadores da passeata entregaram um manifesto com mais de um milhão de assinaturas ao presidente do Senado, José Sarney, informou a "Agência Brasil".

O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, o deputado opositor João Campos, qualificou como "inconstitucional" o projeto que criminaliza a homofobia. A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados, mas está em trâmite desde 2006 no Senado.

Na Câmara, os representantes se expressaram a favor da proposta que pretende invalidar a decisão da máxima corte de Justiça de reconhecer a união civil entre homossexuais.

Segundo o movimento, o poder Legislativo é o responsável por mudar as leis, e os princípios do matrimônio na Constituição estabelecem que o vínculo de casamento seja "entre um homem e uma mulher".

O pastor Silas Malafaia, um dos organizadores da marcha, disse que o movimento não está contra os homossexuais e reconheceu seus direitos, mas advertiu que este assunto deve ser discutido "democraticamente" entre as partes interessadas.

Malafaia, igualmente, afirmou que a criminalização da homofobia deve passar por mudanças, pois segundo sua interpretação as pessoas que manifestarem seu pensamento "filosófico", amparadas na liberdade constitucional de expressão, podem ser presas por até cinco anos.

Na marcha participaram cerca de 50 mil pessoas, segundo os cálculos do pastor.

FONTE: TERRA