A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

AVIVAMENTO GOSPEL

Jr.11.3,4: "Assim diz o SENHOR, o Deus de Israel: Maldito o homem que não atentar para as palavras desta aliança, que ordenei a vossos pais, no dia em que os tirei da terra do Egito, da fornalha de ferro, dizendo: dai ouvidos à minha voz e fazei tudo segundo o que vos mando; assim, vós me sereis a mim por povo, e eu vos serei a vós outros por Deus".

O povo de Israel quebrou o contrato redigido no mesmo dia em que foi tirado do Egito. Jeremias, exercendo o antipático papel de oficial de justiça, entregava uma notificação que mostrava as consequências desta quebra de aliança. Desterro, vergonha, prisão e insegurança eram alguns dos itens previstos no contrato escrito com letras grandes. O nível de comprometimento dos israelitas com os deuses atingiu níveis altíssimos. Algo totalmente inconcebível para Jeová. "Porque o SENHOR dos Exércitos, que te plantou, pronunciou contra ti o mal, pela maldade que a casa de Israel e a casa de Judá para si mesma fizeram, pois me provocaram à ira, queimando incenso a Baal" (Jr 11.17). 

Somente um sincero arrependimento livraria toda a nação de uma estrepitosa tragédia. O povo, porém, insistia em trilhar um caminho mais fácil: Colocou mais lenha no altar do holocausto e dobrou o número de animais ali sacrificados. O esparadrapo litúrgico não substitui o reconhecimento do pecado, a restituição do dano e a mudança de atitude.

O balanço Gospel nada acrescenta se faltar não for acompanhado de altas doses de arrependimento!!!! Acrescente ainda doses generosas de fé humildade, consideração, respeito pelo próximo, ações de graça, misericórdia e domínio próprio.

Os sacerdotes atiçavam o fogo do altar e derramavam mais sangue sobre ele, mas não confrontavam o pecado nem incentivavam uma mudança de vida. Ativismo ritualístico imprestável e sem conteúdo. "Que direito tem na minha casa a minha amada, ela que cometeu vilezas? Acaso, ó amada, votos e carnes sacrificadas poderão afastar de ti o mal? Então, saltarias de prazer (Jr 11.15).

Tentar maquiar o pecado com as cores de um intenso ativismo religioso é uma solução paliativa que só satisfaz o pecador, mas não aplaca a ira do Supremo Juiz.

Baladas Gospel, camisetas, botons, bonés e pulseiras com cores cristãs não enganam mais ninguém. Arrependa-se, restitua o dano causado e não faça mais isto.  

Ubirajara Crespo



quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

NOVELA REDENÇÃO EM 2 ATOS

A novela da Redenção em apenas dois atos. "... o qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou por causa da nossa justificação" (Romanos 4.25)

1. Primeiro ato: Jesus foi escolhido para morrer porque a nossa condenação não fazia parte do plano original de Deus. Como condenados ao corredor da morte, precisávamos de um substituto cujo valor fosse, pelo menos, do tamanho da nossa dívida. E nossa dívida é com Deus e não com o diabo.

Jesus é a única moeda capaz de cobrir esta quantia e ainda ter troco. Ele pagou com sobras pela dívida de todos que viveram antes, durante e depois da sua morte.

2. Segundo ato: Pela sua morte Jesus fechou o caminho da morte e ao ressuscitar abriu uma porta para o caminho da vida. Por isto o primeiro ato estaria incompleto sem o segundo.

Você prefere ser um pecador mortal ou imortal? Quer se livrar do mal sem receber o bem?

Já imaginou uma humanidade caída e ao mesmo tempo eterna? Onde isto chegaria? O acesso à Árvore da Vida foi vetado a Adão, pois seu fruto o tornaria um eterno pecador. A eternidade não convém ao pecador, pois o tombo seria para sempre e o abismo não teria fim.

A mortalidade fez com que o o mal se tornasse passageiro. O intervalo entre o nascimento e a morte é tempo suficiente para decidirmos o que vamos ser.

A eternidade com Deus é uma oferta que está valendo somente para quem decidir ser crucificado com Cristo. Quem tem Jesus é eterno e ao mesmo tempo feliz. Melhor do que ser eternamente insatisfeito.

Na passagem para o outro lado o mal será tragado pela morte e enterrado para sempre. Estaremos livres do pecado e de suas consequências. 

Tudo isto só porque escolhemos a vida.

Que tal um ALELUIAAA !!!!!????

Ubirajara Crespo

sábado, 29 de janeiro de 2011

AVIVAMENTO DE SUPERFÍCIE

Obras de superfície elegem políticos mas não conferem autenticidade de obreiro. Refiro-me a grandes movimentos, Mega igrejas, multidões, curas, exorcismos e exposição na mídia. 

Desde o início, a intangível fé salvadora sofreu a oposição da diabólica salvação pelas obras. Este tipo de doutrina foi o alicerce para a construção de diversas formas de compensações.

Abraão, conhecido como pai da fé e de um povo que buscava a salvação pelas obras, não cria na eficácia do esforço próprio. Ele não embarcou nesta furada.

"Que, pois, diremos ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne?" (Romanos 4.1).

O mesmo critério aplicamos aos galardões, que são prêmios e bonificações conferidos a quem fez hora extra, extrapolou e extravasou, sem impulsos carnais.

Podemos nos envolver tanto com um personagem imaginário, que ações escusas deste mesmo personagem pareçam justificáveis. Coisa do tipo: "Se é para o Reino, tudo vale". Por mera conveniência, o senhor deste reino chama a si mesmo de jesus, mas diferente do original, governa com leis adaptáveis e aceita compensações. Toda ação, inclusive a mentira, que é de paternidade duvidosa, se justifica, se promover uma boa causa. No país das maravilhas cada um tem a sua interpretação particular das Escrituras.

Candidatos à cargos de executivos celestiais apresentaram o seu currículo para Jesus: "Em teu nome expulsamos demônios, distribuímos bens entre os pobres, etc, etc, etc" (Mateus 7). Uma longa lista, apresentando ações, que segundo eles, faria com que a balança pendesse mais para o seu lado bom do que o seu lado mau.

A resposta do Mestre foi curta e grossa: Não vos conheço!

O nome de Cristo, se usado com dramaticidade, parecerá uma documentação espiritual capaz de convencer a quem não possui instrumentos de detecção de última geração.

"Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus" (Romanos 4.2:).

A glória conferida pelas obras de grande visibilidade já foi desfrutada, todinha, na Terra. Não sobrará nada a ser levado para o céu. Se algum destes, conseguir passar a porteira, só lhes restará o palito do sorvete, e olhe lá!!




A vida emocional de Simão Pedro
A Pedra Frágil


Michael Card é autor de músicas como El Shaday e Emanuel. Você encontrará aqui a conjugação perfeita da visão do teólogo com a visão psicológica e emocional do músico.

Prefácio por Brennam Manning.