A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Especialides religiosas

A tendência para a especialização se instala progressivamente nas Igrejas. Já se instalou definitivamente em diversas áreas de saúde, ensino e pesquisa.
Estamos sabendo cada vez mais sobre cada vez menos.
Isto exige um preparo extra para quem escolher determinada especialização.

No que se refere à Igrejas, este preparo nem sempre é exigido com o mesmo rigor. Uma placa na entrada so templo, um anúncio na TV, alguns testemunhos e atividades voltadas especificamente para um público alvo cada vez mais segmentado, já fazem com que o grupo ganhe a fama de especialista na área.

Há Igreja para quase tudo: gays, viciados, artistas, empresários, divorciados, prostitutas, portadores de HIV, etc.

Se esta tendencia se fortalecer, como parece ser o destino destes grupos, logo teremos sub divisões em cada uma destas especialidades.

Isto parece inevitável, em um universo religioso onde não há um órgão regulador, como o CRM (Conselho regional de medicina) e a OAB, por exemplo, que só permitem o exercício da profissão e de suas especialidades depois de satisfazer requisitos específicos da área.

Entre oa religiosos, basta dar na telha, o galinho brilhar em cima de algum monte, um arrepio na coluna vertebral, uma esquentada na orelha esquerda, um estatuto social e um endereço, que já se pode começar.

É Vapt! Vupt!

A coisa toda parece assumir proporções endêmicas e ainda não foi descoberta nenhuma vacina capaz de conter o alastramento deste vírus, o que faz com que isto permaneça, por tempo indeterminado, totalmente fora de controle.

Só nos resta dizer: "Miserigraça e muita paciência" conosco, Senhor, pois apenas um destes componentes não bastaria para afastar de nós a ira do Senhor.

Ubirajara Crespo

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Holodomor, holocausto ucraniano

ROBERTO BARRICELLI*

Quando um idiota útil pregar “as maravilhas do comunismo” o questione sobre o Holodomor. Ou ele se calará pelo medo de falar sobre um assunto que destrói todas as convicções que possui, ou negará o ocorrido, tentando desesperadamente e de todas as formas desacreditar a verdade. De qualquer maneira, acabou o debate e ele terá se exposto ao ridículo.
O Holodomor também é conhecido como holocausto ucraniano. Em 1929, sob o comando de Joseph Stalin, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) iniciou uma campanha de coletivização forçada sobre as propriedades rurais, principalmente na Ucrânia, cujo sentimento nacional era considerado um perigo real aos interesses comunistas.
Primeiro todos os Kulaks (fazendeiros donos de quantidade expressiva de terras) foram declarados sabotadores e inimigos da União Soviética. Após isso, o Governo iniciou sua campanha para colocar os camponeses contra esses.
Imagina a “surpresa” de Stalin ao descobrir que os camponeses eram ainda mais contra a política soviética do que os próprios Kulaks? Não pensou duas vezes e prendeu, deportou, assassinou, enfim, exterminou os Kulaks existentes, para depois utilizar o termo para qualquer camponês que cometesse o terrível crime de possuir duas vacas, plantar e colher para si, colher batatas, etc.
A coletivização forçada pretendia suprir o que o governo soviético considerava necessário em cereais para abastecer as cidades, sendo iniciada em 1929. Porém, tomou dimensões nefastas e foi utilizada como tática de extermínio. Essa ordem gerou o desestímulo à produção, pois “porque produzirei que nem um maluco, se no final tudo ficará ao Estado e passarei fome?”. Então, Stalin classificou a todos como “Kulaks sabotadores” e utilizou este discurso para legitimar de vez a coletivização forçada.
Em 1932, com a coletivização forçada já praticamente concluída e todos aqueles a quem se poderia chamar de Kulaks (pela definição criada por Stalin) mortos, presos ou em fazendas coletivas para trabalhos forçados, Stalin ordenou uma caça aos intelectuais e personalidades culturais da Ucrânia, pois via nestes a possibilidade de tornarem-se líderes naturais de uma possível resistência ao regime comunista. Após alcançar tal meta, voltou-se aos camponeses, que devido ao seu nacionalismo e tradições, deveriam ter a mente, o corpo e o espírito dilacerados.
Stalin começou propositalmente estipulando a produção de uma quantidade mínima X para abastecer as cidades, porém, a quantidade estipulada era muito acima da real capacidade de produção. Nessa época as propriedades privadas já tinham sido transformadas em enormes fazendas estatais coletivas.
Com 20 milhões de propriedades rurais privadas agora transformadas em 240 mil fazendas estatais, com os “falsos Kulaks” obrigados a trabalhar nestas e a determinação de uma produção mínima, porém maior que a capacidade de produzir, Stalin levou os ucranianos ao limite da fome e miséria humanas.
Ora, se não produziam sequer o que estava definido como necessário para o abastecimento das cidades, logo, não lhes sobrava nada para comer. A fome foi instituída pela União Soviética ao povo da Ucrânia, resultando no terrível Holodomor, em 1932-1933. Nesse curto período de tempo, devido a fome, morreram aproximadamente 6 milhões de ucranianos. Mas a situação piora e é de embrulhar o estômago.
Como obviamente a produção ficara abaixo da meta estipulada, Stalin deu ordens para seus ativistas confiscarem dos camponeses todo o cereal que estes tivessem, com a desculpa de que precisavam ficar dentro de tal meta pelo bem da URSS e de seu “povo”. Estes ativistas invadiam as casas dos ucranianos à procura de comida que estes escondiam para a própria sobrevivência. Colher o fruto do seu próprio trabalho virara crime hediondo, com penas de 10 anos, ou até de morte.
Em 1933, com a Ucrânia à beira do extermínio em massa de seu povo pela fome, Stalin aumentou a meta de produção e coleta de cereais. Foi o golpe final de Stalin sobre os ucranianos. A partir desse momento, corpos eram encontrados por todos os lugares e a loucura estava espalhada. Há documentados casos de canibalismo; imagine que crianças, idosos e outras pessoas desapareciam “misteriosamente”, mas na verdade foram assassinados e devorados por parentes (até Mães e Pais) e vizinhos, ou estranhos. Há relatos de pessoas devoradas vivas.
Claro que, ao longo dos anos, tentaram desacreditar os fatos, porém, documentos foram encontrados e sobreviventes contaram pelo que passaram. Até ativistas da URSS confessaram os crimes hediondos contra a humanidade. Recomendo a leitura do livro The Harvest of Sorrow (A colheita do sofrimento), de Robert Conquest, onde visualizarão os horrores do Holodomor através dos relatos e documentos mencionados.
Voltando, os ativistas diziam a si próprios que o que faziam era necessário pelo bem do comunismo e da União Soviética, sendo legitimável o assassinato de milhões de pessoas. Se, além da fome, considerarmos outros incidentes com camponeses, provocados pela política nefasta de Joseph Stalin, no período de 1930 até 1937, o número de mortos/assassinados sobe para 14,5 milhões.
Stalin acreditava firmemente que se tudo não fosse do Estado, a URSS entraria em colapso e a produção de cereais seria insuficiente para suprir as necessidades do povo. Bem, ele estava tão errado, que em 1985, com Mikhail Gorbachev no poder, nos 2% de terra privada que restara eram produzidos 30% do total de cereais. Iniciativa privada provando novamente ser melhor e mais eficaz que a socialização.
Atualmente a Ucrânia passa por fortes protestos pelo congelamento da assinatura de um acordo com a União Europeia e possibilidade de assinatura de um acordo com a Rússia, aproximação essa que nem há anos luz de distância querem os ucranianos, tamanho o trauma sofrido nas mãos do Kremlin.

*JORNALISTA

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A imortalidade

1 João 2:22-23: "Então quem é mentiroso? É aquele que diz que Jesus não é o Messias. Quem diz isso é o Inimigo de Cristo; ele rejeita tanto o Pai como o Filho. Pois quem rejeita o Filho rejeita também o Pai; e quem aceita o Filho tem também o Pai".

A mentira é um dps recursos mais usados pelo seu pai, para nos convencer de que a divindade e a humanidade são realidades antagônicas, incompatíveis ou oponentes. Com este argumento procuram evaporar a água da vida pura e borbulhante que corre o mundo nesta época do Natal.

Ao dizer que Jesus nasceu, entenda esta expressão da seguinte maneira: "Deus encarnou". Ele aprisionou seu ser infinito dentro dos limites de um corpo humano mostrando que, na nossa carne podemos ver a Deus, mas não sem cultivar a santidade.

Este cruzamento entre o divino e o humano gerou o primeiro ser humano divinizado: Jesus. Cem por cento Deus e cem por cento homem. Ele também é chamado de segundo Adão, o cabeça de uma nova espécie de seres, que provavelmente resgatará as mesmas capacidades que, antes da queda, haviam no primeiro representante desta raça. Este é o motivo pelo qual o autor da mentira incentiva tanto a teoria da "não encarnação".

Comemorar o Natal é reiterar a nossa fé na ressurreição do corpo mortal, o último passo no processo de transformação do humano para o espiritual.

O corruptível se revestirá da incorruptibilidade (1Co 15).

Ubirajara Crespo

sábado, 14 de dezembro de 2013

A prova que os pastores deveriam buscar

Lucas 2:12-14; Esta será a prova: vocês encontrarão uma criancinha enrolada em panos e deitada numa manjedoura. No mesmo instante apareceu junto com o anjo uma multidão de outros anjos, como se fosse um exército celestial. Eles cantavam hinos de louvor a Deus, dizendo: — Glória a Deus nas maiores alturas do céu! E paz na terra para as pessoas a quem ele quer bem!

Uma nova de grande alegria foi anunciada contando com recursos de marketing dignos da monarquia, mas o seu endereço era a simplicidade de uma manjedoura.
Quem acenderia um holofote sobre um grupo de humildes pastores, enviaria um exército para lhes fazer continência, anteciparia em milhares de anos a confecção de um GPS em forma de estrela só para guiar um grupo de astrônomos milionários até uma manjedoura situada em local desconhecido e ainda por cima providenciaria o coral mais espetacular que o ouvido humano apurado jamais escutou, mas daria a sua vida só para ouvir alguns daqueles acordes cuja letra falava de um bebezinho desconhecido, envolto em panos e deitado em um singular berço de palha em Belém.

Para que tanto alarido para tão pouco?

O mais surpreendente nisto tudo, é que os pastores foram orientados a procurarem a prova da messianidade daquela criança no pouco e não no muito. Não procurem na maternidade do Einstein, onde houver som de alguma banda, em Suítes presidenciais, nos bancos das limousines, entre executivos, dentro de uma roupa de marca ou nas lojas de brinquedos do Iguatemi, mas onde houver feno, panos velhos, palha, boi, vaca, jeans surrado, chão batido, balido de ovelhas e carroça.

É justamente ali que você encontrará Jesus, ou no máximo onde o muito e o pouco vivem harmoniosamente.

Ele não julgou com usurpação o ser igual a Deus, antes a si mesmo se esvaziou e tomou a forma de servo. Nada de anjos, exércitos angelicais, corais celestiais, brilho intenso e glória.

Ubirajara Crespo

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Grupo satanista move ação na Justiça para erguer símbolo satânico ao lado de famoso monumento cristão

Grupo satanista move ação na Justiça para erguer símbolo satânico ao lado de famoso monumento cristão
O monumento cristão de dois metros de altura, feito em granito, com os dez mandamentos dados por Deus a Moisés entalhados na pedra foi colocado no exterior do prédio da Assembleia Legislativa em 2012, por um grupo conservador.
Agora, exigindo igualdade de direitos, o grupo satanista quer erguer sua própria estátua em alusão ao seu deus. A ação que pede autorização para o monumento foi protocolada em nome da American Civil Liberties Union, uma entidade que luta pelos direitos civis nos Estados Unidos.
O grupo satanista é sediado em Nova York, e afirma que o monumento terá bom gosto arquitetônico: “Nós acreditamos que todos os monumentos devem ser de bom gosto e de acordo com os padrões da comunidade”, escreveu Lucien Greaves, representante dos satanistas, em carta a funcionários do governo. “Nosso monumento proposto, como uma homenagem ao histórico/literário satanás, certamente vai cumprir essas diretrizes”, acrescentou.
O monumento desejado pelos satanistas envolvem um pentagrama de um dos lados, com um display interativo destinado para crianças do outro. O custo da estátua satânica estaria estimado em US$ 20 mil, segundo informações da agência Associated Press.
O deputado estadual republicano Mike Ritze, que liderou o movimento para a construção do monumento aos Dez Mandamentos e cuja família ajudou a pagar os custos de US$ 10 mil para a sua construção, não quis comentar sobre o esforço do grupo satanista.
Jesus e Você, uma grande dupla