A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

PROFECIA RESPONSÁVEL

11.10-15: Estes são os capitães dos guerreiros de Davi, que muito o apoiaram no seu reino, com todo o Israel, para o consagrarem rei, conforme a palavra do Senhor com respeito a Israel.
No processo de cumprimento da profecia que anunciava a perenidade do reino de Davi, foi utilizada uma variedade de recursos humanos contidos em pessoas notáveis, criadas para esse propósito. Deus não espera que, sendo alvos de um anúncio profético, nos deitemos à sombra de uma jaqueira para esperar o seu cumprimento.

O desconhecimento do propósito embutido na palavra profética pode nos induzir ao erro.

A profecia nos dá um projeto de vida, aponta uma direção e concede um rumo, ou um alvo onde atirar. Essa revelação deve desencadear uma série de providências que envolvem grande esforço de nossa parte.

Cursos, cuidados com a saúde, preparo físico, psicológico e principalmente espiritual, que podem levar anos para serem finalizados.

Ninguém imagina que uma palavra que o incentiva para a prática da medicina lhe concederá destreza imediata para realizar cirurgias complicadas.

É preciso investir em preparo. No que se refere ao ministério, a exigência é ainda maior.

Já chegamos a um número absurdamente alto de pastores formados no “pingo do óleo” no “cuspe santo” e no “par ou ímpar”, trazendo para o meio eclesiástico um verdadeiro festival de besteirol.

Para os profetas, vale o apelo para que exerçam a sua atividade com responsabilidade e temor. A vida de alguém pode ser colocada em perigo. Se a maioria dos falsos videntes se calasse, eles não fariam falta alguma, ao contrário, seu silêncio profético seria libertador.

Ubirajara Crespo

sábado, 1 de outubro de 2011

Apresentaação do livro ENTRE LOUVORES E AMORES

Prefácio

Na sociedade contemporânea, somos atingidos fortemente pelos meios de comunicação, a televisão nestes últimos cinqüenta anos tornou-se uma espécie de máquina que dita às normas e os costumes vigentes. Deixamos que isto viesse ocorrer, e porque nos colocamos num plano crítico mediano, não percebemos o seu poder de manipulação, que tem levado as massas, impulsionadas pelo senso comum, a andarem numa mesma direção, ou seja, para o abismo da ignorância e da ausência de discernimento entre aquilo que é certo ou errado, bom ou mal. Não pensar virou mania nacional, aquele sentimentalismo nacionalista, ficou somente em nossas lembranças, mas para criarmos os nossos próprios conceitos, sabemos que precisamos de um conhecimento aprofundado, do mundo ao qual pertencemos. Tal como ocorreu na fundação da nossa literatura brasileira, o índio, o escravo negro, o sujeito dos pampas, o nordestino e o caipira, forneceram as cores desta nova pátria que estava surgindo pelas letras dos nossos grandes autores nacionalistas, tais como, José de Alencar, e não devemos nunca deixar de citar, este grande mestre brasileiro, Machado de Assis.

Lendo e revisando “Entre Louvores e Amores” pude observar estas cores e particularidades, e nas pinturas dos personagens, todos os sujeitos que expressam estas peculiaridades do nosso país, que ajudaram a fundamentar a nossa literatura, tais como, os retirantes em busca de nova vida em São Paulo, e a presença dos cariocas que escolheram a cidade como a sua própria casa.

Também já era de se esperar que o autor, Oscar Henrique Cardoso, jornalista com larga experiência como repórter e radialista e mais recentemente, escritor, conseguiria desvendar todas estas faces, evidenciando- as numa trama onde os dilemas humanos não estão distintos, pelo contrário, eles se fundem e de uma maneira muito solidificada, na vida de cada um dos seus personagens.
Também existe uma clara preocupação com os aspectos morais e éticos que pontuam a cultura Judaico-Cristã-cidental, traduzidas a nós nos livros que compõem a Bíblia Sagrada, mais especificamente ilustradas no livro do profeta Samuel. Dentro de uma perspectiva paulistana, o autor transpõe como uma tarefa a ser cumprida, uma realidade vivida pelo próprio povo judeu, que deixou- se escarnecer por causa dos falsos líderes, nepotistas religiosos, os filhos de Eli, um sacerdote judeu velho e cansado, que cumpriam um sacerdócio de oportunismos, que era presenteado de pai para filho. Neste mesmo perfil enquadra-se o falso pastor João, que aclamou- se sacerdote, tutelando outros espertinhos, e principalmente o seu filho Rafael, visando tão somente obter recursos financeiros pela pregação do evangelho da prosperidade.

Neste ponto é que eu faço uma ligação com a introdução deste texto, pois é na mídia impressa, falada e televisada que estes oportunistas propagam todo o seu descaramento. Ora promovendo o mercantilismo da fé, ora vendendo o sentimentalismo através da catarse e o medo pela ilusão da salvação, estes novos filhos de Eli manipulam a realidade do mundo daqueles que os seguem e fazendo-os perderem completamente as suas identidades e a sua capacidade de julgamento, como se eles fossem verdadeiros magos em frente aos holofotes.
Já por outro lado temos um jovem, Samuel, pronto desde o ventre materno, consagrado ao Senhor, por sua mãe Ana, que depois de haver sido muito humilhada pela sua rival, Penina, a outra esposa de seu marido Elcana, levanta-se com fé e autoridade, e com o auxílio de Deus vence sua condição vergonhosa, no contexto judaico da época, por ser uma mulher estéril e já de avançada idade. Samuel era um desbravador, profeta, educador em estado puro, recebeu a tarefa de organizar um estado em desordem, onde a autoridade dos juízes e suas pesadas leis não foram suficientes para unificar o povo, ao contrário, geraram um caos que culminou na necessidade de se instituir uma monarquia, cujo primeiro rei fora Saul, outro que convém lembrar, foi escolhido e depois rejeitado por Deus, para ceder lugar ao grande rei Davi.
Encontrando respaldo no modo paulistano de ser, e num ritmo frenético, uma escrita nervosa se sobressai entre os eventos descritos, elevando esta obra a um bom gosto estético, bem ao nível das melhores criações narrativas. Mesmo escrito em capítulos, remonta aos velhos folhetins novelísticos, onde se podia ler por encomenda, em porções que vinham encartadas nos grandes periódicos, cuja função principal visava ao entretenimento, e principalmente direcionadas ao universo feminino. Neste contexto, por onde quer que eu improvise algum comentário, sempre estarei me referindo, de alguma forma, ao jornalismo, que está muito claramente, mesmo que mascarado de ficção, demonstrado através do caráter denunciativo que se apresenta no interior do texto. Em toda a sua trajetória os personagens se desenvolvem de forma linear, apresentando quando muito, pequenas variações, como nos casos de Sílvia, Rafael e João, por exemplo, mas que mesmo assim, desde o início da trama, já revelavam os traços de como sucederia o seu futuro.
Com isso o autor consegue manter o leitor fiel ao seu texto, possibilitando, até mesmo, que ele possa torcer, para o sucesso do seu personagem preferido.
Também destaco que nesta narrativa, o autor, não se desdobra somente em torno da licença poética, onde muitos autores, sem ter muito do que falar em suas incursões literárias, confortavelmente nela se debruçam, mas ele vai além deste instrumento, talvez em função da sua área de formação. Andar nas vielas em busca de informação, enfiar o pé no barro atrás de uma boa notícia ou cruzar os corredores do Congresso, ou dos Ministérios em busca da aprovação de verba para um projeto social, e do Palácio do Planalto, na tentativa de legitimar a posse de uma comunidade quilombola lá do interior de Goiás, certamente incrementam requintes e profundidade, intensidade e leveza, aos escritos deste talentoso escritor.
Vejo nesta obra um lindo trabalho de criação, em que os personagens, se interpelam, estão interligados fisicamente, e quando lhes damos nomes, nós também lhes damos vidas, e estas caras e singularidades personalizadas, certamente, se eternizarão no imaginário de quem os lerá.
PAULO ROGÉRIO CORRÊA DE VARGAS

Professor de Letras, Literatura. É ministro do Evangelho em Esteio, Rio Grande do Sul

Autor do livro: Oscar Cardoso

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

INVASORES DE CORPOS

ELES SÃO TERRÍVEIS
 
Seus verdadeiros nomes são Inveja, malediscência, ressentimento, destemperança, descontrole emocional, devassidão, egoísmo, intriga, luta pelo poder, agressividade e perversão sexual.

Estas pragas precisam de olhos, pés, mãos, língua, cérebro e alma para se manifestarem.
 
Eles carregam uma carga de destruição devastadora. É preciso pregar cada um deles na cruz, oferecendo nossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.

MORTE AO VELHO HOMEM!!!!!!!!

Agora vamos oferecer os membros de nossos corpos como instrumento da justiça, do amor, da misericórdia e do bendizer a Deus e pessoas.

Onde havia o mal, preenchemos com o bem, senão, os inimigos voltam sete vezes mais violentos.
Naós News TV: www.naosnewstv.org
 

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Elifaz, Bildade e Zofar – Quem é você?

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Os três amigos de Jó eram idosos (Jó 32.6) e mais velhos que Jó (15.10), mas parece que o mais velho de todos era Elifaz. Seu nome aparece primeiro e, ao que parece, o Senhor o considerava o membro mais velho do trio (42.7). É associado a Temã, um lugar conhecido por sua sabedoria (Jr 49.7). Elifaz baseou seus discursos em duas coisas: nas próprias observações acerca da vida (“segundo eu tenho visto”, “Bem vi eu” – Jó 4.8; 5.3, 27) e numa experiência assustadora que teve certa noite (Jó 4.12-21). Elifaz confiava muito na tradição (Jó 15.18,19), e o Deus que ele adorava era um Legislador rígido.

“Acaso, já pereceu algum inocente?” (Jó 4.7), perguntou ele, e incontáveis mártires poderiam dizer: “Nós”! (Que dizer do Senhor Jesus Cristo?). Elifaz possuía uma teologia inflexível que não deixava muito espaço para a graça de Deus.
É bem possível que Bildade fosse o segundo mais velho, uma vez que seu nome aparece em segundo lugar e ele fala depois de Elifaz. Pode-se descrever Bildade com uma só palavra: legalista. Seu lema era: “Eis que Deus não rejeita o íntegro, nem toma pela mão os malfeitores” (Jó 8.20). Era capaz de citar provérbios antigos e, assim como Elifaz, tinha profundo respeito pela tradição. Bildade estava certo de que os filhos de Jó eram pecadores (vv. 4). Não demonstra sensibilidade alguma pelo amigo sofredor.
Zofar, era o mais jovem dos três e, sem dúvida, o mais dogmático. Fala como um diretor de escola dirigindo-se a uma turma de calouros ignorantes. Sua abordagem insensível é: “Sabe, portanto”! (Jó 11.6; 20.4). Não se mostra de modo algum, um homem misericordioso e diz a Jó que, tendo em vista seus pecados, Deus o estava fazendo sofrer muito menos que merecia (Jó 11.6).
Seu lema era: “Porventura, não sabes tu que desde os tempos [...] o júbilo dos perversos é breve e a alegria dos ímpios momentânea?” (Jó 20.4,5). É interessante observar que Zofar só se dirige a Jó em duas ocasiões. Ou ele decidiu que não era capaz de refutar a argumentação de Jó, ou considerou uma perda de tempo tentar ajudar o amigo.
Algumas das palavras desses três homens são boas e verdadeiras, enquanto outras são insensatas. De qualquer modo, por terem uma visão restrita, não puderam ajudar o amigo. Sua teologia não era vital nem vibrante, mas morta e rígida, e o Deus que tentaram defender era pequeno o suficiente para ser compreendido e explicado.
Por que alguém faria a um amigo do modo como esses três homens falaram a Jó? Por que estavam zangados? Encontramos uma pista nas palavras de Jó: “Assim também vós outros sois nada para mim; vedes o meu sofrimento e vos espantais” (Jó 6.21). Esses três homens estavam com medo de que as mesmas calamidades acontecessem com eles! Portanto, precisavam defender seus pressupostos de que Deus recompensa os justos e castiga os perversos. Enquanto fossem justos, nada de mal lhes aconteceriam nesta vida.
Marcelo Oliveira
Autor deste livro
O medo e raiva muitas vezes andam juntos. Ao afirmar sua integridade e se recusar a dizer que havia pecado, Jó abalou a teologia dos seus amigos e tirou deles sua paz e confiança, o que, por sua vez, os deixou zangados. Deus usou Jó para destruir a teologia superficial desses homens e desafia-los a aprofundar-se no coração e na mente do Senhor. Infelizmente, preferiram o superficial e seguro ao invés do profundo e misterioso.
Elifaz, Bildade e Zofar têm vários discípulos hoje. Sempre que encontram uma pessoa que se sente obrigada a explicar tudo, que tem uma resposta pronta para todas as perguntas e uma fórmula fixa para resolver todos os problemas, voltamos ao monturo como Jó e seus três amigos. Quando isso acontecer, devemos nos lembrar das palavras do psicólogo suíço, Paul Tournier:
Ansiamos quase sempre por uma religião fácil, simples de compreender e simples de seguir; uma religião sem mistérios, sem problemas insolúveis, sem dificuldades inesperadas; uma religião que nos permita escapar de nossa condição humana miserável; uma religião na qual o contato com Deus nos poupe de todo conflito, toda incerteza, todo sofrimento e toda dúvida; em resumo, uma religião sem a cruz”.

Pr Marcelo Oliveira
Bibliografia: Wiersbe, Warren. Comentário Expositivo. Geográfica Editora.
Terrier, Samuel. Jó. Editora Paulus.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A Besta cozinha o mundo em banho maria

Revelation 13:4: "...e adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta; também adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela?"

Embora não de aviso prévio, a besta não tomara o mundo em um assalto repentino, mas cozinhara esta mistura em fogo brando. Ela fará algumas adaptações, promovera predisposições e cultivara uma consciência coletiva.
Uma destas providencia será o extermínio de toda resistência ao seu endeusamento gradual, mas continuo. Como uma abominação, o iníquo construir no Templo um presépio vivo rodando ao redor de si mesmo.
Seus discípulos gostam de criar títulos, superestimar sua posição e assumir cargos executivos disfarçados com pintura religiosa. Esta pratica e muito adotada nestes dias.

Isto significa que as barreiras eclesiásticas que impediam o culto a personalidade já foram rompidas.

A sociedade, seja ela religiosa ou não, colocou muito peso, responsabilidade e expectativa em cima de personagens carismáticos. Para se considerarem SUPER, só falta a capa, o colã azul, a sunga em cima da calça e a cabine telefônica.
Este fenômeno ocorre desde os primórdios: Lembra-se de Nabucodonosor, Alexandre, Nero, Hitler e Obama? Creio, porem, que este raio nunca esteve tão perto de cair outra vez, no mesmo lugar, como agora.
A propalada "Nova Ordem Mundial", cuja identidade se esconde na penumbra das definições imprecisas e a grande esperança das nações.
Precisamos de alguém que formule esta definição definitivamente e saiba como apresentá-la convincentemente.

Depois disto NHAK!!!!!