A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

COISIFICANDO


O processo de coisificação
Tenho medo de deixar de ser gente e ser absorvido pelo processo endêmico de coisificação que invade a sociedade.
No dia em que eu contratar algo ou alguém para responder emails, postar em meu nome e passar a me comunicar com meu povo através de boletins, apenas, me coisifiquei.
Tornei-me uma COISA, uma máquina, uma empresa, uma marca ou um produto. Deus me criou alma vivente, pensante, modelo exclusivo e não apenas existente.
Este processo de coisificação, antagônicos ao processo criador, só pode ser coisa do diabo.
Me ajude, por amor de Deus. Se perceber que me tornei uma COISA, faça-me o favor ao mundo e a minha alma: Desmontem-me.
Se a desmontagem for difícil, chamem uma quadrilha destruidora de caixas eletrônicos, eles saberão o que fazer. Ate a Al Qaida serve.
A COISA trata pessoas como se fossem coisas. Você telefona para ela e ouve a seguinte mensagem:
-Para saber quais são os assuntos de nossos seminários, tecle 2.
-Para saber qual é o cachê, tecle 3.
-Para agendar pregação, tecle 5.
-Para falar com o pregador, tecle 9 e fique ouvindo a musiquinha.
No telefone ele se comporta como COISA, mas no púlpito parece gente. Depois que desce do palco religioso volta a ser COISA.
A institucionalização do que nasceu para ser Corpo foi o primeiro passo deste processo. Uma forma inteligente, mas diabólica, de anular a resistência da Igreja ao avanço do Reino do anticristo.

Jesus! Tira a gente logo daqui.
Ubirajara Crespo

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Big Data. Sistema facilitador do controle mundial citado no Apocalipse

De ‘Moneyball’ a Davos: o Big Data se abre para o mundo

Análise de informação digital em tempo real é fundamental para a tomada de decisões

COMENTÁRIO PRÉVIO AO ARTIGO: É de um controle total como este que a Besta está precisando para implantar o seu reino na terra. Trata-se de algo que parece irreversível, mas deve ser visto sem alarme. Por enquanto estamos apenas somando pontos. Cada ponto extra, mais se aproxima o glorioso dia pelo qual todos os cristãos de verdade esperam.

Ubirajara Crespo

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Estande da IBM reproduz o mundo na feira CeBit, na Alemanha
Foto: AP

Estande da IBM reproduz o mundo na feira CeBit, na AlemanhaAP
RIO — Você vai ao mercado para comprar apenas o que falta para o jantar e, ao passar pelo corredor de produtos de higiene, seu celular o surpreende com uma mensagem. O remetente é o próprio varejista, que deseja atentá-lo para o desodorante em promoção na prateleira ali do lado. O SMS não diz, mas ele sabe que o seu estoque do produto está mesmo no fim e que, há duas semanas, você escreveu no Facebook o quanto gostava daquela marca.
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Como funciona o Big Data

Se a precisão da mensagem lhe é espantosa, prepara-se: a tecnologia que cruza coordenadas GPS, posts de redes sociais e todo tipo de dado em tempo real para proporcionar cenas como essa já existe e está invadindo empresas e governos do Brasil e do mundo. A promessa, segundo especialistas, é de uma revolução nas relações entre consumidores e empresas, entre a realidade sócio-econômica e os tomadores de decisões e até uma virada na ciência. A tecnologia insinua, ainda, uma nova fronteira na discussão sobre privacidade.
Trata-se de Big Data, termo de mercado para o conjunto de soluções que analisa informações em variedade, volume e velocidade inéditos até hoje - os três Vs, como chamam os tecnólogos. Ferramentas desse tipo surgiram no fim da década passada, mas este ano o conceito extrapolou de vez os limites da academia e dos setores de TI. Isso porque o preço para armazenamento de dados está despencando e diversas ferramentas baratas ou gratuitas para lidar com as informações estão surgindo. Um exemplo é o Hadoop, software de código aberto surgido dentro da Google que permite tratar grandes volumes de dados em tempo real.
Prova do alcance do conceito foi último Fórum Econômico Mundial. O austero encontro de Davos abriu espaço em sua agenda de debates sobre mercados financeiros e conjuntura macroeconômica para discutir diversos aspectos do mundo da informação. Ao fim, o fórum publicou o estudo "Big Data, grande impacto: novas possibilidades para o desenvolvimento internacional", que mostra como o Big Data pode ser uma arma contra problemas sócio-econômicos.
Um mercado de US$ 17 bi em 2015

Brad Pitt contribuiu ainda mais para a popularização da ideia: o filme “Moneyball”, protagonizado por ele e em cartaz no cinema, conta a história da mais famosa aplicação do Big Data.
Segundo a consultoria IDC, o mercado global de Big Data crescerá quase 40% ao ano entre 2010 e 2015, saltando de US$ 3,2 bilhões para US$ 16,9 bilhões. O ritmo dessa expansão é cerca de sete vezes maior do que o da indústria de tecnologia da informação como um todo. Mas essa projeção é considerada conservadora por parte do mercado por não incluir os desdobramentos da tecnologia sobre o restante da economia. Para o executivo de operações da EMC, Pat Gelsinger, o Big Data já movimenta US$ 70 bilhões e crescerá algo entre 15% e 20% ao ano daqui pra frente.
Como escreveu a Reuters, esses números deixam os fundos de capital de risco salivando. Dados compilados pela empresa que controla a agência de notícias mostram que só os venture capitalist investiram no ano passado US$ 2,5 bilhões em start-ups que atuam em Big Data.
A tecnologia envolve tanto dinheiro porque soluciona um problema inadiável para a economia global. Se você se sente atordoado com a enxurrada de posts no seu Twitter, imagine a perda de produtividade em uma empresa incapaz de compreender os dados que a inundam.
A quantidade global de dados digitais deve crescer do atual 1,8 zettabyte para 7,9 zettabytes em 2015, prevê a IDC. Zettabyte é o mesmo que um trilhão de gigabytes. Isso significa que, daqui a três anos, toda a informação do mundo poderia ser armazenada em 493 bilhões de iPads. A Gartner, outra consultoria, sustenta que esse volume de informação vai se expandir nos próximos anos a um ritmo de, no mínimo, 59%.
A centelha que aciona essa explosão é a proliferação de aparelhos e plataformas que geram dados como nunca. São os celulares, GPS, redes sociais, câmeras e sensores dos mais diversos tipos. E grande parte das informações nascidas nessas mídias são classificadas de não-estruturadas: ou seja, não é facilmente computável, sendo geralmente gerada pelo ser humano, não por uma máquina. A Gartner diz que mais de 85% das informações armazenadas pelas companhias do mundo sejam desse tipo, que, até pouco tempo, só podia ser compreendido por pessoas. Com o Big Data, as máquinas aprendem a lê-lo. Essa é, nas palavras de alguns especialistas ouvidos para esta reportagem, a beleza do conceito.

É chegada a vez da evolução no ‘I’

— Nos últimos 50 anos, toda a evolução do mercado de TI se deu, praticamente, apenas no “T” da sigla, na tecnologia. Com o Big Data, é chegada a hora de o “I”, de inteligência, guiar o avanços — afirmou Alexandre Kazuki, diretor de marketing da divisão da HP Brasil que cuida de Big Data.
O Big Data está dando os primeiros passos no mundo, mas a tecnologia apenas engatinha no Brasil, na avaliação de Kátia Vaskys, diretora de Bussiness Analytics da IBM. Como prova disso ela cita a forma como a maioria das empresas brasileiras monitora suas marcas nas redes sociais. Lá fora, essa é uma das tarefas mais caras ao Big Data, e gigantes como Walmart estão na dianteira.
— Aqui costuma-se contratar um time de estagiários para isso. Isso é basear a estratégia de marketing na intuição, mas não há intuição que resista a tanta informação! Há uma ferramenta tecnológica para fazer isso com muito mais precisão e em tempo real — comentou Kátia.
A aplicação por aqui está restrita, por enquanto, a alguns setores: varejo, financeiro (sobretudo na análise de risco), telecomunicações, petrolífero e, segundo Kazuki, começa a chegar às áreas de mídia e entretenimento.
Os clientes da Renner, por exemplo, não imaginam que a presença daquela camiseta na arara da loja é obra de tecnologia de ponta. Em parceria com a gigante Oracle, a varejista usa Big Data para identificar as necessidades imediatas dos consumidores, explica o diretor de TI Leandro Balbinot. A Renner consegue monitorar em tempo real o fluxo de mercadorias da loja ao cruzar os dados de localização GPS dos caminhões dos seus fornecedores com os níveis dos seus estoques. A rede também acompanha a aceitação dos seus produtos de forma instantânea nas redes sociais. Assim é possível saber se a roupa do comercial que acabou de ser veiculado na TV agradou ou não.
Mas a empresa quer algo mais desses dados. Balbinot adianta que em breve será possível deduzir as estratégias dos concorrentes simplesmente analisando os preços dos fornecedores. Outra possibilidade é a de trocar a seleção de produtos à venda na loja com base nas informações meteorológicas de um determinado dia. Exemplo: se os dados mostrarem que, nas últimas chuvas, os clientes compraram menos calças e mais acessórios, a rede pode dar mais destaque a eles logo que os primeiros pingos caírem na cidade.