A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

sábado, 24 de março de 2012

O SUCESSO DA IGREJA PERSEGUIDA


SOCORRAMOS À IGREJA

A definição bíblica para o sucesso não é a mesma que aprendemos no mundo dos negócios. Sucesso, para Deus, é realizar a sua missão custe o que custar.

Avaliado pelo mundo business Jesus foi um grande fracasso, mas, segundo Deus, um exemplo de alguém que chegou onde deveria chegar. Não tinha onde reclinar a cabeça, era rejeitado, excluído, perdeu a eleição da vida para Barrabás, foi escarnecido e contado entre os transgressores. Você esta disposto a ser como ele? Ou prefere ser como o .......?

Cuidado, a própria instituição religiosa perseguirá os santos. Quem crucificou a Jesus foi o grupo religioso! Considerado o equivalente a Igreja de hoje.

De que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma (o controle sobre si mesmo)? Se der para ganhar os dois, melhor. Sem negociar valores fica difícil. O sistema é manipulado pelo diabo, e só tem lugar para quem segue as suas regras.

Se fidelidade for o motivo da perseguição, estamos no caminho certo. Não é pra menos, pois a mensagem de Cristo quebra paradigmas, rompe estruturas malignas, resiste ao diabo, desfaz laços com a violência, com a injustiça e com o desamor.

Guardando os limites da contextualização, não podemos esperar outra coisa, senão resistência. Todos que tentam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos (2Timoteo 3.12).

Isto vale também para as Igrejas do mundo ocidental, onde para ser aceita, deve ceder. A perseguição está em toda parte, só muda de roupa, mas não de coração e propósito.

Aqui o inimigo tenta nos encantar, lá nos despreza e acolá nos persegue, acorrenta e mata. Se não há perseguição, quem vestiu a roupa certa, mas mantém o coração errado, somos nós.

Igreja, não chore por causa da rejeição, chore por causa da infidelidade.

Ubirajara Crespo

sexta-feira, 16 de março de 2012

Dose Certa

O arrependimento e a dose certa e o remorso a errada.

2Reis 18.5. No SENHOR Deus de Israel confiou, de maneira que depois dele não houve quem lhe fosse semelhante entre todos os reis de Judá, nem entre os que foram antes dele.

No SENHOR Deus de Israel confiou, de maneira que depois dele não houve quem lhe fosse semelhante entre todos os reis de Judá, nem entre os que foram antes dele.
2 Reis 18:5

Sem duvida alguma Ezequias tem seu nome escrito nesta lista de reformadores. O Reino do Sul, ao qual comandava, era o que sobrou do povo escolhido por Deus, mas que caminhava trôpego e cambaleante na fé. Israel, o chamado Reino do Norte ja havia sido praticamente extinto.

Como um rapaz de 25 anos mudaria o rumo daquela procissao? Foi o tamanho do compromisso de Ezequias que motivou tamanha reforma. Por amar ao Senhor o Rei colocou a casa em ordem depois de fazer uma grande fachina.

O destaque ficou com Neustã, cujo significado eh "um pedaco de bronze", com o qual Moises construiu uma serpente. Para ela deveriam olhar, aqueles que desejassem ser curados.

Enquanto explicava a sua missao, Jesus prometia salvar a todos que para ele olhassem, validando assim o ato de Moises. O que ha 700 anos foi usado como remedio, se transformou em doenca. Dose, frequencia e via de administracao incorretas, puseram em coma toda a nacao. O arrependimento levanta da queda, mas se for administrado em altas doses, se transforma em remorso e pode ser letal. O remorso eh o seu efeito assassino. Judas que o diga.


O processo de ambos iniciam da mesma maneira: Reconhecimento do erro, a admissão do pecado, sensação de culpa e vergonha. A partir dai, tomam rumos totalmente diferentes. 

O remorso intensifica a sensação de culpa, aumenta o volume de voz do acusador, gera condenação, medo, opressão, autocomiseracao e morte.
O arrependimento, no entanto, segue uma estrada diferente: Livra-nos da culpa e do medo, gera iniciativas de restituição para o lesado, libera do peso emocional, transforma condenação em justificação e a opressão em alegria. 

No final desta estrada a vergonha perde a sua forca e o pecado a sua influencia. 

Ubirajara Crespo