A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Breve resumo sobre a atual forma de apresentação do movimento pedófilo

Breve história do ativismo pedófilo

Existiu, entre 1974 e 1984, na Inglaterra, um movimento de pedófilos chamado PIE (Pedophile Information Exchange), que entre outras coisas lutava no congresso para diminuir a idade de consentimento para relações sexuais, uma espécie de militância pela “maioridade sexual”. O movimento recebia dinheiro do governo britânico para a sua atividade por meio de verbas do Serviço de Voluntários do Ministério do Interior. O PIE acabou sendo fechado, na década de 80, depois que as investigações de frequentes escândalos de pedofilia acabaram levando a membros do movimento. Além disso, a sua atividade política começou a se tornar ultrajante para a sociedade britânica.

Entre as ações empreendidas por este movimento durante sua atividade, esteve a luta pela redução da idade de consentimento para QUATRO anos de idade, o que começou a despertar indignação. Mas houve resistência do governo pois a atividade do movimento estava abrigada pelo Conselho Nacional para Liberdades Civis.

Ficou claro na época que nenhuma iniciativa pedófila teria exito enquanto a prática mantiver um estigma negativo na sociedade, isto é, contrária a valores tradicionais ainda em voga.

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Harriot Harmon (esquerda) é hoje vice-líder do Partido Trabalhista britânico e integrante do Conselho Para o Bem Estar da Criança. Na década de 1970, era ativista pela pedofilia no movimento PIE.

Nos EUA, em 1978, foi criada a NAMBLA (Associação Norte-Americana do Amor entre Homens e Garotos) com o mesmo objetivo do PIE. NAMBLA é considerada a organização mais importante do ativismo pedófilo da atualidade.

Entre 1984 e 1994, pertenceu à ILGA (Associação Internacional de Gays e Lésbicas), mas foi expulsa. O movimento pedófilo alega que a expulsão da ILGA foi devido o objetivo do movimento internacional de conseguir um status consultivo como ONG nas Organização das Nações Unidas.

A ONU chegou a dar esse status ao ILGA em 1993 mesmo com a associação com o NAMBLA, mas com a ameaça do governo dos EUA de cortar financiamento às Nações Unidas enquanto abrigasse movimentos pedófilos, o ILGA decidiu pela dissociação com o  NAMBLA, sendo então admitido pela ONU no ano seguinte após protestos de organizações pedófilas de outros países.

O ILGA é um dos principais promotores da Ideologia de Gênero na ONU por meio da UNESCO, embora haja hoje centenas de outros movimentos e ONGs feministas empenhadas na causa da educação sexual para idades cada vez menores. ( https://europeanmediacentre.wordpress.com/2013/11/05/pedophilia-is-a-sexual-orientation-under-new-california-state-law/ e http://www.nambla.org/)

Atualmente, no Brasil, por meio do Ministério da Educação e Cultura, rios de dinheiro são investidos na elaboração de programas educacionais que levam a temática da Ideologia de Gênero para ser ensinada a creches de todo o país. Essa ideologia, a pretexto de combater a discriminação, oferece às crianças um leque de opções sexuais e orientações possíveis que chama de gêneros.

 

A mudança de estratégia surtiu efeito. Hoje, na maioria dos países, a educação sexual é comum, embora a pedofilia seja oficialmente proibida. Um dos expedientes caros aos ativistas é a distinção, bastante arbitrária, entre pedófilos e abusadores de crianças. Segundo eles, há o pedófilo inofensivo que somente sente atração sexual por crianças mas não a pratica. Enquanto aos abusadores mantém-se a condenação penal, ao pobre pedófilo caberia tratamento, ajuda e toda a compreensão, cabendo inclusive, quem sabe, uma campanha de combate à discriminação contra ele.

O novo movimento pedófilo está hoje infiltrado nos movimentos LGBT por meio do “combate ao preconceito nas escolas”. Diante do preconceito sofrido por crianças com tendências homossexuais, sugere-se o ensino de todo tipo de prática sexual imaginável às crianças da mais tenra idade.


 

A mais conhecida teórica da Ideologia de Gênero, Judith Butler, porém, afirma que “gênero é o seu comportamento”, fazendo do conceito um tipo de cultura ou revolução comportamental. Ora, segundo ela, não há homens ou mulheres, mas simplesmente pessoas. A consequência lógica deste pensamento impõe que não exista nem mesmo preconceito e, no entanto, este é o conceito que está sendo utilizado para ensinar as crianças, a partir dos 4 anos, a explorarem seus corpos e os de seus colegas em busca de prazeres sexuais para, assim, definirem seu “gênero”.

 


 

A conceituação de Butler, se bem compreendida, já demonstra que não é o problema do preconceito que desejam resolver.

É sabido pela psicologia que para mudar a mentalidade de alguém, basta mudar-lhe o comportamento, pois o indivíduo lutará para adequar o pensamento às ações praticadas anteriormente, de modo a reduzir a dissonância cognitiva. Portanto, a mudança da mentalidade é o alvo principal, fazendo de crianças e adolescentes militantes eficientes pela destruição de todos os padrões morais.

Ao contrário do que muitos podem pensar, a Ideologia de Gênero não torna as crianças homossexuais, mas as transforma em órfãos incapazes de perceber a realidade justamente porque habituam-se a adequá-la aos seus desejos e às ideologias do momento. Convertem as crianças a meros brinquedos de adultos.


Fonte: Vista Direita 


#pedofilia #estratégiaGay

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Estudos em 1 Samuel. O muito sem Deus é nada e o pouco com Deus é muito

"Sucedeu que, desde aquele dia, a arca ficou em Quiriate-Jearim, e tantos dias se passaram, que chegaram a vinte anos; e toda a casa de Israel dirigia lamentações ao Senhor. Falou Samuel a toda a casa de Israel, dizendo: Se é de todo o vosso coração que voltais ao Senhor, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes, e preparai o coração ao Senhor, e servi a ele só, e ele vos livrará das mãos dos filisteus.”
1Samuel 7:2-3 

Agora, que a Arca estava de volta, o povo precisava ser informado da necessidade de se compotarem de acordo com aqule a quem ela representava. Um povo religioso, apenas por fora, ao perceber a ausência de símbolos religiosos, se torna mais descuidado no seu agir, no seu falar e no seu olhar. Este comportamento não é nada recomendável.

Samuel viu neste grave erro, uma oportunidade para promover uma conscientização do erro, para a renovação de votos antigos e para iniciar uma total descontaminação ritualística da Terra Prometida. Diga-se de passagem, este pecado foi a causa da perda de sua identidade geográfica e da diluição da sua identidade. 

O culto precisava ser dirigido somente ao Eterno e não mais a estátuas fabricadas por mãos humanas, nem a amuletos representativos de entidades, que nada tinham a ver com o Deus da sua Terra.

“Disse mais Samuel: Congregai todo o Israel em Mispa, e orarei por vós ao Senhor. Congregaram-se em Mispa, tiraram água e a derramaram perante o Senhor; jejuaram aquele dia e ali disseram: Pecamos contra o Senhor. E Samuel julgou os filhos de Israel em Mispa.”
1Samuel 7:5-6 

Não foi por acaso, que o exército israelita, agora aprovado e amparado por Jeová, prevaleceu sobre os incircuncisos filisteus. A empáfia dos filisteus, baseada em suas vitórias anteriores, fez com que tomassem a inciativa da peleja e caíssem por terra diante do povo escolhido por Deus.

Partir para a luta baseado na exibição de oratória avançada, de conhecimento, de poder e de soberba costuma terminar em um desastre, como ocorreu com Hitler. Tudos estes ingredientes acrescentados de cobiça e megalomania, se transformam em impulsos capazes de nos levar a realizar jornadas grandes demais para nós.

UbiraCrespo 

sábado, 9 de setembro de 2017

Ligados por amor ou separados pela intolerância? Qual deles prevalecerá?

Os dogmas doutrinários usados para justificar a existência das inúmeras denominações, não passam de falácias nascidas no coração humano. Fruto do nosso desamor, da intolerância e da intransigência. Não podemos transferir para Jesus a responsabilidade das divisões ocorridas na Igreja, dizendo que foi ele quem fez isso.

▶1Co 3.1. E eu, irmãos não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a criancinhas em Cristo. 3. porquanto ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja e contendas, não sois porventura carnais, e não estais andando segundo os homens?

Há uma só Igreja e ela é Universal, isto é, de alcance universal e não com um rótulo onde Lemos palavras como Universal, Católica, Mundial, Comunidade Cristã, Batista, Assembléia, Presbiteriana. Sou de opinião de que rótulos não identificam o tamanho do cristianismo praticado dentro daquele prédio. Jesus disse que seus seguidores seriam conhecido pelo amor, que é inclusivo e não exclusivo. As separações em denominações diferentes não mostram este tipo de amor. Por este motivo, a fé deve ser pessoal.

Um dia desses fiquei indignado ao passar por uma determinada avenida e ver mais de 15 igrejas usando rótulos diferentes, todas intransferíveis e inajustáveis. As incontáveis placas encabeçam a lista de nossas vergonhas e mostram, que foram provocadas por intolerância e insensibilidade tanto por parte de quem sai quanto de quem fica.

Os motivos alegados não passam de justificativas cujo objetivo é construir uma Cortina de fumaça para esconder os reais motivos da maioria das nossas divisões.

Há um remanescente, sim, muitos deles aprisionados por falta de opções, placas denominacionais ou indenoninacionais. Existem igrejas orgânicas, inorgânicas, institucionais, anti-denominacionais, reformistas, legalistas, independentes, desigrejadas, etc. O cristianismo é vivido no coração e não sob um logotipo. Talvez por isso, ao visitar grupos diferentes eu me sinto tão amado, tão aceito e tão à vontade.

Precisamos entender, que não existe a comunidade cristã 100% perfeita, assim como não existe aquela que é 100% errada. Existem sim, as que amam e as que não amam.

▶Ao ler este artigo, não saia por aí dizendo que defendo tolerância com heresias, aberrações teológicas e comportamentais. Isto é mentira.

Se disser, te pego, te pico e te jogo no penico do capeta.

Ops! Fui mal nessa conclusão. Desculpa aí!

UbiraCrespo