A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

SINAIS CLIMÁTICOS SOBRE O FIM


Falando sobre o final da história Jesus disse: "Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados" (Mateus 24.29). 

A segunda vinda de Cristo será acompanhada por fortes abalos atmosféricos. João revela em Apocalipse oito alguns destes:

1. Abalos no consumo de hortaliças e frutas:
"O primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo de mistura com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte da terra, e das árvores, e também toda erva verde". 

2. Abalos no consumo dos frutos do mar:
"O segundo anjo tocou a trombeta, e uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue, e morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar".

3. Abalos no consumo água potável:
"O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha".

4. Abalos na relação entre dia e noite.
"O quarto anjo tocou a trombeta, e foi ferida a terça parte do sol, da lua e das estrelas, para que a terça parte deles escurecesse e, na sua terça parte, não brilhasse, tanto o dia como também à noite".    

DE OLHO NO CÉU

Noé foi avisado de que a estabilidade da natureza seria preservada enquanto fosse do interesse de Deus. Para nosso aviso, alguns alarmes foram instalados na natureza. Suponho que o disparo progressivo destes alarmes sejam um tipo de aviso prévio.

"Enquanto durar a terra, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite" (Gênesis 8.22). 

A linha divisória entre as estações está se apagando gradativamente, tornando difícil estabelecer com precisão onde termina uma estação e começa a outra. A separação das estações, segundo o texto de Gênesis, seria evidente enquanto houvesse vida na Terra.

Já faz um tempo que presenciamos estas alterações. Climas típicos de uma estação invadem a outra. O termostato climático foi desregulado por desgastes causados pela insanidade de seus usuários.

A interferência humana na atmosfera gera desastres ecológicos cada vez mais frequentes e intensos.

Será isto uma marca do fim?

Você está apto para ser raptado pelo Noivo para a Nova Jerusalém? Esta, segundo o Apocalipse também se aproximará da Terra, via espaço cósmico, assim como os abalos
.
Acho bom tomar posição ao lado de Cristo antes que seja tarde, pois os problemas de quem ficar não terminam aqui:

"Então, vi e ouvi uma águia que, voando pelo meio do céu, dizia em grande voz: Ai! Ai! Ai dos que moram na terra, por causa das restantes vozes da trombeta dos três anjos que ainda têm de tocar!" (Apocalipse 8). 

Precisaremos de um Novo Céu e uma Nova Terra. Esta, que conhecemos hoje, atingirá um estado de calamidade tal, que só servirá para ser jogada na lixeira dos materiais não recicláveis.

Ubrajara Crespo

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Liberando as catracas

O cristianismo se apresentou ao mundo como um movimento capaz de requentar e ferver o sentido original do judaísmo. Começou bem, mas depois de adquirir seu patrimônio e se estabelecer conceitual e estabelecer influência geográfica, se transformou em um monumento sagrado, guardado a qualquer preço.

A preocupação com o folclore litúrgico superou a procura pelo comprometimento total com a Palavra. A prática ritualística equivaliam a atual carteira de membro. Perigo típico de toda fé formatada e institucionalizada.

Romanos 2.25: "Porque a circuncisão tem valor se praticares a lei; se és, porém, transgressor da lei, a tua circuncisão já se tornou incircuncisão".

A circuncisão, instituída para ser apenas um símbolo ou logotipo, foi transformada em essência. A religiosidade moderna é uma reedição desta tendência e tem gosto de café requentado. Valores como misericórdia, comunhão, fidelidade e amor não são cultivados em estatutos, mas nos corações.

O investimento no amor e na fé não acompanha os valores empregados nos metros quadrados das nossas construções.

Quanto vale um metro de longanimidade, dois de esperança e três de domínio próprio?

Tenho a impressão de que as primícias dos dízimos e ofertas estão enterradas a 7 palmos nos caríssimos alicerces dos monumentos eclesiásticos. Quando o movimento arrefece, o objeto de nossa dedicação é a estrutura. Isto dá a impressão de que algo está sendo feito. O monumento passou a ser um talismã, um bibelô. Lustramos a lataria e esquecemos de trocar o motor.

Se investirmos prioritariamente no reino de Deus, as demais coisas serão acrescentadas. Declaração que não parece combinar com as acirradas disputas por construir templos cada vez mais fabulosos. É muita obra de superfície.

Você já viu isto? Irmãos! precisamos levantar RS 10.000,00 para construir a paz em uma de nossas famílias. No outro domingo faremos uma campanha para preservar a santidade. Creio que isto combina mais com a natureza da nossa fé, mas eu também não vi.

Se, pois, a incircuncisão observa os preceitos da lei, não será ela, porventura, considerada circuncisão? (Romanos 2.26).

Não estou me rebelando contra as grandes organizações, mas contra a tendência de se transformarem em guardiões de vaidades, pompas, articulações políticas e financeiras. Deveríamos ser os guardiões da verdade, do amor, da esperança, da pureza e da fé compromissada.

Esta noiva sairá bem na foto ao lado de Jesus na sua vinda. Nós vamos subir, mas as estruturas ficarão com a mãe das meretrizes. Esta sabe, como ninguém, usá-las em seu próprio benefício.

Tem gente imaginando que a porta do céu é uma bilheteria, e que relatórios de feitos estruturais liberarão as catracas.

Ubirajara Crespo

domingo, 16 de janeiro de 2011

O DIA DA CAÇA TERMINOU, E A VEZ DO CAÇADOR SER CAÇADO

TRAGÉDIA QUE TRANSFORMOU SEU CAUSADOR EM VÍTIMA.

Deus criou a natureza conforme regras de preservação pré estabelecidas por Ele mesmo. Quando ao diabo, seu papel é alimentar nosso instinto destruidor.

Do lado dos humanos há quem se utilize da desgraça alheia para angariar doações que serão usadas para o seu próprio benefício.

Atitude que aumenta ainda mais a pressão sobre o gatilho da arma destruidora apontada contra nós.

Acredito que o cálice da ira de Deus está quase transbordando, não tem espaço para muitas gotas mais.

Nossas autoridades estão tentando passar adiante a responsabilidade da tragédia. Quem se deu mal e não conseguiu advogado de defesa foi a chuva. Só resta saber quem julgará esta meliente. Será o Supremo Tribunal que a condenará?

A próxima decisão será designar um cárcere e um carcereiro para este inflator.

Tenho a impressão de que todo dinheiro esbanjado com a corrupção poderia ter sido investido em preservação do ambiente e em prevenção. Este, no entanto, se tornou o plano de homicídio mais eficiente que já se viu. Os culpados nem serão citados.

Como representantes de Cristo, nosso dever é manifestar uma graça capaz de destruir as obras do diabo.

Este não é o momento de procurar culpados, mas solouções. Já chorei muito diante da televisão e dos noticários, mas o meu choro não ajudou ninguém.

Estamos estudando um modo de minimizar o sofrimento deste povo. Para que serve uma igreja que corre para seus templos para orar, mas se mantém à margem dos acontecimentos?
 

VEJA ESTA APRESENTAÇÃO E PASSE ADIANTE




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