A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

BESTEIROL RELIGIOSO EM LINHA DE PRODUÇÃO



Até onde podemos penetrar na misteriosa luz que revela a pessoa de Deus? Nesta busca podemos aplicar uma regra criada por Ele mesmo: "Pelos frutos ou obras o conhecereis" Tudo "o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre nós, porque Deus manifestou" este conhecimento" (Romanos 1.19).


Onde está o limite entre o finito e o infinito? Como ultrapassar a fronteira que separa os dois mundos?


Pois saiba que tudo o que cabe no espaço disponível em nossa cabeça está escrito na natureza. Esta revelação não é tão específica quanto a revelação escrita, mas é um começo, um ponto de contato, uma passagem para o etéreo.


"Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas" (Romanos 1.20). Isto torna toda a produtividade herética uma extrapolação indesculpável.


Heresia é fruto do pecado e não da busca sincera. Não passa de uma tentativa da criação de construir um deus alternativo, que seja segundo a sua própria imagem e semelhança. Ao desenhar este tipo de deus, fazemos uma vã tentativa de cozinhá-lo dentro de uma panela arquitetada por nós mesmos.


E assim montamos uma linha de produção de deuses contaminados pelas nossas distorções visuais do divino e por nossas próprias imperfeições. Mudamos a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível. Construímos imagens de deuses semelhantes a aves, quadrúpedes e répteis e colocamos (Romanos 1.23).


Com tantos deuses criados à nossa imagem e semelhança, só poderia dar no que deu e chegar onde chegamos!


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                           O TRANSE DA BUFUNFA                                    

 


Samuel Ferreira entra em transe com uma bolada aos seus pés



domingo, 9 de janeiro de 2011

GENUÍNA CARTEIRADA CRISTÃ



UM NOVO MANDAMENTO

Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.

Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.

Jesus termina estas últimas instruções confeccionando a nossa carteira de identidade. O amor é a sua matéria prima, não apenas aparente, nem mesmo uma imitação, pirataria ou material alternativo. 

É real.


Pode ser imitado, como ocorre com os perfumes e grifes. Pode ser uma maquiagem usada para esconder a nossa verdadeira cara, mas jamais será igualado.


Não é uma isca para fisgar os distraídos com o intuito de tirar deles alguma coisa. 


Paulo revelou em 1 Coríntios 13, que muitos são capazes de distribuir seus bens entre os pobres movidos por uma causa espúria e deturpadora, mas não por amor às pessoas.

A abnegação pode ser construída com material de procedência duvidosa.


O verdadeiro amor é resultado da habitação do Espírito Santo em nós. É um impulso irresistível, tão necessário para a sobrevivência da fé quanto é o ar que respiramos.

Se voltarmos ao primeiro amor, isto é, ao amor exalado por Jesus, experimentaremos o mesmo tipo de fé que é capaz de nos levar a fazer as mesmas obras que Jesus fez, e quem sabe, ainda maiores.


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Como o culpado pode ser declarado inocente ?

Romanos 1.17 Porque no evangelho é revelada, de fé em fé, a justiça de Deus, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.

O Evangelho revela a justiça de Deus a todos os que, pela fé, foram considerados justos. Posição que, segundo o mesmo Evangelho, é transmitida por decreto e não pelos nossos méritos.

É pela graça que somos salvos, mediante a fé, e isto não vem de nós, vem de Deus (Efésios 2.8). Nem a fé, que temos é mérito nosso, pois é gerada pelo Espírito Santo. Fé, uma vez implantada, produz energia suficiente para nos transformar em árvores frutíferas.

A fé não é um motor híbrido, impulsionado por vários combustíveis e ligada a diversas fontes de energia.
Paulo sabia que fé sem obras é morta, isto é, não existe. Trata-se de uma árvore sem essência, sem conteúdo: mera casca! Falta para esta fé litúrgica a sua fonte geradora e mantenedora: Jesus! Por isto ela é incapaz de salvar.

Se eu pudesse produzir fé e obras capazes de me salvar, eu seria o meu próprio salvador e a morte de Jesus teria sido o grande erro. Se a variedade, a intensidade e a insistente prática de rituais pudesse me salvar, a morte de Jesus em meu lugar seria totalmente desnecessária. Bastaria praticar e crer na força geradora que existe nos rituais e pronto.

A salvação é iniciativa de Deus e não nossa. Parte dele e não de nós. É uma medalha de hora, mas não ao mérito, mas ao amor gratuito de Deus.

Romanos 1.18 Pois do céu é revelada a ira de Deus contra toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça.

A justiça de Deus é imputada e não conquistada, quando admitimos a culpa. Em acirrada oposição contra este plano de salvação, estão os que tentam justificar as suas injustiças com atenuantes do tipo: – Eu estava muito nervoso naquela hora. – Fui pressionado pelas circunstâncias. – Fui provocado até o meu limite. – A minha mentira evitou que grandes problemas ocorressem. – Não sou de ferro.

É aquela velha história: – Explica, mas não justifica! O crime foi cometido, seja qual for a situação que me pressionava naquele momento. A prova está ali: O cadáver, a intriga, a vingança, a incompetência moral, a inveja, o ressentimento, a gravidez, a ambição...

Lembre-se de que não existe um meio de ocultar provas, quando o juiz é o próprio Deus. Nada está encoberto para Ele, sejam estas evidências de caráter objetivo ou subjetivo, visível ou invisível, material ou imaterial.

Minhas explicações só servem para atenuar o meu sentimento de culpa e me justificar perante mim e meus iguais, mas não diante de um Deus que vive no Reino dos absolutos e não dos relativos. A justiça de Deus se manifesta contra todo e qualquer ato de injustiça.

O mais incrível em tudo isto é que o mesmo juiz que, baseado na lei, tem o direito e a autoridade para condenar, oferece libertação àqueles que, ao invés de alegar atenuantes, confessam. Bem diferente de um tribunal humano, onde a confissão simplifica o trabalho de um juiz, oferecendo-lhe argumento suficiente para condenar.

A sua sentença foi proferida no momento em que, admitindo o seu pecado, você recorreu a Jesus, o seu advogado de justiça, que intercedesse junto ao supremo juiz.

No tribunal celestial ocorre mais ou menos este tipo de conversa: 

– Pai! Ele admitiu a culpa, mas eu me ofereci para ser condenado em seu lugar. Segundo nós combinamos, a sua confissão o habilita a absolvição total. 

Diante disto o Supremo juiz responde: – O que está combinado está combinado. Pode bater o martelo e declará-lo inocente. Neste momento o inferno estremece mais uma vez, como acontece sempre que este veredito é proferido.

Ubirajara Crespo