A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

domingo, 14 de outubro de 2012

Tira Gosto do meu próximo lançamento (Prêmio Abec - Arete)

Relançamento do livro Não faça de seu filho uma arma de Ubirajara Crespo

O local do evento será na Livraria Saraiva do Shopping Center Norte (Marginal Tietê, SP

Basta Clicar no Item abaixo (Expand) e começar a ler



O Evento é patrocinado pela Editora Ágape/Naós

Data: Quinta, 8 de Novembro de 2012

http://www.facebook.com/events/528398963843974/

INTRODUÇÃO DO LIVRO


– Conselheiro, o meu filho é muito malcriado. Você sabe como dar um jeito nisso? – Foi o que eu ouvi de uma mãe visivelmente desesperada.
– Quem o criou? – perguntei de cara.
– Eu! – disse ela. – Pois então o problema é você e não ele.
A adolescência não é o tempo da rebeldia, mas sim o tempo de colher o que foi plantado. Podemos encontrar muitas mães como esta espalhadas pelo mundo. Quando saem de seu quarto secreto, o fazem premidas pela urgência ou pelo excesso de atraso com que procuram ajuda. Querem parar uma viagem que começou quando o seu filho ainda era criança e, só depois que o urubu já fez seu ninho, criou filhotes e bateu asas tentam contá-las. Ainda dá tempo? Claro, pois na mente de Deus o pau que nasce torto não precisa morrer torto. Jesus era carpinteiro dos bons e ainda está desentortando as madeiras mais tortas que já passaram pela Terra. Se Ele aprumou a mim, por que não aprumará o seu filho?


sábado, 13 de outubro de 2012

Guardião do Templo

Rm 3.9: Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem? Não, de forma nenhuma; pois já temos demonstrado que todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado.

Os correligionários de Cristo imaginavam que a salvação era um produto nacional e automaticamente passada a todos os descendentes de Abraão. Alegavam o seguintes: Somos guardiões da Torá, do Templo, receptores das promessas transmitidas pelos profetas e os futuros governantes do planeta. 

Estes privilégios lhes subiram à cabeça. É aquele negócio: "se Deus nos dá um dedo, achamos que temos direito também ao braço". Esquecemos de que as misericórdias do Senhor são o motivo pelo qual não fomos consumidos.

Paulo inicia o debate perguntando: "Que se conclui? Temos nós qualquer vantagem?" (Rm 8.9).

Todos os homens estão debaixo do pecado e sofrem as consequências deste. Não importa a nacionalidade, o sobrenome, a herança religiosa e quanto dinheiro aplicou na  Bolsa.

"... todos, tanto judeus como gregos, estão debaixo do pecado" (Rm 8.9).
O pecado é uma carga que levamos nas costas desde o momento da nossa concepção. Não nascemos inodoros nem incolores. A cor do pecado é uma herança recebida por todos os filhos de Adão.

Somente nascendo de novo nos tornarmos herdeiro de um novo Pai. Diferentemente do primeiro nascer, o "renascimento" é espiritual, acontece no coração. Na medida em que crescemos nesta nova vida, absorvemos os cheiros e as cores celestiais. 
Onde, então, estava a grande vantagem dos judeus? "... aos judeus foram confiados os oráculos de Deus" (Rm 3.2). Quem não foi criado debaixo da orientação da Palavra sai em desvantagem por estar exposto precocemente ao desconhecimento da Vontade de Deus. Quanto mais tempo passamos longe de Deus, mais se aprofunda a construção de tendências más. 

Se arrancarmos um mau costume de alguém que não está sob a influência da Palavra, criamos um vácuo interior. Se este vácuo não for preenchido com qualidades divinas o mal será recarregado com uma energia sete vezes maior (Leia Mateus 12).

Como resistir ao mal sem se abrir para o bem? 

Se, mesmo depois de convertidos, não fechamos a boca para os quitutes da carne, a alma se transforma em uma sanfona: Esvazia, incha, esvazia de novo, incha novamente, e por ai vai. 
Este processo repetido muitas vezes enfraquece os músculos da alma que incham com mais facilidade do que esvaziam.

Quanto mais cedo você começar, melhor. Casa vazia é chamariz de espíritos sem teto.

Ubirajara Crespo

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Jesus andava em rua de mão dupla?


Dê a Cesar o que é de Cezar e a Deus o que é de Deus
 
Na hora de legislar, o deputado deve votar segundo a sua consciência ou obedecer a determinação do partido? Pergunto isto porque o controle do partido sobre os seus afiliados aumenta a cada dia.

Como cristãos, gostaríamos de ver o mundo se rendendo aos pés de Cristo. Não vivemos em uma teocracia, nem estamos preparados para ela, portanto somos cidadãos de um pais que não é regido pelas palavras dos profetas, mas eu e você somos. Minha decisão por Cristo é individual e vale para toda e qualquer situação ou posição que eu ocupe.

Uma nação cristã não será construída com decretos e leis provisórias. Ganhar a nação para Cristo não é função do legislativo, mas da Igreja. A únia representação reconhecida pelo próprio Jesus é a Igreja como um todo e isto nem sequer existe, pois no momento atual está totalmente dividida em milhões de pedaços. O estado não interfere na nossa fé, e vice versa.

O legislativo concentra a sua atenção na coletividade, tratando a população no atacado, enquanto a Igreja fixa as suas ações terrenas no individuo, minimizando o seu sofrimento e tentando tirá-lo do mundo. Constantino, o imperador romano juntou os dois (estado e religião) e construiu uma Babel. Por volta do ano 350 dC. Ele decretou que todos os cidadãos do seu Reino eram cristãos. Os desdobramentos desta decisão culminaram na fundação de uma religião que é um estado, sendo a sua sede em Roma.

Por este motivo continuo achando que igreja não tem candidato. Igreja e estado não correm paralelos, correm em direções diferentes. Nem sequer existe um consenso, entre os evangélicos, em torno da chamada bancada evangelica, portanto, ela não existe. O que existe é um grupo de políticos tentando conquistar um publico cativo entre os evangélicos e um grupo de evangélicos regido por pessoas que tentam conquistar influencia política.

O estado ainda é laico e espero que continue assim. A Igreja é por natureza uma entidade transcendente, mas passou a ser uma instituição, mas espero que saia logo deste buraco. Se a Igreja redescobrir a sua identidade e funcionar de acordo com esta descoberta, já estará muito bom.
Ubirajara Crespo