A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

sábado, 25 de agosto de 2012

MENSALÃO: Festa democrática une acusação, defesa e juiz


Sex , 24/08/2012 às 09:30

Festa democrática une acusação, defesa e juiz

Fausto Macedo, Felipe Recondo e Vera Rosa | Agência Estado

Os atores do mensalão frequentam dois cenários distintos em Brasília. Nos dias de sessão do Supremo Tribunal Federal, à tarde, advogados e ministros guardam distância protocolar e, não raras vezes, os bacharéis são tratados rispidamente. À noite, em festas pela capital, os doutos se confraternizam.
"Foi uma festa absolutamente democrática", disse ontem o advogado José Gerardo Grossi, de 80 anos, ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral, aniversariante da noite de quarta-feira. Carismático, ele recebeu no tradicional Palace Brasília Hotel muitos convidados. Estavam no mesmo ambiente protagonistas e coadjuvantes do mensalão - acusação, defesa e julgador - como o ministro Marco Aurélio Mello e a mulher do ex-ministro José Dirceu, Evanise Santos.
O próprio Dirceu, que está recluso enquanto transcorre o julgamento, fez questão de ligar para o anfitrião e o felicitou. "Ele (Dirceu) me ligou parabenizando, é outra pessoa de quem gosto muito", afirmou Grossi.
A festa reuniu os notáveis da advocacia criminal, ora defensores dos réus do esquema que abalou o governo Lula. Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça e advogado do executivo José Roberto Salgado, do Banco Rural; Arnaldo Malheiros Filho, que representa Delúbio Soares; Alberto Zacharias Toron, defensor do deputado João Paulo Cunha (PT-SP); Pierpaolo Bottini, constituído pelo ex-deputado Professor Luizinho (PT-SP).
No mesmo ambiente, estavam o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e seu antecessor, Antonio Fernando de Souza, acusadores do mensalão. Assim como o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), réu de outro mensalão - o mineiro.

Língua afiada

Num canto, faceiro, Marco Aurélio estava rodeado pelos convivas e, com a língua afiada, de tudo falava. Indagado sobre o que quis dizer com contraponto no julgamento, ele assim se manifestou: "Pretendi restabelecer a harmonia na Corte".
Aqui e ali, o tema das rodinhas era o julgamento. "O comentário geral era a expectativa em relação à conclusão do voto do relator", disse o ministro Marco Aurélio. "Houve uma inversão na apreciação da conduta dos réus."
O anfitrião ficou emocionado com o carinho recebido dos amigos. "A festa foi absolutamente democrática. Veio o José Batista Sobrinho, do Friboi, maior abatedouro de carne bovina do mundo, e a Maria José, que passa a nossa roupa há muitos anos", disse Grossi.  

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Ato profético é bíblico?


Filho do homem, dirige o teu rosto para os montes de Israel, e profetiza contra eles. E dirás: Montes de Israel, ouvi a palavra do Senhor DEUS: Assim diz o Senhor DEUS aos montes, aos outeiros, aos ribeiros e aos vales: Eis que eu, sim eu, trarei a espada sobre vós, e destruirei os vossos lugares altos Ezequiel 6:2-3

Quem gosta de realizar atos proféticos, deve levar em conta que esta conversa não é entre você e um monte, uma cachoeira, lago ou monumento. O motivo é muito simples, seres inanimados não podem ser responsabilizados pelo uso litúrgico do local, nem são capazes de assimilar qualquer palavra dita neste momento.

Talvez os demônios que se alojaram ali possam ouvir, mas enquanto os seres humanos estiverem usando o local com finalidade ritualística, o mal estará presente. Estas palavras devem ser ditas com a presença de quem tem a capacidade de ouvir, assimilar e obedecer a palavra e os juízos ali proferidos. A fé vem pelo ouvir e não por ser apenas falada.
 
Rm 10:17: E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo.  Nosso publico é composto de gente e não de seres irracionais.

Antes de partir para o topo de um monte livre a você mesmo do cativeiro. A natureza, apesar da sua impessoalidade, aparenta possuir em si mesma uma grande dose de expectativa de livramento, mas se vê obrigada a suportar dores impostas pelos nossos pecados e não pelos dela, sabendo que a nossa libertação deve preceder a sua.
 
Rm 8:20: Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou.

Ubirajara Crespo

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Deus abençoa nossas maracutais?

Kassab põe fim a ? Guerra Santa? e atrai apoio de evangélicos a Serra


BRUNO BOGHOSSIAN, DIEGO ZANCHETTA E RODRIGO BURGARELLI - Agência Estado
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), tenta aproximar o candidato a sua sucessão, José Serra (PSDB), de líderes evangélicos que foram beneficiados por atos de sua gestão. Kassab estabeleceu boas relações com as igrejas Renascer em Cristo, Mundial do Poder de Deus e Assembleia de Deus após conceder autorizações para eventos e alvarás para templos religiosos, contestados pelo Ministério Público e pela Justiça.

Nos últimos três anos, Kassab conseguiu inverter uma "guerra santa" travada pelas igrejas no início de seu segundo mandato, quando a Prefeitura fechou templos de duas instituições. Líderes religiosos admitem reservadamente que, desde então, o prefeito passou de um comportamento de "perseguição" para se transformar em um "apoiador" dos eventos evangélicos. A Prefeitura nega favorecimento.

No caso da Igreja Mundial, o prefeito era tratado como inimigo há três anos. Há duas semanas, recebeu uma bênção de seus líderes ao lado de Serra.  
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo
COMENTÁRIO
Esta situação nos leva a fazer algumas perguntas que considero cruciais: 

1. Você acha que devemos pedir a Deus que ele ajude a aprovação do alvará para uma construção irregular?

2. Reprovar a concessão de um alvará, devido a irregulariades, é perseguição religiosa ou justiça?
3. Devemos colocar o destino de nossas agremiações religiosas nas mãos de deus ou nas mãos de arranjos políticos?
Não estou afirmando nada, só estou perguntando.