A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Casamento? Não tem como não dar certo.



Ninguém deveria casar para sugar a felicidade  do outro, mas para construir nele, a mesma felicidade, que deseja para si.

Isto pode fazer a diferença entre um relacionamento destrutivo ou construtivo. Ao tentar transformar o outro naquilo, que eu quero, corro o risco, de deflagrar uma guerra onde o objetivo maior é destruir a pessoa com quem casei e fazer uma outra mais adaptável a mim.

Já ouvi alguns dos mais absurdos pedidos de oração, mas este é, sem dúvida alguma, o campeão: — Pastor, não aceito viver com esta pessoa com quem me casei, ore para que ele mude. Nunca pensei, que para ser pastor eu tivesse de ouvir uma bobagem tão grande quanto essa.

Se você foi cego, a ponto de casar com alguém, que não sabia quem era, o primeiro a ser deconstruido é você e não ele (a). Não é ele quem deve pagar o ônus da sua cegueira. Comece a se enxergar, veja seu egoísmo, sua sede de estar no controle e sua necessidade estúpida de  fazer com que o mundo à sua volta se adapte a você.

Felicidade não é um produto de consumo, mas um estado de alma a ser repartido. Algo para doar e não para sugar. Não é algo que se alcança transformando o outro em uma escada, você tem ou não tem e não pode culpar o cônjuge por não tê-la. Uma vez cegado para a sua própria condição, deseja alcançá-la dando um PT (perda total) no parceiro (a) e iniciando um dolorido processo de remoldagem. Adapte-se você.

A gente se casa para montar peças e não para quebrar componentes, que para o outro podem ser vitais. 

O material a ser usado durante esta construção é você mesmo. Parta para cima da pessoa a quem você ama, com tudo o que tem. Doe o melhor dos seus afetos, da sua criatividade, da sua atenção, do seu tempo do seu olhar e do seu abraço.

Se desfaça do seu pior. Jogue no lixo a sua indiferença, sua agressividade, sua frieza, sua inveja, suas desconfianças e a sua agressividade.

Divida princípios bíblicos, distribua orações, reparta sua integridade e dê a ele (a) a sua fidelidade e respeite a sua individualidade.

Se você fizer isso, não tem como não dar certo. O divórcio é somente para quem escolheu atirar no alvos móveis, só para variar. Uma vez escolhido o nosso alvo, seja ele o certo ou o errado, não tem como errar.

Ubirajara Crespo