A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Participei de um autentico avivamento nos anos 70

JESUS VIVE, PODES CRER


Em 1970 os clubes Bíblicos Jesus vive explodiram no Rio de Janeiro. Foi de repente, ninguém sabe quem era o líder, pois não havia nada disto. 

Se você me perguntar como era organizado, eu não sei e ninguém sabe, pois não havia nenhum tipo de estrutura fixa. Nem sequer existia razão social, inscrição em cartório, membros ou contrato social.

Não tínhamos local próprio, pois nos reuníamos em casas às centenas e uma vez por mês, aos milhares, em algum local emprestado.

O movimento cessou, mas centenas de pastores nascidos ali, conduzem suas igrejas pelos caminhos do Senhor.

Ninguém era pastor, ninguém era remunerado. Não passávamos de um grupo de garotos e garotas que amava loucamente a Jesus Cristo. Muitos não passávamos de adolescentes e alguns seminaristas, incluindo eu com meus 21 anos de idade, um dos mais velhos.


As concentrações mensais foram feitas na Igreja Batista de Itacuruçá. O povo se acotovelava nos bancos, no chão, se dependurava nas janelas e subia pelo local do púlpito. Uma das vezes em que preguei só tinha um espaço de 1,5 metros quadrados para me movimentar.


A programação não poderia ser mais simples. Louvores, que na época chamávamos de corinhos acompanhados por um violão sem microfonização nenhuma. Não tínhamos jogo de luz, confete, serpentina, gelo seco e o conjunto cantava sem microfone.


Nossos sermões, particularmente os meus, tinham um tema central rodeado por várias partes desconectadas entre si. Na hora do apelo, que não era uma apelação, dezenas declaravam que queriam aceitar a Jesus.


Quando íamos às Igrejas fazíamos um arrastão e repetíamos a mesma coisa, sendo que o resultado era sempre o mesmo.

Milhares de pessoas se converteram, e não falávamos na rádio, não arrecadávamos dinheiro, não tínhamos ajuda do exterior, escritório, mantenedores nem dízimos.

Jesus fez isto só para dizer o seguinte: Para agir, não preciso de ninguém especial, mas de todos. Não preciso de estruturas, nem de grandes pregadores, astros, bandas ou líderes fenomenais? Vocês é que precisam de mim.

Amávamos-nos demais e crescíamos na simpatia da cidade.

O Espírito Santo soprou sobre nós uma pequena brisa e fez toda aquele mover.

Só precisamos disto, pois ao colocarmos um homem ou uma organização entre nós e Deus a comunicação se resolve.

As estruturas só atrapalham

Este vídeo mostra parte do culto de comemoração de 40 anos da existência dos Clubes Bíblicos. Veja os testemunhos e apaixone-se novamente. Este é o segredo.

Ubirajara Crespo



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sexta-feira, 6 de julho de 2012

A queda e o levantamento de um sistema financeiro. Ubirajara Crespo

É para ouvir e entender

Estou com vontade de fazer propaganda de mim mesmo, assim como vejo muitos pregadores fazendo ou contratando alguém para fazer.


Ouçam esta poderosa mensagem por um ungido de Deus.


E vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia.

E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.

E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela? 

Apocalipse 13:1-4






quinta-feira, 5 de julho de 2012

Redução foi de 12,2% entre 2000 e 2010, enquanto proporção de evangélicos aumentou 44,1%


Censo: Igreja Católica tem queda recorde no percentual de fiéis


Redução foi de 12,2% entre 2000 e 2010, enquanto proporção de evangélicos aumentou 44,1%



29/06/2012 - 09h00 | O Globo



- Ainda assim, dois em cada três brasileiros declararam ser adeptos da religião católica observa Cláudio Dutra Crespo, da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE.



Os dados sobre religião são obtidos por meio de amostragem.

Aumento de 70,2% no percentual de pessoas sem religião desde 1991

Depois de católicos e evangélicos, o maior grupo é dos que se declararam sem religião, que representa 8% da população de 190,7 milhões de brasileiros. Houve um aumento de 8,1% entre os censos de 2000 e 2010. Tendo em vista o recenseamento de 1991, o crescimento deste grupo foi de 70,2%. Entre os sem religião, 615 mil se declararam ateus e mais de 124 mil, agnósticos. Uma curiosidade é que 15,3 mil têm mais de uma religião.

- Geralmente são católicos e espíritas ou católicos e umbandistas explica Crespo.

A população espírita passou de 1,3% (2000) para 2% (2010). Os seguidores da umbanda ou do candomblé são 0,3%, o mesmo percentual registrado no levantamento anterior. Segundo o IBGE, 2,7% seguiam outras religiões e 0,1% da população não declarou ou não soube qual era sua religião. Em 2000, estes percentuais eram de 1,8% e 0,2%, respectivamente.

Os resultados do Censo Demográfico 2010 mostram o crescimento da diversidade dos grupos religiosos no Brasil, revelando uma maior pluralidade nas áreas mais urbanizadas e populosas do país, concluiu o estudo do IBGE no texto de divulgação dos resultados.

Maior proporção de católicos é de pessoas com mais de 40 anos

Segundos os dados do Censo 2010, a idade mediana dos católicos apostólicos romanos é de 30 anos e dos evangélicos pentecostais da Assembleia de Deus, Igreja Universal do Reino de Deus, Nova Vida, etc - é de 27 anos. Já a idade média dos evangélicos de missão luteranos, presbiterianos, metodistas, batistas, etc é de 29 anos.

Os espíritas são o grupo religioso com idade mediana mais elevada, 37 anos, e os sem religião, a mais baixa, 26 anos. Seguidores da umbanda e do candomblé têm idade mediana de 32 anos.

A proporção de católicos foi maior entre aqueles com mais de 40 anos. A explicação é, segundo o IBGE, que estas gerações se formaram em períodos de maior hegemonia católica. Os evangélicos tiveram suas maiores proporções entre crianças e adolescentes. No caso de menores de 10 anos de idade, era considerada a mesma religião da mãe.

Os dados do IBGE mostram que católicos e aqueles sem religião são os únicos grupos com maiores porcentagens de homens que de mulheres. Entre as pessoas de sexo masculino, 65,5% seguem a doutrina do Vaticano, e 9,7% não seguem nenhuma instituição religiosa. Entre as mulheres, esses percentuais são de 63,8% e 6,4%, respectivamente. Nos demais grupos, as pessoas do sexo feminino formam a maioria dos contingentes declarados.

Espíritas é grupo com indicadores de educação e renda mais elevados

Um cruzamento entre renda e religião permitiu avaliar que 55,8% dos católicos com 10 anos ou mais viviam com até um salário mínimo, embora evangélicos pentecostais (63,7%) e os sem religião (59,2%) sejam maioria nesta faixa. Entre as classes de rendimento acima de cinco salários mínimos, 19,7% se declararam espíritas. Este grupo religioso possui também a maior proporção de pessoas com nível superior completo (31,5%), além de ter as menores percentagens de indivíduos sem instrução (1,8%) e com Ensino Fundamental incompleto (15%).

Os católicos e os sem religião foram os grupos que tiveram os maiores percentuais de pessoas de 15 anos ou mais de idade não alfabetizadas (10,6% e 9,4%, respectivamente).

Entre a população católica é proporcionalmente elevada a participação dos idosos, entre os quais a proporção de analfabetos é maior, explica a publicação do IBGE.

O IBGE também fez um cruzamento entre raça e religião. A maior representatividade de brancos foi verificada entre os espíritas (68,7%). Entre os umbandistas e candomblecistas, os negros somavam 21,1%. É a maior proporção de pessoas desta cor em um grupo religioso.

Este patamar guarda relações com as origens da introdução desta religião no Brasil. O mesmo ocorre com os evangélicos de missão, que têm em seu conjunto 51,6% de pessoas que se declararam brancas. A origem desta religião, sobretudo do segmento vinculado aos imigrantes europeus, explica em parte essa associação, diz o texto do IBGE.

Entre as pessoas sem religião, a declaração de cor mais presente foi parda (47,1%), assim como dentre os evangélicos pentecostais (48,9%).

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